domingo, 11 de março de 2012

Problema s é eu, o meu eu resolvi

Eu tenho uma coisa para contar
Se for contentar A ou B, não quero saber.
Falar todo mundo fala
Até papagaio fala
Escreve todo mundo escreve
É só frequentar uma escola
Provas contuntente, poucos a têm
Como eu digo é a fase que hoje eu vivo
Parece uma pandega como diria Cleuzinha
Cuidado com ele
Jornalista e escritor são unha e carne
São uns filhos da puta
Penalizadas são as pessoas que não tem nada haver com isso
Mas deitam na cama
Não se separam janais
Ambos não podem ver algo que logo quer escrever
Faz cosquinha
É irresistível escrever uma fato
Ah....Meus amigos
Tudo que eu peço é que não sobre para mim
É assim que eu escrevo
Fato por fato
Procuro colocar um sentido para que o texto seja compreensível
Pois é, vou continuar escrever para todo mundo ver
Não sou egoísta
Um ato sem nenhuma imprtância para um relacionamnto é um problema
Por uma besteinha que gerou tudo
Um gole de cerveja não diz o carácter de um homem
Não é isso que muita gente pensa
Aqui se diz com cerveja no lugar de com certeza
Aproveito esse hiato
Para dizer só sem cerveja
Dessa perola passo a uma história
Faço um relato
Pensar que é antissocial é complicado
Um depende do outro
Coisa que Giovana não sabe
Tudo ela fala, até os problemas que poderiam ser resolvidos com uma simples conversa
Resolver os seus problemas ela não sabe, coloca tudo a ferro e fogo
Procurar para falar ela não faz, ou perguntar por quê.
Isso ela não faz
Coisas que diram dúvidas para não gerar problemas
Afinal todo mundo é diferente graças a Deus
Graçaa as diferenças eu esotu aqui
Ainda bem que elas existem
Como ela é obtusa
Só escuta uma parte
Chega ser estenuante
Por mais que eu falo, ela não acredita
Fato lamentável
Problemas que já foram resolvidos
Um portão foi fechado porque eu percebi que eu não iria conseguir controlar a saída do portão escolar, uma fez que eu estava sozinho.
Mais ou menos em agosto de dois mil e quatro, Neto foi agredido por um colega
Não vi
Estava focado na saída da rua
A mãe do mesmo me alertou
Com calma fui resolver
O pai de Pedro conversando com a Sandra
Ela advertepara os problemas gerados por seu aluno
Eu disse presta atenção no Pedro
Tenho preocupação com ele
O pai interpretou que ele iria virar ladrão
Tentei me retratar no ato
Ele não entendeu
Problema gerado por eu não ter andado para olhar se alguma coisa estava errada em outro ambiente
Procurar colocar sempre uma relação de respeito e descontração para não ficar uma relação maçante
Que é irritante.
Coisa que da certo, sabendo colocar-se em seu lugar
Para mim é consciênte
Para o aluno é inconsciênte
Deu uma cosquinha em colocar a mão em local onde não da conotação sexual, se não a coisa fica feia
Por a mão nos olhos e falar que é remela
Precisa-se tomar banho cedo
Para colocar ordem na desordem
Tudo com muito respeito
Relatos de Sandra e da itapirense dizem que Giovana não consegue por respeito aos alunos
Ela precisas saber que respeito não se impõe, conquista.
Pois, diz ao peito
No tocante de fugir do problema é mentira
Para o trabalho ser bem feito é preciso ter cobertura nos quatro quadrantes
Os alunos não avisam onde vão brigar
Tão poucos são bobos
Onde não há ninguém por perto os alunos vão brigar
Estar atento sempre é bom
Dar o giro com todos
Para todos os cantos estarem cobertos, é o ideal
Fiquei sem camisa e sem sapato por causa do calor
Esse problema uma conversa resolve com uma conversa em aguns segundos
Não precisa rezar o terço
Não existe lá deficiente mental
Coisa corriqueira
Não parece
A todo momento faza fato recorrente
Uma corrente cansativa
Ativar a todo instante
Procurar estar longe do problema que não diz respeito
Saio de perto para coisas que não me interessam
Se não vira no mínimo poema
Para não ter o que falar
Não gosto de ofender o próximo
Pensei em dizer, não disse na hora
Diz para o Diretor Marcel colocar depois
Uma vez que Marcel perguntou o que pensei
Levar frutas é uma obrigação, que não e obrigação porque todas as levam
Se for só para eu levar? Como fica?
No núcleo ou no SER
O nome não importa em nada neste caso
O imprtante é o fato
Não gosto de coisas não planejadas
O que acontece sempre por lá
Dar um toque no começo sempre é importante, depois fica automático
É uma questão de incorporar nos hábitos
Material de Sandra e Raíssa sumiram misteriosamente
Da Raíssa parece que foi para a reciclagem
Assunto único de Giovana é a sua filha e o ex, problema dela
Abriu as pernas porque ela quis e na hora ela gostou então não pertuba
Silvana entrou no rítmo dela, Giovana
E por isso entrou na história

Luís Antonio Padovani
30/7/2007
Núcleo antigo nome do projeto Ser que nas escolas municipais de Moji Mirim alunos que tem país que trabalham ficam na escola em horário invertido ao que estuda
Graças a Deus expresão idiomática que quer dizer ainda bem
Perola jargão dos professores que quer dizer erros preciosos
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Morim, São Paulo
Páginas 66, 67, 68, 69
Ano da publicação 2012

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