Robotizado
Automotizado
Fala sem saber por quê
Xinga-se sem saber que é xingado
Nada cria
Tudo copia
Gente fria
Entre nós nenhuma enpatia
Uma monotonia total
A tal ponto que dá vontade de dormir
E quando eu voltar
Desejo ver que tudo passou de um pesadelo
Luis AntonioPadovani
12/2/1998
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Eu sou assim
Eu ajo assim
Eudigo que sou pobre
Para que todos tenham um dó de mim
Faço da minha pobreza a minha bandeira
Em punho desfraldo bravamente
Para que todos possam me ouvir
Eu sou pobre!!!
Rico para mim só tem vez quando paga a conta
Veja como eu sou
Para todos os cantos eu brado
Eu sou pobre
Para que todos tenham um dó de mim
Faço da minha pobreza a minha bandeira
Faço da minha bandeira o meu escudo
Faço do meu escudo o meu símbolo
Faço do meu símbolo a minha proteção
Uma ação contra a ação do rico.
Luis Antonio Padovani
21/2/1998
Eudigo que sou pobre
Para que todos tenham um dó de mim
Faço da minha pobreza a minha bandeira
Em punho desfraldo bravamente
Para que todos possam me ouvir
Eu sou pobre!!!
Rico para mim só tem vez quando paga a conta
Veja como eu sou
Para todos os cantos eu brado
Eu sou pobre
Para que todos tenham um dó de mim
Faço da minha pobreza a minha bandeira
Faço da minha bandeira o meu escudo
Faço do meu escudo o meu símbolo
Faço do meu símbolo a minha proteção
Uma ação contra a ação do rico.
Luis Antonio Padovani
21/2/1998
Para que?
Ser um ser
Um ser
Apenas um
Nada mais que do que um
Um ser
Um individuo
Um individuo
Um ser
Cada um é um
Um ser
Nada mais do que um ser
Apenas um
Um ser
Luís Antonio Padovani
7/4/1998
Um ser
Apenas um
Nada mais que do que um
Um ser
Um individuo
Um individuo
Um ser
Cada um é um
Um ser
Nada mais do que um ser
Apenas um
Um ser
Luís Antonio Padovani
7/4/1998
Que simpatia é essa
Chatonildo vive a perguntar
Ele nunca dá solução
Somente problemas
E de problemas eu já estou cheio
Muito obrigado eu não quero mais um
Aponte-me quem quer um
Vai ser difícil encontrar
O chatonildo ganha do chato de goleada
O problema do chatonildo é que ele não se enxerga
Muito pelo contrario ele pensa que é simpático
O bam bam bam do assunto
Nunca está errado
A sua palavra é a que vale no final
O chatonildo é uma pessoa difícil de se viver
O chatonil é um doente crônico/
É um problema social
Que somente vai acabar quando matar todos
Mas eu não quero virar assassino
Fica por isso mesmo
Então eu deixo como está
Luís Antonio Padovani
25/5/1998
Chatonildo criação minha que quer dizer muito chato mesmo incomodo
Ele nunca dá solução
Somente problemas
E de problemas eu já estou cheio
Muito obrigado eu não quero mais um
Aponte-me quem quer um
Vai ser difícil encontrar
O chatonildo ganha do chato de goleada
O problema do chatonildo é que ele não se enxerga
Muito pelo contrario ele pensa que é simpático
O bam bam bam do assunto
Nunca está errado
A sua palavra é a que vale no final
O chatonildo é uma pessoa difícil de se viver
O chatonil é um doente crônico/
É um problema social
Que somente vai acabar quando matar todos
Mas eu não quero virar assassino
Fica por isso mesmo
Então eu deixo como está
Luís Antonio Padovani
25/5/1998
Chatonildo criação minha que quer dizer muito chato mesmo incomodo
Não acontecerá
Nunca!
Ninguém foi tão ninguém
Nunca!
O nada foi tão nada
Nunca!
O lixo foi tão lixo
Nunca!
O ridículo foi tão ridículo
Nunca!
Uma prisioneiro foi tão prisioneiro
Prisioneiro de si mesmo
Tachado em torno de si mesmo
Não permite abertura ao dialogo
Pacheco para defini-lo é pouco
Nunca!
O hilário foi tão hilário
Nem a mais conhecida comédia conseguiu ser tão engraçada quanto você
Luís Antonio Padovani
5/5/1998
Pacheco no dicionário de Cid Fraco quer dizer otário
Ninguém foi tão ninguém
Nunca!
O nada foi tão nada
Nunca!
O lixo foi tão lixo
Nunca!
O ridículo foi tão ridículo
Nunca!
Uma prisioneiro foi tão prisioneiro
Prisioneiro de si mesmo
Tachado em torno de si mesmo
Não permite abertura ao dialogo
Pacheco para defini-lo é pouco
Nunca!
O hilário foi tão hilário
Nem a mais conhecida comédia conseguiu ser tão engraçada quanto você
Luís Antonio Padovani
5/5/1998
Pacheco no dicionário de Cid Fraco quer dizer otário
A grande verdade
Eu sou um cidadão que tive uma infância desenvolvida com brincadeiras de carrinho de rolimãs que frenquetemente eu brincava em uma ladeira atrás da edícula da chácara Cantinho do Nono com divisa de terras plantadas na própria propriede.
Por lá havia plantações de uma horta com salsinha, alface, tomate, mangas Bourbon, coquinho, laranja, limão, parreira de uvas, localiza perto de uma outra edícula que funcionava uma marcenaria, criações de galinhas e porcos que eu fornecia os milhos e a lavagem.
Convia no galinheiro os patos com uma lagoa ao fundo
O poleiro das galinhas ficava atrás do chiqueiro
Em frente ao chiqueiro havia uma árvore de goiaba vermelha onde eu sempre dava um jeito de subir para dar um comidinha e passar as horas
Em frente à ladeira e a edicula havia somente terras úmidas onde o primo de meu avô Antonio Negrisoli, pai de minha mãe o engenheiro Ary Negrisoli tratou de colocar bambus nas terras
Na Rua Riachuelo eu brincava de pneus onde eu me punha em cima para descer ladeira abaixo.
Na mesma Rua há rio Douradinho do Oeste mais conhecido com rio bosteiro por ser aonde vai o esgoto da cidade que corta a cidade de Pirajuí one a continação da rua eu brincava caçar grilos e vaga-lumes em sua sequência eu brincava de bicicleta.
Na casa principal tem uma varanda, uma sala de visitas, uma copa, uma cozinha, um hall, um banheiro, um quarto, um banheiro, um quarto que dá em cima da edícula, um outro quarto que dá vistas a chácara
Ao lado da cozinha exite um corredor, uma edícula funciona uma lavanderia, uma escada que vai a uma outra edícula que tem uma banheiro, um quarto, em frente a varanda da casa principal tem um canteiro com gramas e algumas plantações
Em baixo da varanda tem uma garagem que cabem quatro carros, um terreno cimentado com um portão um muro e um outro portão
O muro tem uma portinhola que divide o ascesso para casa principal e a área de plantação, onde ali com os meus parentes punha-se três cavaletes e uma porta em cima do cavalete onde passavamos horas com uma bolinha, uma rede e uma raquete de tênis de mesa
A garagem eu fazia de paredão com minha raquete e a minha bolinha.
Como Antonio Negrisoli era sócio remido do Parque Clube Pirajuí eu ia lá para nadar e jogar tênis de mesa com a criançada.
Eu cheguei a frequentar a escola Alfredo Puljol ao fazer o jardim da infância
Eu tenho a cidade de Pirajuí como minha cidade natal porque lá foi onde só aconteceram as coisas boas e eu descobrir o meu desejo por mulheres, saia nas lanchonetes da vida com a minha prima Angela, minha irmã Renata, ia à casa do meu tio David para brincar com o meu primo André e quando eles mudaram de casa eu ia para dar uma nadadinha
Apesar de ter nascido fisicamente em Moji Mirim em não me considero nem um pouco mojimiriano por só ter conhecio preconceiito e desgraça, ser excuído por bobagens, ter sofrido empurrões quando jogava bilhar para que eu perdece a jogada no Grêmio Mogimiriano um clube de piscina, sauna, artes marcais futebol de campo e quatro
Na cidade vizinha de Moji Guaçu eu encontrei muitos amigos por compartilhar as mesmas ideias e não coloca nenhum obstáculo para que eu seja aceito
Com o apoio do povo guaçuano eu pus para o pública os meus textos em um livro da Casa do Escritor que tinha varais literários no terminal rodoviário e na rodoviária
É de Moji Guaçu todas as minhas namoradas.
Não é que eu pergunte se é de Moji Mirim ou de Moji Guaçu é porque simplesmente aconteceu
A minha vida social está liga a Pirajuí e a Moji Guaçu um fato que eu não quero sabaer por que, porque isso não vem ao caso, o caso é que eu quero viver
Em Moji Mirim um povo que vive mais do passado
Em Moji Guaçu um povo que vive mais do presente
Em Moji Mirim se não cumprir um roteiro nascer, andar de bicicletas, ir à escola, namorar, tirar cartas de motorista, fazer faculdade, beber bebida alcóolica, casar ou ser homossexual não é aceito.
Em Moji Guaçu não tem nada disso
Luís Antonio Padovani
16/5/1998
Por lá havia plantações de uma horta com salsinha, alface, tomate, mangas Bourbon, coquinho, laranja, limão, parreira de uvas, localiza perto de uma outra edícula que funcionava uma marcenaria, criações de galinhas e porcos que eu fornecia os milhos e a lavagem.
Convia no galinheiro os patos com uma lagoa ao fundo
O poleiro das galinhas ficava atrás do chiqueiro
Em frente ao chiqueiro havia uma árvore de goiaba vermelha onde eu sempre dava um jeito de subir para dar um comidinha e passar as horas
Em frente à ladeira e a edicula havia somente terras úmidas onde o primo de meu avô Antonio Negrisoli, pai de minha mãe o engenheiro Ary Negrisoli tratou de colocar bambus nas terras
Na Rua Riachuelo eu brincava de pneus onde eu me punha em cima para descer ladeira abaixo.
Na mesma Rua há rio Douradinho do Oeste mais conhecido com rio bosteiro por ser aonde vai o esgoto da cidade que corta a cidade de Pirajuí one a continação da rua eu brincava caçar grilos e vaga-lumes em sua sequência eu brincava de bicicleta.
Na casa principal tem uma varanda, uma sala de visitas, uma copa, uma cozinha, um hall, um banheiro, um quarto, um banheiro, um quarto que dá em cima da edícula, um outro quarto que dá vistas a chácara
Ao lado da cozinha exite um corredor, uma edícula funciona uma lavanderia, uma escada que vai a uma outra edícula que tem uma banheiro, um quarto, em frente a varanda da casa principal tem um canteiro com gramas e algumas plantações
Em baixo da varanda tem uma garagem que cabem quatro carros, um terreno cimentado com um portão um muro e um outro portão
O muro tem uma portinhola que divide o ascesso para casa principal e a área de plantação, onde ali com os meus parentes punha-se três cavaletes e uma porta em cima do cavalete onde passavamos horas com uma bolinha, uma rede e uma raquete de tênis de mesa
A garagem eu fazia de paredão com minha raquete e a minha bolinha.
Como Antonio Negrisoli era sócio remido do Parque Clube Pirajuí eu ia lá para nadar e jogar tênis de mesa com a criançada.
Eu cheguei a frequentar a escola Alfredo Puljol ao fazer o jardim da infância
Eu tenho a cidade de Pirajuí como minha cidade natal porque lá foi onde só aconteceram as coisas boas e eu descobrir o meu desejo por mulheres, saia nas lanchonetes da vida com a minha prima Angela, minha irmã Renata, ia à casa do meu tio David para brincar com o meu primo André e quando eles mudaram de casa eu ia para dar uma nadadinha
Apesar de ter nascido fisicamente em Moji Mirim em não me considero nem um pouco mojimiriano por só ter conhecio preconceiito e desgraça, ser excuído por bobagens, ter sofrido empurrões quando jogava bilhar para que eu perdece a jogada no Grêmio Mogimiriano um clube de piscina, sauna, artes marcais futebol de campo e quatro
Na cidade vizinha de Moji Guaçu eu encontrei muitos amigos por compartilhar as mesmas ideias e não coloca nenhum obstáculo para que eu seja aceito
Com o apoio do povo guaçuano eu pus para o pública os meus textos em um livro da Casa do Escritor que tinha varais literários no terminal rodoviário e na rodoviária
É de Moji Guaçu todas as minhas namoradas.
Não é que eu pergunte se é de Moji Mirim ou de Moji Guaçu é porque simplesmente aconteceu
A minha vida social está liga a Pirajuí e a Moji Guaçu um fato que eu não quero sabaer por que, porque isso não vem ao caso, o caso é que eu quero viver
Em Moji Mirim um povo que vive mais do passado
Em Moji Guaçu um povo que vive mais do presente
Em Moji Mirim se não cumprir um roteiro nascer, andar de bicicletas, ir à escola, namorar, tirar cartas de motorista, fazer faculdade, beber bebida alcóolica, casar ou ser homossexual não é aceito.
Em Moji Guaçu não tem nada disso
Luís Antonio Padovani
16/5/1998
Particularidade
Raí na França
Paris Sant Germam
Raí com o França campeão
São Paulo Futebol Clube
Olhai ai o timão
Último não
Passa a taça Raí
O raio cai ai
O coringão
Não contava com o coringa
A carta escondida de baixo da manga do palitó
Com a genialidade do técnico Tele Santana
O placar de três a um em pleno Murimbi
Luís Antonio Padovani
11/5/1998
Paris Sant Germam equipe da França em que o jogador Raí jogou
França jogador de futebol
Últimão um trocadilho com o acunha do Crinthians conhecido com timão.
Coringa expressão idiomática que quer dizer esconder
Coringão forma carinhosa que é tratao o Corinthians
Paris Sant Germam
Raí com o França campeão
São Paulo Futebol Clube
Olhai ai o timão
Último não
Passa a taça Raí
O raio cai ai
O coringão
Não contava com o coringa
A carta escondida de baixo da manga do palitó
Com a genialidade do técnico Tele Santana
O placar de três a um em pleno Murimbi
Luís Antonio Padovani
11/5/1998
Paris Sant Germam equipe da França em que o jogador Raí jogou
França jogador de futebol
Últimão um trocadilho com o acunha do Crinthians conhecido com timão.
Coringa expressão idiomática que quer dizer esconder
Coringão forma carinhosa que é tratao o Corinthians
Poderia não existir
Uma relação que não vai dar certo
É tudo que eu sei
Aqui a minha casa não vai aumentar
Por que casamento eu não vou ter
Por que a sua conversa não me interessa nenhum pouco
Cheia de preconceito
Assim não dá
Cheia de não me reles, não me toques.
Melindrosa como poucas
Volta e meia volta sempre na mesma tecola
É impressionante essa falta de assunto
Como você não se toca
Maria Eugenia
Não é preciso ser um gênio para descobrir que a nossa relação não vai dar certa
Nem São Toninho virado de cabeça para baixo em uma vasilha de água vai dar solução para você
Nem a proteção da Virgem Maria
Nem o milagre de Jesus Cristo
O problema é você
Eu não quero saber se você tirou nota azul ou cor-de-rosa
Se a minha mãe foi ou não a sua professora
Além disso, você tem que aceitar do jeito que eu sou.
Luís Antonio Padovani
5/8/1998
É tudo que eu sei
Aqui a minha casa não vai aumentar
Por que casamento eu não vou ter
Por que a sua conversa não me interessa nenhum pouco
Cheia de preconceito
Assim não dá
Cheia de não me reles, não me toques.
Melindrosa como poucas
Volta e meia volta sempre na mesma tecola
É impressionante essa falta de assunto
Como você não se toca
Maria Eugenia
Não é preciso ser um gênio para descobrir que a nossa relação não vai dar certa
Nem São Toninho virado de cabeça para baixo em uma vasilha de água vai dar solução para você
Nem a proteção da Virgem Maria
Nem o milagre de Jesus Cristo
O problema é você
Eu não quero saber se você tirou nota azul ou cor-de-rosa
Se a minha mãe foi ou não a sua professora
Além disso, você tem que aceitar do jeito que eu sou.
Luís Antonio Padovani
5/8/1998
Eu não entendo
Lessa não me lesione
Chega de fazer ameaças
A sua filha Maria Bruna quer me ter como seu namorado
Se não for a verdade
foi o que eu entendi quando você me disse:
Você vai para a Universar e se case com a minha filha
Esse preço é muito caro
Tonar-me membro da Igreja Uninversal
Diga uma coisa para mim
O que uma coisa tem haver com a outra
Não adianta me parar no meio da calçada
Oferecer-me uma editora para produzir os meus livros
Fato ocorrido na ladeira da Rua do Mirante
Você diz ter trabalhado em uma
Mas isso eu não tenho tanta certeza
Rubens em seu discurso você disse que parou de ter vícios graças à Igreja de Edir Macedo
Mas explica uma coisa onde fica a força de vontade
Como eu digo o cu não tem nada haver com as calças
O cú fica no meio e as calças podem cair
Eu não me caso com a sua filha se essa chantagem for mantida
A religião não tem nada haver com o caráter de uma pessoa
Luís Antonio Padovani
7/8/1998
O cú não tem nada haver com as calças expressão idiomática criada por mim para dizer que uma coisa não tem nada haver com as outras
Chega de fazer ameaças
A sua filha Maria Bruna quer me ter como seu namorado
Se não for a verdade
foi o que eu entendi quando você me disse:
Você vai para a Universar e se case com a minha filha
Esse preço é muito caro
Tonar-me membro da Igreja Uninversal
Diga uma coisa para mim
O que uma coisa tem haver com a outra
Não adianta me parar no meio da calçada
Oferecer-me uma editora para produzir os meus livros
Fato ocorrido na ladeira da Rua do Mirante
Você diz ter trabalhado em uma
Mas isso eu não tenho tanta certeza
Rubens em seu discurso você disse que parou de ter vícios graças à Igreja de Edir Macedo
Mas explica uma coisa onde fica a força de vontade
Como eu digo o cu não tem nada haver com as calças
O cú fica no meio e as calças podem cair
Eu não me caso com a sua filha se essa chantagem for mantida
A religião não tem nada haver com o caráter de uma pessoa
Luís Antonio Padovani
7/8/1998
O cú não tem nada haver com as calças expressão idiomática criada por mim para dizer que uma coisa não tem nada haver com as outras
domingo, 29 de abril de 2012
Paciência
É uma ciência para poucos
Paciência
Na vida tem quer ter muita
Sobretudo quando alguém não tem limite
Não sabe respeitar o próximo
Nunca admite o seu defeito
Semprre aponto o defieto dos outros
Porque cada um pensa que é personagem central de si mesmo
Aponta o dedo para alguém é fácil
O difícil é reconhecer que está errado
O problema dos outros é que não toma simancol
Seria bom que tomasse
Assim Veria o seu próprio defeito
LuísAntonio Padovaani
15/8/1998
Paciência
Na vida tem quer ter muita
Sobretudo quando alguém não tem limite
Não sabe respeitar o próximo
Nunca admite o seu defeito
Semprre aponto o defieto dos outros
Porque cada um pensa que é personagem central de si mesmo
Aponta o dedo para alguém é fácil
O difícil é reconhecer que está errado
O problema dos outros é que não toma simancol
Seria bom que tomasse
Assim Veria o seu próprio defeito
LuísAntonio Padovaani
15/8/1998
Passe para frente
I
Sai do meu pé
Vê que não da pé
Pega um Zé
O que você quer
II
Ah seu Mané
Só pensa em pontapé
O que quer
Quer dar olé
III
O que você quer
Quer dar um Tomé
Sai dessa vida não é
Vai procurar a tua turma de Zé
Luis Antonio Padovani
19/1998
Sir do meu pé expressão idiomática que quer dizer retira-se perto de mim
Zé uma pessoa insignificante
Mané id
Dar o Tomé expressão idiomática que quer dizer enganar
Sai do meu pé
Vê que não da pé
Pega um Zé
O que você quer
II
Ah seu Mané
Só pensa em pontapé
O que quer
Quer dar olé
III
O que você quer
Quer dar um Tomé
Sai dessa vida não é
Vai procurar a tua turma de Zé
Luis Antonio Padovani
19/1998
Sir do meu pé expressão idiomática que quer dizer retira-se perto de mim
Zé uma pessoa insignificante
Mané id
Dar o Tomé expressão idiomática que quer dizer enganar
Senhores e senhoras
I
Oi, oi, oi.
O que foi
Breque de boi
Olha gente
Olha ai
O que foi
Segura as calças para não cair
II
Oi, oi, oi.
O que foi
Breque de boi
Olha gaente
Olha ai
Segura as calças para não cair
III
Oi, oi, oi,
O que foi
Breque de boi
Olha gente
Olha ai
Segura as calças para não cair
Luís Antonio Padovani
26/8/1998
Segura as calças para não expressão idiomática criada por mim que quer dize não pertuba
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 22
Ano da publicação 2012
Oi, oi, oi.
O que foi
Breque de boi
Olha gente
Olha ai
O que foi
Segura as calças para não cair
II
Oi, oi, oi.
O que foi
Breque de boi
Olha gaente
Olha ai
Segura as calças para não cair
III
Oi, oi, oi,
O que foi
Breque de boi
Olha gente
Olha ai
Segura as calças para não cair
Luís Antonio Padovani
26/8/1998
Segura as calças para não expressão idiomática criada por mim que quer dize não pertuba
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 22
Ano da publicação 2012
Dia nenhum
Dia de São Nunca
Que dia é
Dia nenhum
Nunca teve
Nunca terá
São Nunca
Nunca existiu
Nunca existirá
Um personagem que eu criei
Nunca nascerá
Dia nehum
Nunca chegará
Dia de São Nunca
São Nunca, nunca é comentado
Luís Antonio Padovani
31/8/1998
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 53
Ano da publicação 2012
Que dia é
Dia nenhum
Nunca teve
Nunca terá
São Nunca
Nunca existiu
Nunca existirá
Um personagem que eu criei
Nunca nascerá
Dia nehum
Nunca chegará
Dia de São Nunca
São Nunca, nunca é comentado
Luís Antonio Padovani
31/8/1998
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 53
Ano da publicação 2012
Sonoro
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Para parar de parar
Luís Antonio Padovami
10/9/1998
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Pa ra ram ram
Para parar de parar
Luís Antonio Padovami
10/9/1998
Mata
Pueril
Entra na mata para brincar
De bicicleta
De futebol
Enche as pernas e roupas de carrapatos e carrpichos
Renovar as energias
Renovar a população
Anota um dia diferente do outro
Cada dia um assalto
Assalto de alegria
Assalto de susto
É um ser viril
Encanta e enamora a todos
Refletir todas a luzes para si
A bela emoção de uma criança trás para a família
Luís Antonio Padovani
16/9/1998
Entra na mata para brincar
De bicicleta
De futebol
Enche as pernas e roupas de carrapatos e carrpichos
Renovar as energias
Renovar a população
Anota um dia diferente do outro
Cada dia um assalto
Assalto de alegria
Assalto de susto
É um ser viril
Encanta e enamora a todos
Refletir todas a luzes para si
A bela emoção de uma criança trás para a família
Luís Antonio Padovani
16/9/1998
Vasta
Partes
Raras
Intensas
Mnhãs insolaradas
Aromatizadas pelas flores
Verdes campos
Ecxológica
Reina absoluta
A mais bela estação
Da após dia
As flores ficam mais abertas
Mais perfumada
Cheira as flores
O seu aroma agradável
O presente que todos os homens dão para as mulheres
De um inconsciente coletivo
Para dar bom ar ao ambiente
Luís Antonio Padovani
16/9/1998
Raras
Intensas
Mnhãs insolaradas
Aromatizadas pelas flores
Verdes campos
Ecxológica
Reina absoluta
A mais bela estação
Da após dia
As flores ficam mais abertas
Mais perfumada
Cheira as flores
O seu aroma agradável
O presente que todos os homens dão para as mulheres
De um inconsciente coletivo
Para dar bom ar ao ambiente
Luís Antonio Padovani
16/9/1998
Sensação
I
Outro na ferro
Outro na ferradura
Linha dura
Vida dura
É uma ditadura
Mentira!
Quanto dura?
II
Sem nenhuma ternura
Diz se preocupada
Mas qual é o que
Preocupação nenhuma
Faz tipo de preocupada
Vem a ditadura
Com a boca dura
Impõe a ditadura
Com uma cartilha dura
Quer que eu siga como ela seguiu
O meu diploma não vale nada
A dos outros valem
É uma coisa engraçada
Luís Antonio Padovani
30/10/1998
Outro na ferro
Outro na ferradura
Linha dura
Vida dura
É uma ditadura
Mentira!
Quanto dura?
II
Sem nenhuma ternura
Diz se preocupada
Mas qual é o que
Preocupação nenhuma
Faz tipo de preocupada
Vem a ditadura
Com a boca dura
Impõe a ditadura
Com uma cartilha dura
Quer que eu siga como ela seguiu
O meu diploma não vale nada
A dos outros valem
É uma coisa engraçada
Luís Antonio Padovani
30/10/1998
Honestidade
Bom dia, dia
Que o dia seja bom
Bom dia
É que eu desejo
Que o dia seja bom
Bom dia
Quero ver a tua alegria
Transmito energia
Transmito tranquilidade
Transmito simpatia
transmito amizade
Bom dia, dia
Quando amanhece o dia
Vem à noite
Chega a hora de descanso
Desejo lhe boa noite
Que tenho bons sonos
Durma bem
Sem nenhuma interropção
Que o próximo dia seja bom
Bom dia, dia.
Que todos os dia sejam bons
Que todas as noites sejam boas
Que seja feliz tua vida
Luís Antonio Padovani
1/11/1998
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 23
Ano da publicação 2012
Que o dia seja bom
Bom dia
É que eu desejo
Que o dia seja bom
Bom dia
Quero ver a tua alegria
Transmito energia
Transmito tranquilidade
Transmito simpatia
transmito amizade
Bom dia, dia
Quando amanhece o dia
Vem à noite
Chega a hora de descanso
Desejo lhe boa noite
Que tenho bons sonos
Durma bem
Sem nenhuma interropção
Que o próximo dia seja bom
Bom dia, dia.
Que todos os dia sejam bons
Que todas as noites sejam boas
Que seja feliz tua vida
Luís Antonio Padovani
1/11/1998
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 23
Ano da publicação 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Doce dilema
A vida é dura só para quem é mole
A vida é dura só para quem deixa se abater
A vida é dura só para se deixa levar por qualquer coisa
A vida é dura só para quem se ilude
A vida é dura só para quem não sabe zombar
A vida é dura só para quem não tem o espírito de comédia
A vida é dura só para quem não consegue viver a vida na maciota
A vida é dura só para quem não sabe contornar os problemas
A vida é dura só para quem leva a vida nun dilema
A vida é dura só para quem não procura alternativa
Rapadura é doce mas não é mole só para quem é fracassado
Alias o meu ouvido não é pinico para escutar bosta.
Luís Antonio Padovani
2/12/1998
O meu ouvido não pinico para escutar bosta expressão idiomática criada por mim para dizer que eu não quero ouvir assuntos que eu penso que é sem valor
Esta pasta foi feita entre os dias dois de dezmbro de mil novecentos e noventa e oito e quatorze de outubro de um mil novecentos e noventa e nove
A vida é dura só para quem deixa se abater
A vida é dura só para se deixa levar por qualquer coisa
A vida é dura só para quem se ilude
A vida é dura só para quem não sabe zombar
A vida é dura só para quem não tem o espírito de comédia
A vida é dura só para quem não consegue viver a vida na maciota
A vida é dura só para quem não sabe contornar os problemas
A vida é dura só para quem leva a vida nun dilema
A vida é dura só para quem não procura alternativa
Rapadura é doce mas não é mole só para quem é fracassado
Alias o meu ouvido não é pinico para escutar bosta.
Luís Antonio Padovani
2/12/1998
O meu ouvido não pinico para escutar bosta expressão idiomática criada por mim para dizer que eu não quero ouvir assuntos que eu penso que é sem valor
Esta pasta foi feita entre os dias dois de dezmbro de mil novecentos e noventa e oito e quatorze de outubro de um mil novecentos e noventa e nove
Meu grande amor
Eu sou pobre
Você é rico
Eu não tenho inveja de você
Mas você tem inveja de mim
Eu não te entendo
Porque eu não entendo a inveja
Ela é uma coisa tão pobre
Que eu não consigo entender
Você quer ser diferente
É o que você me pergunta quando me encontra
A sua inveja vai até o caixão
Deixar este chão
Entrar nos hemisférios das nunvens para conhecer o Pedrão
Jamais você vai entender uma coisa
Conviver com as diferenças dos outros é uma coisa complicada
Porque as pessoas querem complicar
Viver é fácil
Conviver é que são elas.
Luís Antonio Padovani
8/12/1998
Conviver com as diferenças dos outros é uma complica é criação minha
Você é rico
Eu não tenho inveja de você
Mas você tem inveja de mim
Eu não te entendo
Porque eu não entendo a inveja
Ela é uma coisa tão pobre
Que eu não consigo entender
Você quer ser diferente
É o que você me pergunta quando me encontra
A sua inveja vai até o caixão
Deixar este chão
Entrar nos hemisférios das nunvens para conhecer o Pedrão
Jamais você vai entender uma coisa
Conviver com as diferenças dos outros é uma coisa complicada
Porque as pessoas querem complicar
Viver é fácil
Conviver é que são elas.
Luís Antonio Padovani
8/12/1998
Conviver com as diferenças dos outros é uma complica é criação minha
Coisa interessante
I
É, pois é seu Mané
Vê como é que é
Se conselho fosse bom não seria dado seria pago
II
É, pois é seu Mané
Não adianta avisar
A turma prefere errar
III
É, pois é seu Mané
Vê como é que é
Larga do meu pé chulé
Passa uma vida
E o que mudam são os softweres
As pessoas mudam
A história continua a mesma
Isso é fácil comprovar
Verificar a história é uma maneira de constatar o que eu escrevo
Como diria o velho guerreiro
Nada se cria tudo se copia
Luís Antonio Padovani
11/12/1998
Velho Guereiro acunha de Abelardo Barbosa também conhecido como chacrinha apresentador revolucionário da televisão brasileira.
É, pois é seu Mané
Vê como é que é
Se conselho fosse bom não seria dado seria pago
II
É, pois é seu Mané
Não adianta avisar
A turma prefere errar
III
É, pois é seu Mané
Vê como é que é
Larga do meu pé chulé
Passa uma vida
E o que mudam são os softweres
As pessoas mudam
A história continua a mesma
Isso é fácil comprovar
Verificar a história é uma maneira de constatar o que eu escrevo
Como diria o velho guerreiro
Nada se cria tudo se copia
Luís Antonio Padovani
11/12/1998
Velho Guereiro acunha de Abelardo Barbosa também conhecido como chacrinha apresentador revolucionário da televisão brasileira.
Coisas horríveis
Se for uma coisa que eu não gosto é de enrolar os outros
Eu não sei por que as pessoas me enrolam
Enrolar. enrolar, enrolar
Enrolar, enrolar, enrolar
Enrolar, enrolar, enrolar.
Vai enrolar no seu lar
Enrolar para que
O que tem que fazer faz logo
Já que tem que tem que fazer para que enrolar
Enrola que enorola que enrola
Enrola que enrola que enrola
Quantó que enrola
Isso me irrita
Para de enrolar
Sim ou não
O que eu quero é uma resposta
E ela tem que ser imediata
Porque eu tenho mais o que fazer
Para de empacar a minha vida
Eu quero uma definição agora
Não me deixa nesta agonia
Enrola, que enrola, que enrola
Enrola que enrola que enrola
Enrola que enrola que enrola
Para com isso
Luís Antonio Padovani
17/12/1998
Empacar expressãso idiomátrica que quer dizer indefinição
Enrolar id empacar
Eu não sei por que as pessoas me enrolam
Enrolar. enrolar, enrolar
Enrolar, enrolar, enrolar
Enrolar, enrolar, enrolar.
Vai enrolar no seu lar
Enrolar para que
O que tem que fazer faz logo
Já que tem que tem que fazer para que enrolar
Enrola que enorola que enrola
Enrola que enrola que enrola
Quantó que enrola
Isso me irrita
Para de enrolar
Sim ou não
O que eu quero é uma resposta
E ela tem que ser imediata
Porque eu tenho mais o que fazer
Para de empacar a minha vida
Eu quero uma definição agora
Não me deixa nesta agonia
Enrola, que enrola, que enrola
Enrola que enrola que enrola
Enrola que enrola que enrola
Para com isso
Luís Antonio Padovani
17/12/1998
Empacar expressãso idiomátrica que quer dizer indefinição
Enrolar id empacar
Invente outra
Trocar o disco é uma boa sugestão
Eu estou cansado de ouvir escola
Na férias
Nas ruas
Nas casas
Por onde eu passo é somente escola que eu ouço
Escola, escola, escola.
Esse assunto não cola
Comprova ou semm prova
É preciso de renovação
É preciso de gente nova
É preciso povoar o mundo
Abro as minhas asas
Vejo o céu
O pássaro a revoar
A minha imaginação repovoa
Livre ela voa
Não adianta vir com essa conversa
Escola, escola, escola.
Cola
Escola, escola, escola.
Não cola.
Luis Antonio Padovani
21/12/1998
Eu estou cansado de ouvir escola
Na férias
Nas ruas
Nas casas
Por onde eu passo é somente escola que eu ouço
Escola, escola, escola.
Esse assunto não cola
Comprova ou semm prova
É preciso de renovação
É preciso de gente nova
É preciso povoar o mundo
Abro as minhas asas
Vejo o céu
O pássaro a revoar
A minha imaginação repovoa
Livre ela voa
Não adianta vir com essa conversa
Escola, escola, escola.
Cola
Escola, escola, escola.
Não cola.
Luis Antonio Padovani
21/12/1998
Não há necessidade
I
Não é brincadeira não
Eu não estou aqui para brincar
Eu estou aqui para fazer coisas sérias
E uma questão que eu não tolero é a questão da rima
Eu não compreendo porque as pessoas enfocaram que precisa de rima
Tanto me comprarem que eu faça poema com rima já virou amolação
Uma rima é apenas um detalhe
Ela não deixa o poema belo ou feio
Ela deixa o poema com sem ou rima
II
Tem tantos poemas com rima que são feios
Como diz Domingos Borim
Rimar é fácil
Rima-se abacaxi com xixi e dai né
Por outro lado tem tantos poema sem rima que são bonitos
Carlos Drummonde de Andrade que diz
III
Rimar para depois virar música
Quem diz que os meus poemas viram músicas
Eu faço poemas para me expressar
Colocar aquilo que eu penso
Porque são noventa e nove por cento de transpiração e um por cento de inspiração
Eu faço poemas para dar vazão àquilo que eu penso.
Luís Antonio Padovani
25/12/1998
Domingos Borim amigo meu
Carlos Drummond de Andrade escritor brasileiro
Não é brincadeira não
Eu não estou aqui para brincar
Eu estou aqui para fazer coisas sérias
E uma questão que eu não tolero é a questão da rima
Eu não compreendo porque as pessoas enfocaram que precisa de rima
Tanto me comprarem que eu faça poema com rima já virou amolação
Uma rima é apenas um detalhe
Ela não deixa o poema belo ou feio
Ela deixa o poema com sem ou rima
II
Tem tantos poemas com rima que são feios
Como diz Domingos Borim
Rimar é fácil
Rima-se abacaxi com xixi e dai né
Por outro lado tem tantos poema sem rima que são bonitos
Carlos Drummonde de Andrade que diz
III
Rimar para depois virar música
Quem diz que os meus poemas viram músicas
Eu faço poemas para me expressar
Colocar aquilo que eu penso
Porque são noventa e nove por cento de transpiração e um por cento de inspiração
Eu faço poemas para dar vazão àquilo que eu penso.
Luís Antonio Padovani
25/12/1998
Domingos Borim amigo meu
Carlos Drummond de Andrade escritor brasileiro
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Não tem dia sem feira
Todos os dias têm feira
Todos os dias são dias de muito gasto
Tudo que entra sai
O salário nem esquenta no bolso ele já está em outras mãos
Eu o distribuo para pagar as minhas dividas
Eu o divido entre as despesas
Coloco tudo na dispensa
De onde ela despenca para o prato
Lava toda a casa
De domingo a domingo não há nada que muda
Eu trabalho
Eu gasto
Eu trabalho
Luís Antonio Padovani
25/12/1998
Todos os dias são dias de muito gasto
Tudo que entra sai
O salário nem esquenta no bolso ele já está em outras mãos
Eu o distribuo para pagar as minhas dividas
Eu o divido entre as despesas
Coloco tudo na dispensa
De onde ela despenca para o prato
Lava toda a casa
De domingo a domingo não há nada que muda
Eu trabalho
Eu gasto
Eu trabalho
Luís Antonio Padovani
25/12/1998
Nunca arriscar
I
Demente
De mente
Vem da mente
Mente
II
De mente
Imagino em um avião
Imagino em um helicóptero
Para chegar a Passargada
Viajar, viaja e viajar
Para me sentir livre
Para ver a Terra do céu
Sem João Fernandes Badâmicos ou João Dias
Para ter dias melhores
Como os pássaros eu quer ser livre
Luis Antonio Padovani
2/1/1999
Joáo Fernandes expressão idiomática que quer dizer tolo segundo o dicionário de Cid Franco
Id Badâmico
Id João Dias
Demente
De mente
Vem da mente
Mente
II
De mente
Imagino em um avião
Imagino em um helicóptero
Para chegar a Passargada
Viajar, viaja e viajar
Para me sentir livre
Para ver a Terra do céu
Sem João Fernandes Badâmicos ou João Dias
Para ter dias melhores
Como os pássaros eu quer ser livre
Luis Antonio Padovani
2/1/1999
Joáo Fernandes expressão idiomática que quer dizer tolo segundo o dicionário de Cid Franco
Id Badâmico
Id João Dias
Assim nasce a vida
Minha menina vem que eu te ensino a amar
Eu tenho muitas lições para te dar
A minha vida toda eu fui um aluno
Hoje eu sou o seu professor
De alegria eu quero que você encha a nossa casa
Ver crianças correr de um lado para o outro
Brincarr de goleiro no portão de nossa casa eu vou pensar que é um barato
No natal eu vou me vestir de Papai Noel
Eu não vou imaginar que é saco
Eu vou pensar que é um barato
Um saco de presente é que eu pretendo dar
Luís Antonio Padovani
2/1/1999
Eu tenho muitas lições para te dar
A minha vida toda eu fui um aluno
Hoje eu sou o seu professor
De alegria eu quero que você encha a nossa casa
Ver crianças correr de um lado para o outro
Brincarr de goleiro no portão de nossa casa eu vou pensar que é um barato
No natal eu vou me vestir de Papai Noel
Eu não vou imaginar que é saco
Eu vou pensar que é um barato
Um saco de presente é que eu pretendo dar
Luís Antonio Padovani
2/1/1999
Totalmente
Totalmente livre
É assim que eu escrevo
Rima?
Eu não sei para que?
As pessoas querem que eu rime
Rimar
Amar
Beijar
Namorar
Abraçar
Acariciar
Casar
Transar
Os meus sentimetos não têm rima
Eles são livres como um pássaro no ar
Tal como os meus pensamentos
Analiso todas as doutrinas
Para ver o que elas me ensinam
Para chegar a minha
Rimar é só se for por acidente
A minha escrita é como eu
Natural, aberta e sem nenhuma complicação
Alias se pode simplificar para que complicar
Luís Antonio Padovani
6/1/1999
É assim que eu escrevo
Rima?
Eu não sei para que?
As pessoas querem que eu rime
Rimar
Amar
Beijar
Namorar
Abraçar
Acariciar
Casar
Transar
Os meus sentimetos não têm rima
Eles são livres como um pássaro no ar
Tal como os meus pensamentos
Analiso todas as doutrinas
Para ver o que elas me ensinam
Para chegar a minha
Rimar é só se for por acidente
A minha escrita é como eu
Natural, aberta e sem nenhuma complicação
Alias se pode simplificar para que complicar
Luís Antonio Padovani
6/1/1999
Será que é
Eu não acredito nem um pouco
Fico sempre com um pé atrás
Com uma pulga atrás das orelhas
Quando eu ouço que alguém é meu amigo
Penso logo que interesse tem
Apeser de duvidar das amizade eu nunca falto com respeito
Amigos para mim eu não sei não
Imagino que aqui é uma Roma antiga
Onde havia orgias
Muitos disperdícios
Um império em decadência
Amigos para epiléptico é coisa rara
Amigo é uma joia rara
Que é condicionado a ser condicionado
Amigo será que são
Ou será que não são
Luís Antonio Padovani
9/1/1999
Fico sempre com um pé atrás
Com uma pulga atrás das orelhas
Quando eu ouço que alguém é meu amigo
Penso logo que interesse tem
Apeser de duvidar das amizade eu nunca falto com respeito
Amigos para mim eu não sei não
Imagino que aqui é uma Roma antiga
Onde havia orgias
Muitos disperdícios
Um império em decadência
Amigos para epiléptico é coisa rara
Amigo é uma joia rara
Que é condicionado a ser condicionado
Amigo será que são
Ou será que não são
Luís Antonio Padovani
9/1/1999
Em casa eu quero sossego
Casar-me é uma interrogação
Que eu não penso em tomar com qualquer mulher
Um mulher ignorante eu não quero nem pensar
Chega às ignorâncias que eu ouço no meu serviço
Se eu for me casar com alguém ela vai ter que aceitar a minha biologia
Concordar comigo em tudo
Não discordar nada de mim
Não é que só fale amém para mim
Mas que não me faça de palhaço
E quando me acordar vem com um sorriso de orelha a orelha para mim
Uma mulher tem que ter um nível razoável
Eu quero uma mulher e não uma Maria qualquer
Luís Antonio Padovani
18/1/1999
Que eu não penso em tomar com qualquer mulher
Um mulher ignorante eu não quero nem pensar
Chega às ignorâncias que eu ouço no meu serviço
Se eu for me casar com alguém ela vai ter que aceitar a minha biologia
Concordar comigo em tudo
Não discordar nada de mim
Não é que só fale amém para mim
Mas que não me faça de palhaço
E quando me acordar vem com um sorriso de orelha a orelha para mim
Uma mulher tem que ter um nível razoável
Eu quero uma mulher e não uma Maria qualquer
Luís Antonio Padovani
18/1/1999
Condição
Estar a sós
Um momento de refleção
Um momento para pensar
Refletir sobre mim
Sobre as coisas
Sobre o mundo
Refletir sobre as pessoas que me rodeiam
Refletir sobre um momento
Refletir sobre um assunto
Refletir sobre um fato
Refletir sobre um ato
Refletir é necessário
É necessário para não repetir os erros
Melhorar os acertos
É necessário ter cautela em certas ocasiões
Pensar, pensar, pensar.
Para tomar uma atitude.
Luís Antonio Padovani
27/1/1999
Um momento de refleção
Um momento para pensar
Refletir sobre mim
Sobre as coisas
Sobre o mundo
Refletir sobre as pessoas que me rodeiam
Refletir sobre um momento
Refletir sobre um assunto
Refletir sobre um fato
Refletir sobre um ato
Refletir é necessário
É necessário para não repetir os erros
Melhorar os acertos
É necessário ter cautela em certas ocasiões
Pensar, pensar, pensar.
Para tomar uma atitude.
Luís Antonio Padovani
27/1/1999
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Decisão
Mexe aqui
Mexe ali
Mexe acolá
Rebola bola
Que eu quero ver rebolar
Eu penso que é um espetáculo ver uma mulher rebolar
Rebola com uma naturalidade
Que faz do rebolado um ato fantástico
O rebolado é uma dança que tem um rítimo próprio
O rebolar enche os olhos de alegria
O rebolar é uma poesia sem fim
Rebola de um lado
Rebola de outro
É uma verdadeira sincronia
Luís Antonio Padovani
12/2/1999
Mexe ali
Mexe acolá
Rebola bola
Que eu quero ver rebolar
Eu penso que é um espetáculo ver uma mulher rebolar
Rebola com uma naturalidade
Que faz do rebolado um ato fantástico
O rebolado é uma dança que tem um rítimo próprio
O rebolar enche os olhos de alegria
O rebolar é uma poesia sem fim
Rebola de um lado
Rebola de outro
É uma verdadeira sincronia
Luís Antonio Padovani
12/2/1999
Para ter negócio
Eu conheço o meu gado
É tudo o que ela sabe dizer
É mentira dele
É tudo o que ela sabe dizer
Ele não gosta de trabalhar
É tudo o que ela sabe dizer
Ele gosta de aproveitar das mulheres
É tudo o que ela sabe dizer
Ele é bobo
É tudo o que ela sabe dizer
Ele é funcionário público
É tudo o que ela sabe dizer
Ele não é nada
É tudo o que ela sabe dizer
Unidas venceremos
É tudo o que ela sabe dizer
E renega o meu próprio passado
Ela renega tudo o que eu fiz
Ela renega a minha vida
Ela acredita nela mesma
Ela não desata a sua opinião
Condicionada como ela mesma
Ela não arreda o pé do que diz
É aqulo que ela pensa, pronto e ponto
Niuguém muda acabou
A união faz açucar
E não a força
Luís Antonio Padovani
14/2/1999
É tudo o que ela sabe dizer
É mentira dele
É tudo o que ela sabe dizer
Ele não gosta de trabalhar
É tudo o que ela sabe dizer
Ele gosta de aproveitar das mulheres
É tudo o que ela sabe dizer
Ele é bobo
É tudo o que ela sabe dizer
Ele é funcionário público
É tudo o que ela sabe dizer
Ele não é nada
É tudo o que ela sabe dizer
Unidas venceremos
É tudo o que ela sabe dizer
E renega o meu próprio passado
Ela renega tudo o que eu fiz
Ela renega a minha vida
Ela acredita nela mesma
Ela não desata a sua opinião
Condicionada como ela mesma
Ela não arreda o pé do que diz
É aqulo que ela pensa, pronto e ponto
Niuguém muda acabou
A união faz açucar
E não a força
Luís Antonio Padovani
14/2/1999
Prático
Tenha um dó de mim
Eu sou um velho
Tenha um dó de mim
Eu sou um doente
Tenha um dó de mim
Eu tomo remédio
Tenha um dó de mim
Eu sou solitário
Tenha um dó de mim
Ninguém gosta de mim
Tenha um dó de mim
Eu pago para ter companhia
Tenha um dó de mim
Eu vivo para dizer isso
Tenha um dó de mim
Os amigos que eu adquiri durante a minha vida nenhum vai faze companhia para mim
Tenha um dó de mim
Luís Antonio Padovani
25/2/1999
Eu sou um velho
Tenha um dó de mim
Eu sou um doente
Tenha um dó de mim
Eu tomo remédio
Tenha um dó de mim
Eu sou solitário
Tenha um dó de mim
Ninguém gosta de mim
Tenha um dó de mim
Eu pago para ter companhia
Tenha um dó de mim
Eu vivo para dizer isso
Tenha um dó de mim
Os amigos que eu adquiri durante a minha vida nenhum vai faze companhia para mim
Tenha um dó de mim
Luís Antonio Padovani
25/2/1999
Incrível que pareça
Tem gente que não se toca de jeito nenhum
Por mais que eu aviso que é intolerável
Sempre volta a conversar comigo
Eu não quero ser amigo
Não dá para ser amigo de gente que não tem nada a contribuir com a humanidade
Gente que que faz pesso no mundo e passa desapercebida
Não dá para repetir
Eu já disse incontáveis vezes
Nenhuma das vezes percebeu que eu quero que fique distante
Sei lá tem algo nela que não me agrada e isso me incomoda
Já disse que é para tomar simancol
Mas ela não sabe o que é isso
Mas mesmo que soubesse não iria se mancar que sua pessoa é uma persona non grata
Ir procurar a sua turma eu não vou falar por que eu não gosto de copiar
Porque eu não aprovo o seu modo de ser
Se para mim é inconvineite é para todos
Por que eu penso e pronto.
Luís Antonio Padovani
7/3/1999/
Simancol expressão criada por mim si manca otário
Por mais que eu aviso que é intolerável
Sempre volta a conversar comigo
Eu não quero ser amigo
Não dá para ser amigo de gente que não tem nada a contribuir com a humanidade
Gente que que faz pesso no mundo e passa desapercebida
Não dá para repetir
Eu já disse incontáveis vezes
Nenhuma das vezes percebeu que eu quero que fique distante
Sei lá tem algo nela que não me agrada e isso me incomoda
Já disse que é para tomar simancol
Mas ela não sabe o que é isso
Mas mesmo que soubesse não iria se mancar que sua pessoa é uma persona non grata
Ir procurar a sua turma eu não vou falar por que eu não gosto de copiar
Porque eu não aprovo o seu modo de ser
Se para mim é inconvineite é para todos
Por que eu penso e pronto.
Luís Antonio Padovani
7/3/1999/
Simancol expressão criada por mim si manca otário
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Sem chão
I
Como eu gostaria de passar o tempo todo no ar
Andar de avião
Andarde monomotor
Andar de bimotor
Tanto faz como fez
O importante é andar no ar
II
Como eu gostaria passar o tempo todo no ar
Andar de planador
Andar de helicóptero
Andar de asa delta
Andar sem pisar no chão
Para não escutar besteiras.
Como eu gostaria de ser cego, surdo e mudo
Para não escutar, para não ver besteiras
III
Olha a feira ai... Minha gente
Melancia, beterraba, azeitona, alface, chicória
Olha a feira ai... Dona Maria
A abobrinha está boa
O mamão está na mão
A rucula está excelente
Aproveite, aproveite dona de casa
Abasteça hoje a sua casa
A feira nunca teve tão boa
Luís Antonmio Padovani
8/3/1999
Como eu gostaria de passar o tempo todo no ar
Andar de avião
Andarde monomotor
Andar de bimotor
Tanto faz como fez
O importante é andar no ar
II
Como eu gostaria passar o tempo todo no ar
Andar de planador
Andar de helicóptero
Andar de asa delta
Andar sem pisar no chão
Para não escutar besteiras.
Como eu gostaria de ser cego, surdo e mudo
Para não escutar, para não ver besteiras
III
Olha a feira ai... Minha gente
Melancia, beterraba, azeitona, alface, chicória
Olha a feira ai... Dona Maria
A abobrinha está boa
O mamão está na mão
A rucula está excelente
Aproveite, aproveite dona de casa
Abasteça hoje a sua casa
A feira nunca teve tão boa
Luís Antonmio Padovani
8/3/1999
Dualidade
I
Fechado em si mesmo
Bitolado de um lado só
Bitolado
Segue somente um sentido
Feito uma bitola
Só tem um sentido para ir
II
Usa uma tapa
Que é para enxergar somente de um lado
Tapado
Tapa um lado e vê o outro
Um olho é permanente cego
III
Discrimina
Mina
Minha vida
Implode a minha paciência
Santa ignorância
Perdoai os imbecil
A vida tem dessas coisas
Perdoai fazer o que?
Luís Antonio Padovani
9/3/1999
Bitolado expressão idiomática que quer dizer condicionado citado no livro de expressões idiomáticas de Cid Franco
Tapado id expressão idiomática criada por mim
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 52
Fechado em si mesmo
Bitolado de um lado só
Bitolado
Segue somente um sentido
Feito uma bitola
Só tem um sentido para ir
II
Usa uma tapa
Que é para enxergar somente de um lado
Tapado
Tapa um lado e vê o outro
Um olho é permanente cego
III
Discrimina
Mina
Minha vida
Implode a minha paciência
Santa ignorância
Perdoai os imbecil
A vida tem dessas coisas
Perdoai fazer o que?
Luís Antonio Padovani
9/3/1999
Bitolado expressão idiomática que quer dizer condicionado citado no livro de expressões idiomáticas de Cid Franco
Tapado id expressão idiomática criada por mim
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 52
O que eu vou dizer
Simpatia
Que simpatia nada
É simpático coisa nenhuma
Só tem conversas
Conversas, conversas, conversas
Nada mais que conversa
Se tiver uma coisa que não me agrada é a sua conversa
Logo da um jeito de dizer
São três coisas que eu gosto
Mulher, mulher, mulher
Que modo de tratar uma mulher
Mulher não é coisa
Mulher é mulher
Mulher não é uma coisa
Isso não da para ouvir
Está certo de que eu gosto de mulher
Eu penso em mulher
Mas eu não vejo com obssessão
Eu a vejo como uma mulher
Se der para namorar tudo bem
Se não der para namorar tudo bem
Se simpatica é uma ova
Tem cada conversa que parece duas
Luís Antonio Padovani
10/3/1999
Parece duas expressão idiomática criada por mim que quer dizer coisa inacreditável de acontecer.
Que simpatia nada
É simpático coisa nenhuma
Só tem conversas
Conversas, conversas, conversas
Nada mais que conversa
Se tiver uma coisa que não me agrada é a sua conversa
Logo da um jeito de dizer
São três coisas que eu gosto
Mulher, mulher, mulher
Que modo de tratar uma mulher
Mulher não é coisa
Mulher é mulher
Mulher não é uma coisa
Isso não da para ouvir
Está certo de que eu gosto de mulher
Eu penso em mulher
Mas eu não vejo com obssessão
Eu a vejo como uma mulher
Se der para namorar tudo bem
Se não der para namorar tudo bem
Se simpatica é uma ova
Tem cada conversa que parece duas
Luís Antonio Padovani
10/3/1999
Parece duas expressão idiomática criada por mim que quer dizer coisa inacreditável de acontecer.
Uma pandega
É uma verdaeira piada essa minha vida aqui
Todos os dias me dão acessos de risos
Para me para nada
Falar coisa alguma
Dizer namorado virtual
Fala por falar
Porque eu não estou nem um pouco interessado
Imaginam-se importante
Acompanhada de Bruna
Maria sentada no Banco da Praça Lucas Mateus sempre da um jeito de interromper a minha ida para a minha casa
Para duzer às conversas que eu não quero ouvir
Se ela tem namorado virtual ou não isso não me diz respeito
Eu não me interesso por ela
Ela é João para mim
Qualquer um aqui para mim é João
O meu problema é driblá-los
Luís Antonio Padovani
18/3/1999/
Todos os dias me dão acessos de risos
Para me para nada
Falar coisa alguma
Dizer namorado virtual
Fala por falar
Porque eu não estou nem um pouco interessado
Imaginam-se importante
Acompanhada de Bruna
Maria sentada no Banco da Praça Lucas Mateus sempre da um jeito de interromper a minha ida para a minha casa
Para duzer às conversas que eu não quero ouvir
Se ela tem namorado virtual ou não isso não me diz respeito
Eu não me interesso por ela
Ela é João para mim
Qualquer um aqui para mim é João
O meu problema é driblá-los
Luís Antonio Padovani
18/3/1999/
Todos os dias
Bom dia, dia
Todo dia é dia
Não importa a hora
Todaa as horas é dia
Cedo é dia
Tarde é dia
Noite é dia
Bom dia, dia
Todo dia é dia
Que seja bom
Se não for bom...
Paciência!!!
Pelo menos desejei
Bom dia, dia
Que bom seria!!!
Se todos os fossem bons
Bom dia.
Luís Antonio Padovani
20/3/1999
Todo dia é dia
Não importa a hora
Todaa as horas é dia
Cedo é dia
Tarde é dia
Noite é dia
Bom dia, dia
Todo dia é dia
Que seja bom
Se não for bom...
Paciência!!!
Pelo menos desejei
Bom dia, dia
Que bom seria!!!
Se todos os fossem bons
Bom dia.
Luís Antonio Padovani
20/3/1999
Indigesto
Desmoralizar
É a única intenção
Eu não sei por que cargas d'água
Mas enfim é assim que ela se comporta
Mentira
É tudo que fala sobre mim
Ao fazer isso é deseja manipular-me
Sendo que eu odeio mentiras
A mentira não leva a nada
Ela só destroi
Ela corroi
Ela diz que eu não tenho aptidão nenhuma
Essa sua certeza diz ele que foi uma psiquiatra que diagnoticou
Mas eu não me lembaro de eu fazer nenhum teste de aptidão
Isso faz com que eu queira sair daqui e nunca mais voltar
É que eu vejo estranha tamanha mentira se perpetua por muito tempo
Em razão disso eu criei o dinheiro é a mola do mundo
Quem manda no mundo é quem tem dinheiro
Luía Antonio Padovani
26/3/1999
É a única intenção
Eu não sei por que cargas d'água
Mas enfim é assim que ela se comporta
Mentira
É tudo que fala sobre mim
Ao fazer isso é deseja manipular-me
Sendo que eu odeio mentiras
A mentira não leva a nada
Ela só destroi
Ela corroi
Ela diz que eu não tenho aptidão nenhuma
Essa sua certeza diz ele que foi uma psiquiatra que diagnoticou
Mas eu não me lembaro de eu fazer nenhum teste de aptidão
Isso faz com que eu queira sair daqui e nunca mais voltar
É que eu vejo estranha tamanha mentira se perpetua por muito tempo
Em razão disso eu criei o dinheiro é a mola do mundo
Quem manda no mundo é quem tem dinheiro
Luía Antonio Padovani
26/3/1999
terça-feira, 24 de abril de 2012
Idiotizado
Advogado do diabo
Advogado de si mesmo
Quem não tem cão caça com gato
Quem não tem defensor
Defende a si mesmo
Auto proclama-se simpático
Mas não é nem um pouco
Simpático sou eu
Eu penso que eu sou simpático
Eu sou simpático da mesma maneira que você pensa que é simpatico
Onde você é simpático eu não sei
Eu procurei encontrar
Eu não achei
A sua simpatia deve ter ficado perdida por ai
Se você imagina que eu não sou simpático o problema é seu
A imagem que você faz de mim eu não quero saber
Eu tenho certeza de que eu sou
Assim como você tem certeza de que é
E quem vai falar ao contrário
Luís Antonio Padovani
3/4/1999
Advogado de si mesmo
Quem não tem cão caça com gato
Quem não tem defensor
Defende a si mesmo
Auto proclama-se simpático
Mas não é nem um pouco
Simpático sou eu
Eu penso que eu sou simpático
Eu sou simpático da mesma maneira que você pensa que é simpatico
Onde você é simpático eu não sei
Eu procurei encontrar
Eu não achei
A sua simpatia deve ter ficado perdida por ai
Se você imagina que eu não sou simpático o problema é seu
A imagem que você faz de mim eu não quero saber
Eu tenho certeza de que eu sou
Assim como você tem certeza de que é
E quem vai falar ao contrário
Luís Antonio Padovani
3/4/1999
Compasso
No compasso dessa vida eu vou
No compasso dessa vida eu vou
Passo a passo
Marca os meus passos
No meu coração vai
Marca passo
Passo a passo
Marca o meu passo
Marca passo
Passo
Passo que eu passo
No compasso dessa vida eu vou
No compasso dessa vida eu vou
Passo a passo
Marca o meu passo
Marca passo
Luís Antonio Padovani
20/4/1999
No compasso dessa vida eu vou
Passo a passo
Marca os meus passos
No meu coração vai
Marca passo
Passo a passo
Marca o meu passo
Marca passo
Passo
Passo que eu passo
No compasso dessa vida eu vou
No compasso dessa vida eu vou
Passo a passo
Marca o meu passo
Marca passo
Luís Antonio Padovani
20/4/1999
Apêndice
Despeito
Diz respeito ao peito
Dor de cotovelo
Dor de corno
Para mim
Fica assim
Eu de um lado
Você do outro
Porque você não diz nada
É um nada
Ou será que é alguma coisa
Ignoro-o completamente
Você não tem mente
Mente que nem sente
Acredita na mentira
O seu lar um posto de gasolina
Para tomar um gás
Vai direto a bomba de álcool
Toma de golada
Todas as noites faz uma goleada
Fica de porre
Diz que é para conquistar as meninas
Discrimina quem não faz o mesmo
Luís Antonio Padovani
6/6/1999
Diz respeito ao peito
Dor de cotovelo
Dor de corno
Para mim
Fica assim
Eu de um lado
Você do outro
Porque você não diz nada
É um nada
Ou será que é alguma coisa
Ignoro-o completamente
Você não tem mente
Mente que nem sente
Acredita na mentira
O seu lar um posto de gasolina
Para tomar um gás
Vai direto a bomba de álcool
Toma de golada
Todas as noites faz uma goleada
Fica de porre
Diz que é para conquistar as meninas
Discrimina quem não faz o mesmo
Luís Antonio Padovani
6/6/1999
Sempre
Um dia vai
Outro dia vem
Um dia vai
Outro dia vem
Um dia vai
Outro dia vem
Um dia vai
Outro dia vem
Neste eterne vai vem
Um dia vai
Outro dia vem
Em uma sequência lógica
Um dia vai
Um dia vem
Luís Antonio Padovani
9/6/1999
Outro dia vem
Um dia vai
Outro dia vem
Um dia vai
Outro dia vem
Um dia vai
Outro dia vem
Neste eterne vai vem
Um dia vai
Outro dia vem
Em uma sequência lógica
Um dia vai
Um dia vem
Luís Antonio Padovani
9/6/1999
Positivo
Seja positivo
Não fique em cima do muro
O mundo precisa saber a sua opinião
Ela não é muito importante
Mas o mundo quer saber a sua opinião
Seja qual for ela
Essa história de ficar indefinido
Não da muito certo
O certo é tomar uma decisão
Se for certa ou errada
Jamais irá saber se não tomar
Arriscar é o que deve fazer
Amanha saberá se foi certa ou não
Mas o importante agora é tomar decisão
Luuís Antonio Padovani
14/6/1999
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Absurdo a parte
Cidade
Passa idade
Passividade
Nada muda
Passa a idade
Provoca-me irritabilidade
Todas as idades
Sem nenhuma novidade
Parece uma coisa incrível
O tempo passa
E mais nada
E assim se arrasta
Pela toda eternidade
Um situação dessas é uma raridade
Luís Antonio Padovani
4/7/1999
Passa idade
Passividade
Nada muda
Passa a idade
Provoca-me irritabilidade
Todas as idades
Sem nenhuma novidade
Parece uma coisa incrível
O tempo passa
E mais nada
E assim se arrasta
Pela toda eternidade
Um situação dessas é uma raridade
Luís Antonio Padovani
4/7/1999
Haja saco
Sexo, sexo, sexo.
Mais sexo
Todas as horas
É de dia
É de tarde
É de noite
O tempo todo
De pé
Sentado
Deitado
Em qualquer posição
Criança
Jovem
Adulto
Idoso
Não importa a idade
Não importa a faixa etária
Não importa o lugar
Não importa o instante
A única coisa que pensa
Se é que pensa
É sexo
Não é que eu não goste de sexo
Não é que eu não goste de mulher
Eu gosto sim
Mas falar o dia todo é problema
Variar um pouco de assunto
Falar de assuntos sérios de vez em quando é bom
Luís Antonio Padovani
9/7/1999
Mais sexo
Todas as horas
É de dia
É de tarde
É de noite
O tempo todo
De pé
Sentado
Deitado
Em qualquer posição
Criança
Jovem
Adulto
Idoso
Não importa a idade
Não importa a faixa etária
Não importa o lugar
Não importa o instante
A única coisa que pensa
Se é que pensa
É sexo
Não é que eu não goste de sexo
Não é que eu não goste de mulher
Eu gosto sim
Mas falar o dia todo é problema
Variar um pouco de assunto
Falar de assuntos sérios de vez em quando é bom
Luís Antonio Padovani
9/7/1999
Homenagem
Homenagem em vida
É tudo que um alguém tem que fazer para um outro alguém
Homenagear feitos de alguém quando alguém estiver vivo
Depois que estiver morto não adianta nada
Reparar um erro é só quando alguém estiver vivo
Uma homenagem tem que ser feita de verdade
Ela não pode ser feita para inglês ver
Não adianta nada malhar alguém a vida toda
E depois que estiver em agonia tenta reparar
Consertar quando a tempo de consertar
Se não o que adianta
Luís Antonio Padovani
31/7/1999
É tudo que um alguém tem que fazer para um outro alguém
Homenagear feitos de alguém quando alguém estiver vivo
Depois que estiver morto não adianta nada
Reparar um erro é só quando alguém estiver vivo
Uma homenagem tem que ser feita de verdade
Ela não pode ser feita para inglês ver
Não adianta nada malhar alguém a vida toda
E depois que estiver em agonia tenta reparar
Consertar quando a tempo de consertar
Se não o que adianta
Luís Antonio Padovani
31/7/1999
Coisas que acontecem
I
Fazer chover no molhado
É uma coisa engraçada
Negar o óbvio
É tão cômico
Que não da para segurar a risada
II
Chover no molhado
É negar o que não pode ser negado
É negar o que foi feito
Meu Deus! Como pode?
Tamanha idiotice
Fico perplexo
III
Chover no molhado
Quando acontece isso eu saio de perto ou então desconverso
IV
Chover no molhado
É tão ridículo
Que faz o palhaço perder a graça
Ai meu Deus isso é uma comédia
E querem que eu leve a sério
Piada de mau gosto
É sério
Luís Antonio Padovani
16/8/1999
Fazer chover no molhado
É uma coisa engraçada
Negar o óbvio
É tão cômico
Que não da para segurar a risada
II
Chover no molhado
É negar o que não pode ser negado
É negar o que foi feito
Meu Deus! Como pode?
Tamanha idiotice
Fico perplexo
III
Chover no molhado
Quando acontece isso eu saio de perto ou então desconverso
IV
Chover no molhado
É tão ridículo
Que faz o palhaço perder a graça
Ai meu Deus isso é uma comédia
E querem que eu leve a sério
Piada de mau gosto
É sério
Luís Antonio Padovani
16/8/1999
Olha para ti
Antes de olhar para a vida dos outros olha para a sua vida
A sua vida é telhado de vidro
Qualquer estilingue pode quebrar
Se eu fosse você eu olharia para o meu espelho
Veria o que estaria errado em minha casa
Tentaria consertar
Falar da vida dos outros é muito fácil
O difícil é tomar conta da tua própria vida
É o que você tem que fazer
Ao invés de falar as mesmas bobagens de sempre
Olhar ao seu redor
Luís Antonio Padovani
21/9/1999
A sua vida é telhado de vidro
Qualquer estilingue pode quebrar
Se eu fosse você eu olharia para o meu espelho
Veria o que estaria errado em minha casa
Tentaria consertar
Falar da vida dos outros é muito fácil
O difícil é tomar conta da tua própria vida
É o que você tem que fazer
Ao invés de falar as mesmas bobagens de sempre
Olhar ao seu redor
Luís Antonio Padovani
21/9/1999
Lixo é pouco
Confiança eu não tenho nenhum pouco
Eu não quero fazer aliança por aqui
Eu penso que é perigoso
Sempre olho com desconfiança
A esperança não é ultima que morre
Ela já morreu
E faz muito tempo
Amiogos aqui é coisa rara
Encontrar um tem qua guardar muito bem guardado por que é um tesouro
É algo muito precioso
Mesmo assim quando alguém diz ser meu pergunto eu pergunto até quando
E eu mesmo me respondo eu não sei
Ou por outro lado
Até a primeira recusa do primeiro copo de cerveja
Luís Antonio Padovani
7/9/1999
Eu não quero fazer aliança por aqui
Eu penso que é perigoso
Sempre olho com desconfiança
A esperança não é ultima que morre
Ela já morreu
E faz muito tempo
Amiogos aqui é coisa rara
Encontrar um tem qua guardar muito bem guardado por que é um tesouro
É algo muito precioso
Mesmo assim quando alguém diz ser meu pergunto eu pergunto até quando
E eu mesmo me respondo eu não sei
Ou por outro lado
Até a primeira recusa do primeiro copo de cerveja
Luís Antonio Padovani
7/9/1999
Importante
Não é a primeira impressão é que fica é a ultima
A ultima impressão apaga a ultima
A ultima impressão apaga a ultima
A ultima impressão apaga a ultima
Sempre a ultima impressão apaga a ultima impressão
Falar que a ultima impressão é que fica é folclore
Porque a ultima impressão apaga a ultima
A anterior apaga a anterior
Sempre deixamos a ultima impressão
Se não formos sempre iguais à primeira impressão deixa de existir por causa da ultima
É mentira que a primeira impressão é que fica
Porque sempre deixamos mais impressões
A impressão que fica impressa é aquele que vemos por ultimo.
Luis Antonio Padovani
23/4/2012
A ultima impressão apaga a ultima
A ultima impressão apaga a ultima
A ultima impressão apaga a ultima
Sempre a ultima impressão apaga a ultima impressão
Falar que a ultima impressão é que fica é folclore
Porque a ultima impressão apaga a ultima
A anterior apaga a anterior
Sempre deixamos a ultima impressão
Se não formos sempre iguais à primeira impressão deixa de existir por causa da ultima
É mentira que a primeira impressão é que fica
Porque sempre deixamos mais impressões
A impressão que fica impressa é aquele que vemos por ultimo.
Luis Antonio Padovani
23/4/2012
domingo, 22 de abril de 2012
Tempestade
Homens vazios
Tomam cerveja
Discutem futebol
Conversam sobre mulher
Homens fúteis
Que veem a vida passar
O ponteiro é implacável
Segundo a segundo vai mudar
O mundo vai mudar
A geografia vai mudar
Onde não havia País
Passa a existir
A história vai mudar
Tudo muda
Mias aqui em Muselândia
Nada muda
Pessoas fantasiosas
De histórias magniíficas
São facilmente encontradas
Em qualquer quadrante
Em qualquer lugar
Neurôticos anônimos
Passam o dia a controlar
A vida de um
A vida de outro
Sem, no entanto
Controlar a própria vida
Ridiculamente vivida
Luís Antonio Padovani
9/9/1999
Tomam cerveja
Discutem futebol
Conversam sobre mulher
Homens fúteis
Que veem a vida passar
O ponteiro é implacável
Segundo a segundo vai mudar
O mundo vai mudar
A geografia vai mudar
Onde não havia País
Passa a existir
A história vai mudar
Tudo muda
Mias aqui em Muselândia
Nada muda
Pessoas fantasiosas
De histórias magniíficas
São facilmente encontradas
Em qualquer quadrante
Em qualquer lugar
Neurôticos anônimos
Passam o dia a controlar
A vida de um
A vida de outro
Sem, no entanto
Controlar a própria vida
Ridiculamente vivida
Luís Antonio Padovani
9/9/1999
Coisas incompatíveis
Eu e você
Você e eu
São coisas incompatíveis
Você não pode viver comigo
E eu não posso viver com você
Não podemos ser amigos
Porque as nossa ideias não são as mesmas
Com todas as certezas do mundo você me xinga
E com todas as certezas do mundo eu te xingo
Nós não podemos viver no mesmo espaço
Isso vai dar atrito
Vamos entrar em conflito
Desse jeito não vai dar para ter filhos
Por mais que eu procure me aproximar de você
Você refuga
Encontra um motivo para sair em fuga
Luís Antronio Padovani
10/9/1999
Você e eu
São coisas incompatíveis
Você não pode viver comigo
E eu não posso viver com você
Não podemos ser amigos
Porque as nossa ideias não são as mesmas
Com todas as certezas do mundo você me xinga
E com todas as certezas do mundo eu te xingo
Nós não podemos viver no mesmo espaço
Isso vai dar atrito
Vamos entrar em conflito
Desse jeito não vai dar para ter filhos
Por mais que eu procure me aproximar de você
Você refuga
Encontra um motivo para sair em fuga
Luís Antronio Padovani
10/9/1999
Tomar simancol
Eu não preciso mudar de religão para mudar de vida
Eu não preciso mudar de religião para saber que a bebida me prejudica
Eu não preciso mudar de religião para saber que o jogo me prejudica
Eu não preciso mudar de religião para saber que eu tenho que ser fiel a minha mulher
Eu não preciso mudar de religião para saber que a mulher não é feita para apanhar
Eu não preciso mudar de religião para saber que eu tenho que dar mais atenção a minha família
Eu não preciso mudar de religião para saber que eu tenho que ser fiel a Deus
Eu não preciso mudar de religião para ser feliz
Eu não preciso mudar de religião para saber qua a droga me prejudica
Eu não preciso mudar de religião para saber o obvio
Eu preciso olhar para o espelho
Eu preciso mudar de atitude
Eu preciso mudar de amigos
Eu preciso procurar outras estradas
Eu preciso desbravar novos caminhos
Eu preciso me encontrar
Porque não é a religião que vai me mudar
Sou eu que eu tenho que me muda
Luís Antonio Padovani
12/9/1999
Eu não preciso mudar de religião para saber que a bebida me prejudica
Eu não preciso mudar de religião para saber que o jogo me prejudica
Eu não preciso mudar de religião para saber que eu tenho que ser fiel a minha mulher
Eu não preciso mudar de religião para saber que a mulher não é feita para apanhar
Eu não preciso mudar de religião para saber que eu tenho que dar mais atenção a minha família
Eu não preciso mudar de religião para saber que eu tenho que ser fiel a Deus
Eu não preciso mudar de religião para ser feliz
Eu não preciso mudar de religião para saber qua a droga me prejudica
Eu não preciso mudar de religião para saber o obvio
Eu preciso olhar para o espelho
Eu preciso mudar de atitude
Eu preciso mudar de amigos
Eu preciso procurar outras estradas
Eu preciso desbravar novos caminhos
Eu preciso me encontrar
Porque não é a religião que vai me mudar
Sou eu que eu tenho que me muda
Luís Antonio Padovani
12/9/1999
Grito
I
Eu grito para todos os cantos do mundo que au não gosto de você porque você não gosta de mim
Mesmo porque você não dá nenhuma oportunidade
Por causa de sua teimosia
Eu fico nesse dilema
Você me zomba
Eu te zombo
II
Zomba-te na tua cara
Ao ler os meus livros de minha biblioteca em um lugar público
Ignoro te a tua presença
Ao andar com uma camiseta escrita por mim tome simancol
Penso que tu és ignorante
Como tu és idiota
III
Pensas que tu estás com essa bola toda
A sua bola é murcha
Em todas as idiotices que tu fazes eu dou risado
E eu digo não são possíveis umas coisas dessas
IV
Eu vibro com cada derrota que tu sofres
Para mim é importante que você esteja fora da divisão de elite
Uma vez que você vive o seu mundo particular
Para você se o seu dinheiro estiver em sua conta bancária tudo bem os outros é que se virem porque não são quadrados.
Luís Antonio Padovani
13/9/1999
Eu grito para todos os cantos do mundo que au não gosto de você porque você não gosta de mim
Mesmo porque você não dá nenhuma oportunidade
Por causa de sua teimosia
Eu fico nesse dilema
Você me zomba
Eu te zombo
II
Zomba-te na tua cara
Ao ler os meus livros de minha biblioteca em um lugar público
Ignoro te a tua presença
Ao andar com uma camiseta escrita por mim tome simancol
Penso que tu és ignorante
Como tu és idiota
III
Pensas que tu estás com essa bola toda
A sua bola é murcha
Em todas as idiotices que tu fazes eu dou risado
E eu digo não são possíveis umas coisas dessas
IV
Eu vibro com cada derrota que tu sofres
Para mim é importante que você esteja fora da divisão de elite
Uma vez que você vive o seu mundo particular
Para você se o seu dinheiro estiver em sua conta bancária tudo bem os outros é que se virem porque não são quadrados.
Luís Antonio Padovani
13/9/1999
Cria atividade
Criatura de Deus
Se for uma coisa que eu quero de alguém é a criatividade
Uma criatura não pode viver sem ela
A criatividade é muito importante para qualquer atividade
Sem ela nada vai para frente
Fazer da ataividade de criar uma profissão para todos os profissionais
Uma pessoa sem criatividade é uma pessoa sem graça
Uma pessoa sem graxa
Uma pessoa sem brilho
A criatividade é uma atividade que gosta de criar atividades
Isso é bom porque mexe com os neurônios
E o mundo evolui
Luís Antonio Padovani
15/9/1999
Se for uma coisa que eu quero de alguém é a criatividade
Uma criatura não pode viver sem ela
A criatividade é muito importante para qualquer atividade
Sem ela nada vai para frente
Fazer da ataividade de criar uma profissão para todos os profissionais
Uma pessoa sem criatividade é uma pessoa sem graça
Uma pessoa sem graxa
Uma pessoa sem brilho
A criatividade é uma atividade que gosta de criar atividades
Isso é bom porque mexe com os neurônios
E o mundo evolui
Luís Antonio Padovani
15/9/1999
Sabedoria
Eu não gosto nada que seja empurrado
Não é que eu seja emburrado ou empacado
Mas uma coisa eu penso
Tudo que é empurrado não presta
Empurrar uma mulher para mim guela a baixo
Imagina uma coisa só
Se eu vou permitir umas coisas dessas
A minha mulher quem vai esoclher sou eu
Eu não admito interferência
Pronto e acabou
Terminou essa época de alguém escolher uma mulher para o outro
O mundo agor é livre
O homem escolhe a sua mulher
A mullher escolhe o seu homem
Em fim
Deu para entender ou não
Entendicha bicha
Luís Antonio Padovani
19/0/1999
Não é que eu seja emburrado ou empacado
Mas uma coisa eu penso
Tudo que é empurrado não presta
Empurrar uma mulher para mim guela a baixo
Imagina uma coisa só
Se eu vou permitir umas coisas dessas
A minha mulher quem vai esoclher sou eu
Eu não admito interferência
Pronto e acabou
Terminou essa época de alguém escolher uma mulher para o outro
O mundo agor é livre
O homem escolhe a sua mulher
A mullher escolhe o seu homem
Em fim
Deu para entender ou não
Entendicha bicha
Luís Antonio Padovani
19/0/1999
Crônica
Eu não ameaço
Eu vou e faço
Eu não gosto nada a prazo
Eu prefiro fazer no ato
Eu não gosto de mandar
Eu prefiro eu mesmo fazer
Pois eu sei eu vou obter.
Eu não gosto de demora
Eu gosto de coisa na hora
Eu não gosto de desculpas
Eu prefiro assumir a culpa
Eu não quero ser os outros
Eu prefiro ser eu mesmo
Autentico
Sem nenhuma cópia
Com minhas ideias
Janiais protituir-me
Eu sei ddeo que me chama
Masz eunão estou nem aí
Vou em frente
Sigo a minha vida
Passo a vida relatar
O modo de cada pensar
Eu não gosto de reparar
Eu prefiro amparar.
Luís Antonio Padovani
21/9/1999
Eu vou e faço
Eu não gosto nada a prazo
Eu prefiro fazer no ato
Eu não gosto de mandar
Eu prefiro eu mesmo fazer
Pois eu sei eu vou obter.
Eu não gosto de demora
Eu gosto de coisa na hora
Eu não gosto de desculpas
Eu prefiro assumir a culpa
Eu não quero ser os outros
Eu prefiro ser eu mesmo
Autentico
Sem nenhuma cópia
Com minhas ideias
Janiais protituir-me
Eu sei ddeo que me chama
Masz eunão estou nem aí
Vou em frente
Sigo a minha vida
Passo a vida relatar
O modo de cada pensar
Eu não gosto de reparar
Eu prefiro amparar.
Luís Antonio Padovani
21/9/1999
Incrível teimosia
Não tem outra coisa para dizer
Eu já cansei de suas histórias
Eu já cansei de suas reprises
E cada reprise que eu ouço eu me lembro de um xará
É por isso que o slow motion faz sucesso
E é por isso que vocês não cansam de repetir
E querem que eu repita
Da câmara lenta vê se melhor quadro a quadro de um lance
Mas a câmara lenta não é o meu estilo de viver
Não me venha com as notícias velhas
Venha com as notícias novas
As velhas eu já sei
Eu falei está falado
Faro meu
Luís Antonio Padovani
11/10/1999
Eu já cansei de suas histórias
Eu já cansei de suas reprises
E cada reprise que eu ouço eu me lembro de um xará
É por isso que o slow motion faz sucesso
E é por isso que vocês não cansam de repetir
E querem que eu repita
Da câmara lenta vê se melhor quadro a quadro de um lance
Mas a câmara lenta não é o meu estilo de viver
Não me venha com as notícias velhas
Venha com as notícias novas
As velhas eu já sei
Eu falei está falado
Faro meu
Luís Antonio Padovani
11/10/1999
Estação
I
Pirajuí é a cidade
Da chácara que eu assisto o trem passar
Piui, piui, piui,. piui, piui, piui, piui
É o tic tac do trem
Eu vejo do cantinho do nono
De propriedade de minha avó
Carregava gente
Carregava carga
Sempre lotado
Uma linha que vai de Bauru a Santa Cruz de la Sierra
A noroeste do Brasil passava alguns metrosm de onde eu passava as minhas férias escolares
Ia para algum lugar
Piui, piui, piui, piui, piui, piui, piui,piui
É o tic tac do trem
A rua é Riachuelo número dez
II
Lá da estação onde tem um campinho de terra com dois travessões de ferro
Era ali mesmo que a molecada se reunia
Todos iam jogar um joguinho de futebol
Cinco vira deiz acaba
Ou até acabar as forças das pernas ou o placar
Ali o tempo do jogo era a manhã ou até a fome apertar
Ou podia ser a tarde inteira ou atéa fome apertar
Dependia do horário que a criançada queria se reunir
Um campinho que eu me lembro carinhosamente
O caminho para irmos ao jogo era no meio do mato, pelo paralelepído ou pela mina da água.
Do campo via se a chácara que foi o cantinho do nono eu ia desfrutar as minhas folgas escolares e que vivia a trepar nas árvores frutíferas
Manga, laranja, goiaba
Parreira de uvas sempre ficava debaixo dela
Criação de galinhas, porco, marreco e ganso.
Plantação de tomate e alface.
Luis Antonio Padovani
14/10/1999
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Páginas 50 e 51
Ano da publicação 2012
Pirajuí é a cidade
Da chácara que eu assisto o trem passar
Piui, piui, piui,. piui, piui, piui, piui
É o tic tac do trem
Eu vejo do cantinho do nono
De propriedade de minha avó
Carregava gente
Carregava carga
Sempre lotado
Uma linha que vai de Bauru a Santa Cruz de la Sierra
A noroeste do Brasil passava alguns metrosm de onde eu passava as minhas férias escolares
Ia para algum lugar
Piui, piui, piui, piui, piui, piui, piui,piui
É o tic tac do trem
A rua é Riachuelo número dez
II
Lá da estação onde tem um campinho de terra com dois travessões de ferro
Era ali mesmo que a molecada se reunia
Todos iam jogar um joguinho de futebol
Cinco vira deiz acaba
Ou até acabar as forças das pernas ou o placar
Ali o tempo do jogo era a manhã ou até a fome apertar
Ou podia ser a tarde inteira ou atéa fome apertar
Dependia do horário que a criançada queria se reunir
Um campinho que eu me lembro carinhosamente
O caminho para irmos ao jogo era no meio do mato, pelo paralelepído ou pela mina da água.
Do campo via se a chácara que foi o cantinho do nono eu ia desfrutar as minhas folgas escolares e que vivia a trepar nas árvores frutíferas
Manga, laranja, goiaba
Parreira de uvas sempre ficava debaixo dela
Criação de galinhas, porco, marreco e ganso.
Plantação de tomate e alface.
Luis Antonio Padovani
14/10/1999
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Páginas 50 e 51
Ano da publicação 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Amor, uma alegria.
I
Só eu fiquei quando ficolu longe
Em nenhum outro momento eu encontrei mulher como ela
Está certo que tinha os seus problemas, mas quem não os tem.
Ela não se inocmodava com o meu jeito
Ela gerou um problema sério
E de fácil solução
A cidade de Uberlândia
Um problema de coração
II
A cada dia que passa
Não há quem faça
Amor melhor
Uberlânida é o que há
Ube, Ube, Ube
Be, Be, Be
Uberlândia
III
Eu tenho um problema sério
É de fácil resolução
É a cidade de Uberlândia
Um problema de coração
Luís Antonio Padovani
17/10/1999
Esta pasta iniciou-se em 17 de outubro de 1999 e terminada em 8 de dezembro de 2001
Só eu fiquei quando ficolu longe
Em nenhum outro momento eu encontrei mulher como ela
Está certo que tinha os seus problemas, mas quem não os tem.
Ela não se inocmodava com o meu jeito
Ela gerou um problema sério
E de fácil solução
A cidade de Uberlândia
Um problema de coração
II
A cada dia que passa
Não há quem faça
Amor melhor
Uberlânida é o que há
Ube, Ube, Ube
Be, Be, Be
Uberlândia
III
Eu tenho um problema sério
É de fácil resolução
É a cidade de Uberlândia
Um problema de coração
Luís Antonio Padovani
17/10/1999
Esta pasta iniciou-se em 17 de outubro de 1999 e terminada em 8 de dezembro de 2001
Longe se vai
Longe se vai para nunca mais voltar
Vai embora e fica por lá mesmo
Os nossos santos não se cruzam
Então não venha mais perto de mim
Eu não sei por que você me cumprimenta
Você para mim é algo sem sabor
O mesmo que sem sal e sem açúcar
Uma coisa sonsa
Nem assunto entre nós da liga
Eu não ligo para você
E você não liga para mim
Então para de me cumprimentar
Saudações entre nós nunca mais
E nem vai ficar na saudade
Porque não há nada entre nós que nos liga
Então me desliga de sua vida.
Luís Antonio Padovani
18/10/1999
Vai embora e fica por lá mesmo
Os nossos santos não se cruzam
Então não venha mais perto de mim
Eu não sei por que você me cumprimenta
Você para mim é algo sem sabor
O mesmo que sem sal e sem açúcar
Uma coisa sonsa
Nem assunto entre nós da liga
Eu não ligo para você
E você não liga para mim
Então para de me cumprimentar
Saudações entre nós nunca mais
E nem vai ficar na saudade
Porque não há nada entre nós que nos liga
Então me desliga de sua vida.
Luís Antonio Padovani
18/10/1999
Incomparável
Todos os dias
Todas as horas
Todas as esquinas
Sempre lembra da bichona-gay
Comenta sempre comigo
É algo que ficou em sua mente
Uma parte de mim com certeza
Eu não sei qual é o motivo
Eu nem quero saber
Mas é alguma coisa cômica
Se não for cômica é trágica
E assim que me vê diz bichona-gay
Eu não posso fazer nada
Eu marquei algo em sua vida
Luís Antonio Padovani
26/101999
Todas as horas
Todas as esquinas
Sempre lembra da bichona-gay
Comenta sempre comigo
É algo que ficou em sua mente
Uma parte de mim com certeza
Eu não sei qual é o motivo
Eu nem quero saber
Mas é alguma coisa cômica
Se não for cômica é trágica
E assim que me vê diz bichona-gay
Eu não posso fazer nada
Eu marquei algo em sua vida
Luís Antonio Padovani
26/101999
Elimina
I
Mente, mente
Que nem sente
Mente, mente
Mente tanto
Que pensa que é verdade
Mente, mente
Que nem sente
Mente, mente
Mente tanto
Que quando escuta alguma verdade
Pensa que é mentira
II
Mente, mente
Que nem sente
Nunca vi alguém mentir tanto quanto ela
Diz conhecer seu gado
Dizse ser dona da verdade
Diz saber tudo
Eu tenho um dó
Que ela não imagina
Não tem nenhuma criatividade
Parece programada
Diz chavões à vontade
Que pensa
Que pena
Como pode se assim
Chega a ser até irritante
Luis Antonio Padovani
30/10/1999
Mente, mente
Que nem sente
Mente, mente
Mente tanto
Que pensa que é verdade
Mente, mente
Que nem sente
Mente, mente
Mente tanto
Que quando escuta alguma verdade
Pensa que é mentira
II
Mente, mente
Que nem sente
Nunca vi alguém mentir tanto quanto ela
Diz conhecer seu gado
Dizse ser dona da verdade
Diz saber tudo
Eu tenho um dó
Que ela não imagina
Não tem nenhuma criatividade
Parece programada
Diz chavões à vontade
Que pensa
Que pena
Como pode se assim
Chega a ser até irritante
Luis Antonio Padovani
30/10/1999
Valor espiritual
Desculpa-me poetinha
Dono de músicas de grande beleza
Mas a beleza não é fundamental
A mulher tem que ter alguma coisa fora da aprência
A aparência é o cartão postal
Mas se a mulher não apresentar outros requisitos o cartão postão não vale nada
A fealdade apresentada em sua fisionomia pode passar a ser bonita
Tudo depende de como ela se comporta
Eu fico de do dedão do pé até o último fio de cabelo
Eu gosto de ver como ela se mexe
Ato por ato eu vejo nos mínimos detalhes
Em uma mulher tudo é visto
A mulher é o todo
A mulher é o conjunto
O copro não se separa da cabeça
Eu não posso perder nada de vista
Aparência é apenas aprência
Aparência e nada mais
A aparência de uma mulher é como ter um poema rimado
Quando termina de ler vê-se que não tem nada além da rima
As aparências não podem nortear a minha vida..
Luís Antonio Padovani
21/11/1999
Dono de músicas de grande beleza
Mas a beleza não é fundamental
A mulher tem que ter alguma coisa fora da aprência
A aparência é o cartão postal
Mas se a mulher não apresentar outros requisitos o cartão postão não vale nada
A fealdade apresentada em sua fisionomia pode passar a ser bonita
Tudo depende de como ela se comporta
Eu fico de do dedão do pé até o último fio de cabelo
Eu gosto de ver como ela se mexe
Ato por ato eu vejo nos mínimos detalhes
Em uma mulher tudo é visto
A mulher é o todo
A mulher é o conjunto
O copro não se separa da cabeça
Eu não posso perder nada de vista
Aparência é apenas aprência
Aparência e nada mais
A aparência de uma mulher é como ter um poema rimado
Quando termina de ler vê-se que não tem nada além da rima
As aparências não podem nortear a minha vida..
Luís Antonio Padovani
21/11/1999
É preciso desfazer
É preciso desfazer uma coisa
Que vem desde os tempos biblicos
Confundem-se convulsivo com louco
Uma coisa não tem nada a ver com a outra
Convulsivo é alguém que toma barbitúrico para ligar os neurônios
Para não curto circuito
Não é porque desmaio e baba que é louco
É uma coisa feia de ser sem dúvida nenhuma
Mas não é loucura
É o mesmo que diabético e hipertensão
Pode se viver uma vida normal
Trabalhar, casar, ter filho, fazer uma família.
A única coisa que não pode fazer é tomar bebida alcóolica
E daí, e daí
Qual é o problema
Nem um homem é uma ilha
O problema que um epiléptico tem não o deixa inválido e esquisito
Muito pelo contrario é ele é normal e produtivo
Ele não é um peso morto na sociedade
Em que o governo tem que dar um salário para não morrer de fome
Para não ter mais um problema social
Agora não é a hora de discutir o sexo dos anjos
Procurar o culpado não vai levar a nada
Agora é à hora de dar uma solução
A culpa não é de ninguém
E como diz o ditado "dos seus "loucos" quem cuida é você"
O convulsivo não é diferente porque não toma cerveja
Antes de tudo e antes de mais nada tomar cerveja ou não é uma questão de opção.
Luís Antonio Padovani
21/12/1999
Que vem desde os tempos biblicos
Confundem-se convulsivo com louco
Uma coisa não tem nada a ver com a outra
Convulsivo é alguém que toma barbitúrico para ligar os neurônios
Para não curto circuito
Não é porque desmaio e baba que é louco
É uma coisa feia de ser sem dúvida nenhuma
Mas não é loucura
É o mesmo que diabético e hipertensão
Pode se viver uma vida normal
Trabalhar, casar, ter filho, fazer uma família.
A única coisa que não pode fazer é tomar bebida alcóolica
E daí, e daí
Qual é o problema
Nem um homem é uma ilha
O problema que um epiléptico tem não o deixa inválido e esquisito
Muito pelo contrario é ele é normal e produtivo
Ele não é um peso morto na sociedade
Em que o governo tem que dar um salário para não morrer de fome
Para não ter mais um problema social
Agora não é a hora de discutir o sexo dos anjos
Procurar o culpado não vai levar a nada
Agora é à hora de dar uma solução
A culpa não é de ninguém
E como diz o ditado "dos seus "loucos" quem cuida é você"
O convulsivo não é diferente porque não toma cerveja
Antes de tudo e antes de mais nada tomar cerveja ou não é uma questão de opção.
Luís Antonio Padovani
21/12/1999
Estou a fim
Proclamar para os quatro cantos do mundo
Que é uma simpatia
Entitular-se simpático
É isso que faz
É isso que eu faço
Mas nesse meio campo tem um problema
Simpatia não se impõe, se conquista
Através de uma convivência
Através dos dias
Através do tempo
Simpatia é assim
Simpatia é uma coisa pessoal
Uns gostam da remela e outros gostam dos olhos
Simpatia é uma questão de admiração
Luía Antonio Padovani
9/1/2000
Que é uma simpatia
Entitular-se simpático
É isso que faz
É isso que eu faço
Mas nesse meio campo tem um problema
Simpatia não se impõe, se conquista
Através de uma convivência
Através dos dias
Através do tempo
Simpatia é assim
Simpatia é uma coisa pessoal
Uns gostam da remela e outros gostam dos olhos
Simpatia é uma questão de admiração
Luía Antonio Padovani
9/1/2000
Coisa pessoal
I
A cada vitória minha
É uma derrota sua
Eu adoro ganhar
Eu adoro vê-lo derrotado
II
A cada vitória minha
Fortaleço-me ainda mais
Enfraqueço-te ainda mais
Adoro ficar forte
Adoro enfraquecê-lo
III
A cada vitória minha
É uma derrota sua
Eu adoro ganhar
Eu adoro vê-lo derrotado
Luís Antonio Padovani
12/1/2000
A cada vitória minha
É uma derrota sua
Eu adoro ganhar
Eu adoro vê-lo derrotado
II
A cada vitória minha
Fortaleço-me ainda mais
Enfraqueço-te ainda mais
Adoro ficar forte
Adoro enfraquecê-lo
III
A cada vitória minha
É uma derrota sua
Eu adoro ganhar
Eu adoro vê-lo derrotado
Luís Antonio Padovani
12/1/2000
O grande remédio
Quando se é jovem
O ser é afoito
Pensa que pode tudo
Pensa que é um super heroi
Pensa que pode transformar o mundo
Porque está na idade da descoberta
Porque está na idade da novidade
Porque está na puberdade
Tud0 quer
Tudo pode
O tempo passa
Os anos vêm
O tempo se encarrega de amadurecer
E ai logo se vê que não é nada disso
E em consequência disso o ser fica mais cauteloso.
Luis Antonio Padovani
20/1/2000
O ser é afoito
Pensa que pode tudo
Pensa que é um super heroi
Pensa que pode transformar o mundo
Porque está na idade da descoberta
Porque está na idade da novidade
Porque está na puberdade
Tud0 quer
Tudo pode
O tempo passa
Os anos vêm
O tempo se encarrega de amadurecer
E ai logo se vê que não é nada disso
E em consequência disso o ser fica mais cauteloso.
Luis Antonio Padovani
20/1/2000
Até quando
Ca mão, ca mão
Cus pés, cus pés
A noite inteira eu vou dançar
Eu vou com as mãos
Eu vou com os pés
Até o sol raiar
Cansados iremos ficar
Do baile juntos iremos sair
Para casa iremos
Você vai para a sua
E eu vou para a minha
Em um outro baile iremos nos encontrar
Ca mão, ca mão
Cus pés, cus pés
A noite inteira nós vamos dançar
Luis Anonio Padovani
27/1/2000
Cus pés, cus pés
A noite inteira eu vou dançar
Eu vou com as mãos
Eu vou com os pés
Até o sol raiar
Cansados iremos ficar
Do baile juntos iremos sair
Para casa iremos
Você vai para a sua
E eu vou para a minha
Em um outro baile iremos nos encontrar
Ca mão, ca mão
Cus pés, cus pés
A noite inteira nós vamos dançar
Luis Anonio Padovani
27/1/2000
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Tão certo
I
Quando alguém me para eu quero é fugir
Para nunca mais voltar
Quando alguém vem de encontro eu pergunto o que faz que não vá embora
Não sabe que eu não o suporto
Eu não tenho suporte para isso
Quando alguém vem choramingar eu pergunto por que eu
Nunca vem conversar comigo e quando vem, vem com essa conversa.
Quando alguém diz que eu sou pobre tento explicar que eu quero vender os meus terrenos e comprar apartamento para fazer renda
Mas falar coisa para surdo não adianta
II
Dessa história eu chego à conclusão
A pior pobreza é a de espírito
Essa pobreza não tem como resolver
A pobreza de dinheiro até que tem
Luís Antonio Padovani
30/1/2000
Quando alguém me para eu quero é fugir
Para nunca mais voltar
Quando alguém vem de encontro eu pergunto o que faz que não vá embora
Não sabe que eu não o suporto
Eu não tenho suporte para isso
Quando alguém vem choramingar eu pergunto por que eu
Nunca vem conversar comigo e quando vem, vem com essa conversa.
Quando alguém diz que eu sou pobre tento explicar que eu quero vender os meus terrenos e comprar apartamento para fazer renda
Mas falar coisa para surdo não adianta
II
Dessa história eu chego à conclusão
A pior pobreza é a de espírito
Essa pobreza não tem como resolver
A pobreza de dinheiro até que tem
Luís Antonio Padovani
30/1/2000
Questão munidial
Eu não posso fazer nada
O tempo passa torcida brasileira
Eu torço para que as coisas mudem
Mas a minha torcida não vale nada
As coisas não mudam
E eu continuo a perguntar até quando eu vou ter que eu vou ter que ouvir a mesma história
Não dá mais pé
Eu sei que os incomodados é que se mudem
Eu sou o incomodado
Eu quero mudar
Mas uma força estranha faz com que eu fique aqui
Eu peço ajuda aos parentes
Eles não querem me dar
Eu tenho medo de sair pela rua e ficar sem o remédio
Eu não posso ficar sem ele porque senão eu desmaio
Eu preciso sair com emprego
Eu não quero ser incomodo de ninguém
Eu só quero ocupar um cômodo
Eu quero ter um lugar para dormir.
Luis Antonio Padovani
31/1/2000
Torcida brasileira expressão usada por Fiori Giliotti locutor esportivo
Não dá pé expressão idiomática quer dizer insuportável
Os incomodados é que se mudem expressão idiomática criada por mim que quer dizer sair, ir embora
O tempo passa torcida brasileira
Eu torço para que as coisas mudem
Mas a minha torcida não vale nada
As coisas não mudam
E eu continuo a perguntar até quando eu vou ter que eu vou ter que ouvir a mesma história
Não dá mais pé
Eu sei que os incomodados é que se mudem
Eu sou o incomodado
Eu quero mudar
Mas uma força estranha faz com que eu fique aqui
Eu peço ajuda aos parentes
Eles não querem me dar
Eu tenho medo de sair pela rua e ficar sem o remédio
Eu não posso ficar sem ele porque senão eu desmaio
Eu preciso sair com emprego
Eu não quero ser incomodo de ninguém
Eu só quero ocupar um cômodo
Eu quero ter um lugar para dormir.
Luis Antonio Padovani
31/1/2000
Torcida brasileira expressão usada por Fiori Giliotti locutor esportivo
Não dá pé expressão idiomática quer dizer insuportável
Os incomodados é que se mudem expressão idiomática criada por mim que quer dizer sair, ir embora
Uma boa novidade
Aviso aos navegantes
Quem não gosto de ser afogar eu aviso
Porque quem avisa amigo é
Mas parece que ninguém me escuta
Falar as coisas para um escritor é muito grave
Porque corre o risco de virar um texto
Mas não adianta avisar
Continuam a fazer à mesma coisa
E eu continuo a escrever
Se avisasr não adianta
Eu escrevo
Luís Antonio Padovani
3/2/2000
Quem não gosto de ser afogar eu aviso
Porque quem avisa amigo é
Mas parece que ninguém me escuta
Falar as coisas para um escritor é muito grave
Porque corre o risco de virar um texto
Mas não adianta avisar
Continuam a fazer à mesma coisa
E eu continuo a escrever
Se avisasr não adianta
Eu escrevo
Luís Antonio Padovani
3/2/2000
Fato e direito
Eu não sou um homem de promessas
Elas não valem nada
Muitas promessas foram registradas no cartório e não foram cumpridas
Compridas foram as suas palavras
E por isso eu digo
Promessa não vale nada
O que vale mesmo é o ato
O ato mostra o homem que eu sou
Simples, direto e objetivo.
Eu sou um homem que gosta de cumprir as datas que eu marco
Porque eu sei que tem alguém que depende de mim
Eu não gosto de decepcionar ninguém
Por que eu gosto de me por no lugar da outra pessoa
Luis Antonio Padovani
6/2/2000
Elas não valem nada
Muitas promessas foram registradas no cartório e não foram cumpridas
Compridas foram as suas palavras
E por isso eu digo
Promessa não vale nada
O que vale mesmo é o ato
O ato mostra o homem que eu sou
Simples, direto e objetivo.
Eu sou um homem que gosta de cumprir as datas que eu marco
Porque eu sei que tem alguém que depende de mim
Eu não gosto de decepcionar ninguém
Por que eu gosto de me por no lugar da outra pessoa
Luis Antonio Padovani
6/2/2000
Resta fazer
Fingir que eu sou o primeiro
Contemplar os momento
Mudar eu não posso mudar
Então eu chego a conclusão
Não me resta outra coisa a fazer a não ser compreender
Essa neurose eu não tenho
Uma a menos
Que não faz falta
Só não gosto que repita sua história
Uma vez já é o suficiente para eu ter a ciência
Já sei que não sou o único
E não pretendia ser
Luís Antonio Padovani
13/2/2000
Contemplar os momento
Mudar eu não posso mudar
Então eu chego a conclusão
Não me resta outra coisa a fazer a não ser compreender
Essa neurose eu não tenho
Uma a menos
Que não faz falta
Só não gosto que repita sua história
Uma vez já é o suficiente para eu ter a ciência
Já sei que não sou o único
E não pretendia ser
Luís Antonio Padovani
13/2/2000
Tratados como normais
Loucos
São muitos
Espalhados p0or todos os cantos
Dizem que são doutores
Agem como fossem atores
Não importam com as dores
Se pudessem passar por cima de alguma pessoa, passam
Se pudessem tirar o lugar de alguma pessoa, tiram
Se pudessem sufocar uma pessoa, sufocam
Procurados em olhar a vida dos outros
Esquecem de olhar em seus espelhos
Têm medo de olhar a imagem, suas
Têm medo de ver a verdade nua e crua
Luís Antonio Padovani
14/2/2000
São muitos
Espalhados p0or todos os cantos
Dizem que são doutores
Agem como fossem atores
Não importam com as dores
Se pudessem passar por cima de alguma pessoa, passam
Se pudessem tirar o lugar de alguma pessoa, tiram
Se pudessem sufocar uma pessoa, sufocam
Procurados em olhar a vida dos outros
Esquecem de olhar em seus espelhos
Têm medo de olhar a imagem, suas
Têm medo de ver a verdade nua e crua
Luís Antonio Padovani
14/2/2000
Sempre assim
I
Vou-me embora para Itália
Por lá casarei
Por lá filhos terei
Por lá morrerei
II
Vo-me embora para Itália
longe daqui estarei
Nunca mais voltarei
Dias felizes passarei
III
Vou-me embora para Itália
Sem nenhum cinismo vivverei
Daqui nada contarei
Uma nova cultura irei conhecer
IV
Vou-me embora para Italia
O retorno aos meus atepassados eu irei fazer
Luís Anmtonio Padovni
17/2/2000
Vou-me embora para Itália
Por lá casarei
Por lá filhos terei
Por lá morrerei
II
Vo-me embora para Itália
longe daqui estarei
Nunca mais voltarei
Dias felizes passarei
III
Vou-me embora para Itália
Sem nenhum cinismo vivverei
Daqui nada contarei
Uma nova cultura irei conhecer
IV
Vou-me embora para Italia
O retorno aos meus atepassados eu irei fazer
Luís Anmtonio Padovni
17/2/2000
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Tiro certo
Um companheiro que é companheiro procura a companhia do companheiro para conversar
É o mínimo que se espera
Mas isso nem sempre acontece
Inesperadamente o companheiro vem com um tapa na cara
Não é por motivo nenhum
É por uma bobagem
Por discordar dos assuntos do companheiro
A se a moda pega
O companheiro A diz ao companheiro B
O companheiro a A fala a verdade
O companheiro B não acredita
E não tem argumento que o companheiro A que convence o companheiro B
O companheiro B é irredutível, ele não quer acreditar
Então o companheiro B da um tapa na cara do companheiro A
O companheiro A processo o companheiro B
Está tudo certo
É a medida certa
Um tapa
Um processo
Não é por nada
É tão-somente uma questão de justiça
Se não como fica o mundo.
Luís Antonio Padovani
20/2/2000
É o mínimo que se espera
Mas isso nem sempre acontece
Inesperadamente o companheiro vem com um tapa na cara
Não é por motivo nenhum
É por uma bobagem
Por discordar dos assuntos do companheiro
A se a moda pega
O companheiro A diz ao companheiro B
O companheiro a A fala a verdade
O companheiro B não acredita
E não tem argumento que o companheiro A que convence o companheiro B
O companheiro B é irredutível, ele não quer acreditar
Então o companheiro B da um tapa na cara do companheiro A
O companheiro A processo o companheiro B
Está tudo certo
É a medida certa
Um tapa
Um processo
Não é por nada
É tão-somente uma questão de justiça
Se não como fica o mundo.
Luís Antonio Padovani
20/2/2000
Qualidade de vida
Eu nunca procurei a droga
Eu nunca procurei a destruição
Eu nunca procurei o enfraquecimento
Eu nunca procurei a dependência
Eu nunca procurei o vício
Eu nunca procurei ser igual aos outros
Eu sempre procurei ser autentico
Eu sempre procurei ser eu mesmo
Eu sempre procurei o esporte
O esporte é a minha droga
O esporte é o meu vício
Eu sempre procurei fortalecimento
Eu sempre procurei a união
Para mim o esporte está em primeiro lugar
A mulher está em segundo
Eu não consigo viver sem o esporte.
Luís Antonio Padovani
27/2/2000
Eu nunca procurei a destruição
Eu nunca procurei o enfraquecimento
Eu nunca procurei a dependência
Eu nunca procurei o vício
Eu nunca procurei ser igual aos outros
Eu sempre procurei ser autentico
Eu sempre procurei ser eu mesmo
Eu sempre procurei o esporte
O esporte é a minha droga
O esporte é o meu vício
Eu sempre procurei fortalecimento
Eu sempre procurei a união
Para mim o esporte está em primeiro lugar
A mulher está em segundo
Eu não consigo viver sem o esporte.
Luís Antonio Padovani
27/2/2000
Para não lamentar
Esquecer o passado
Viver o presente
Planejar o futuro
O passado já foi
O presente é agora
O futuro vai acontecer
O passado é imutável
O presente é o momento
O futuro depende do que eu vou fazer agora
O passado está no passado
O passado é sabido
O presente é presente
O futuro é uma interrogaão.
Luis Antonio Padovani
29/2/2000
Viver o presente
Planejar o futuro
O passado já foi
O presente é agora
O futuro vai acontecer
O passado é imutável
O presente é o momento
O futuro depende do que eu vou fazer agora
O passado está no passado
O passado é sabido
O presente é presente
O futuro é uma interrogaão.
Luis Antonio Padovani
29/2/2000
Isso é monotono
Não me venha com essa sua conversa
Não me venha com prosa
Não me venha com verso
Eu não quero ouvir o que você quer me dizer
Ouvir o que você quer me dizer é uma atitude desnecessária
Mesmo porque eu já sei o que você vai me dizer
O que você vai fazer
Eu sei cada movimento que será feito
A melhor coisa que tenha a fazer é ficar calada e sair de fininho
Como nada tivesse acontecido
Afinal de contas você é previsível
Luís Antonio Padovani
2/3/2000
Não me venha com prosa
Não me venha com verso
Eu não quero ouvir o que você quer me dizer
Ouvir o que você quer me dizer é uma atitude desnecessária
Mesmo porque eu já sei o que você vai me dizer
O que você vai fazer
Eu sei cada movimento que será feito
A melhor coisa que tenha a fazer é ficar calada e sair de fininho
Como nada tivesse acontecido
Afinal de contas você é previsível
Luís Antonio Padovani
2/3/2000
Pode ser
Pode ser ou esta difícil
Pode falar esta difícil
Não tem com quem se comunicar
Tudo que é falado é perdido
Pregar no deserto seria melhor
Pelo menos saberia que esta só
No deserto ou na multidão
Não vem ao caso
O prega ninguém escuta
Quer passar algo
Mas não consegue
Pensa que abafa
Mas que nada
Ninguém liga para que diz
Luís Antonio Padovani
6/3/2000
Pode falar esta difícil
Não tem com quem se comunicar
Tudo que é falado é perdido
Pregar no deserto seria melhor
Pelo menos saberia que esta só
No deserto ou na multidão
Não vem ao caso
O prega ninguém escuta
Quer passar algo
Mas não consegue
Pensa que abafa
Mas que nada
Ninguém liga para que diz
Luís Antonio Padovani
6/3/2000
Julga ser o maior
Julga-se ser o tal
O bam, bam, bam do pedaço
Julga a todos
Pensa que é Deus ou semideus
Ou qualquer outra coisa parecida
Não admitir que esteja errado
Julgar ser o maior
Se nem é menor é
Ajudar é uma palavra que não existe
Ajudar só se for por interesse
Da com uma mão e tira com a outra
Da e depois cobra que deu
O que adianta dar então
Luís Antonio Padovani
10/3/2000
O bam, bam, bam do pedaço
Julga a todos
Pensa que é Deus ou semideus
Ou qualquer outra coisa parecida
Não admitir que esteja errado
Julgar ser o maior
Se nem é menor é
Ajudar é uma palavra que não existe
Ajudar só se for por interesse
Da com uma mão e tira com a outra
Da e depois cobra que deu
O que adianta dar então
Luís Antonio Padovani
10/3/2000
A única meta
Dar um tiro no próprio pé
Esta é a sua única razão para viver
Para prevalecer a sua vontade é capaz de tudo
Não mede esforços
Diz qualquer coisa
A sua frase prefirida
Faz com que o seu futruro seja desmoralizado
Fala para quem quiser ouvir: é mentira
É mentira
É mentira
Vem me tirar
Vem me atrapalhar em meus negócios
Procuro ser o mais racional possível
Para concretizar o meu intento
Para fazer uma espécie de previdência privada
Comprar coisas que dão retorno em dinheiro
Mas parece que não compreende isso e faz tudo possível para tirar o sustento do futuro
Com o dinheiro dos algueis virão o seu sustento
Isso não consegue ver
E quer tudo para si
Não há cabeça que suporte
Apesar de eu ser desfavorável a ditos populares tem alguns que até dou certa razão, se pensar bem é correto
Quem não tem cabeça padece o corpo
Tem certa lógica nesta frase
É so parar para pensar um pouco
Mas muitas pessoas continuam no erro
Mesmo que é verdade, diz que mentira
Só sabe dizer que é mentira
Não tem nenhum ganho
Só tem perda
Então para que fazer.
Luís Antonio Padovani
14/3/2000
Esta é a sua única razão para viver
Para prevalecer a sua vontade é capaz de tudo
Não mede esforços
Diz qualquer coisa
A sua frase prefirida
Faz com que o seu futruro seja desmoralizado
Fala para quem quiser ouvir: é mentira
É mentira
É mentira
Vem me tirar
Vem me atrapalhar em meus negócios
Procuro ser o mais racional possível
Para concretizar o meu intento
Para fazer uma espécie de previdência privada
Comprar coisas que dão retorno em dinheiro
Mas parece que não compreende isso e faz tudo possível para tirar o sustento do futuro
Com o dinheiro dos algueis virão o seu sustento
Isso não consegue ver
E quer tudo para si
Não há cabeça que suporte
Apesar de eu ser desfavorável a ditos populares tem alguns que até dou certa razão, se pensar bem é correto
Quem não tem cabeça padece o corpo
Tem certa lógica nesta frase
É so parar para pensar um pouco
Mas muitas pessoas continuam no erro
Mesmo que é verdade, diz que mentira
Só sabe dizer que é mentira
Não tem nenhum ganho
Só tem perda
Então para que fazer.
Luís Antonio Padovani
14/3/2000
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Bundada
Bunda de cá
Bunda de lá
Bunda daqui
Bunda dali
Bunda vai
Bunda vem
Bunda par tudo quanté lado
Bunda para ninguém botar defeito
Bunda de todos os gostos
É só bunda que se vê na televisão
De tantas bundas torna-se uma abundancia
Talento que é bom nenhum
E viva a bunda
Luís Antonio Padovani
19/3/2000
Bunda de lá
Bunda daqui
Bunda dali
Bunda vai
Bunda vem
Bunda par tudo quanté lado
Bunda para ninguém botar defeito
Bunda de todos os gostos
É só bunda que se vê na televisão
De tantas bundas torna-se uma abundancia
Talento que é bom nenhum
E viva a bunda
Luís Antonio Padovani
19/3/2000
Préstimos
O que faz sozinho
Venha cá conosco
O ser humano não nasceu para ficar isolado
Deixa essas mania de lado
Junte-se a nós
Nós queremos saber um pouco de você
Não fique só
Venha participar com a gente
Larga a mão de ficar triste sem ninguém para conversar
Venha compartilhar da nossa alegria
Conosco não tem enrosco
O homem nasceu para ficar em grupo
Em grupo ele se sente mais forte.
Luís Antonio Padovani
22/3/2000
Venha cá conosco
O ser humano não nasceu para ficar isolado
Deixa essas mania de lado
Junte-se a nós
Nós queremos saber um pouco de você
Não fique só
Venha participar com a gente
Larga a mão de ficar triste sem ninguém para conversar
Venha compartilhar da nossa alegria
Conosco não tem enrosco
O homem nasceu para ficar em grupo
Em grupo ele se sente mais forte.
Luís Antonio Padovani
22/3/2000
Não sei o que
Ser ou não ser
O que fazer
Não sei
Vai ser bom ou ruim
Como posso saber
Ser ou nãon ser
É a eterna decisão de todos nós
É a eterna dúvidas dos homens
Que decisão tomar
É difícil crescer
É difícil tomar uma decisão.
Luís Antonio Padovani
24/3/2000
O que fazer
Não sei
Vai ser bom ou ruim
Como posso saber
Ser ou nãon ser
É a eterna decisão de todos nós
É a eterna dúvidas dos homens
Que decisão tomar
É difícil crescer
É difícil tomar uma decisão.
Luís Antonio Padovani
24/3/2000
Dei-me um sinal
Não dá, não dá.
Eu vou dar um cinto para você
Eu sinto muito
Há muiito tempo eu tento em te ti dizer
Não dá, não dá.
Insuportáveis seres desta cidade
Não interessa a idade
Não seres sem variedades
A única coisa que varia são as idades
Não dá, não dá
Viver nesta situação
Não dá, não dá.
Alguma atitude tem que ser feita
Não dá mais para ficar neste pé
Sai do meu pé chulé
Luís Antonio Padovani
29/3/2000
Eu vou dar um cinto para você
Eu sinto muito
Há muiito tempo eu tento em te ti dizer
Não dá, não dá.
Insuportáveis seres desta cidade
Não interessa a idade
Não seres sem variedades
A única coisa que varia são as idades
Não dá, não dá
Viver nesta situação
Não dá, não dá.
Alguma atitude tem que ser feita
Não dá mais para ficar neste pé
Sai do meu pé chulé
Luís Antonio Padovani
29/3/2000
Tudo novo
Transformação
Movimenta a ação
Transforma
Disfugura
Modifica
Estabelece uma nova ordem
Deixa sequelas
Rompe conceito
Muita gente discorda
Tem medo de mudar a filosofia do mundo
Tem medo de perder o poder
Uma coisa do homem é o medo
Ele aprende ter com o tempo
Aqueles que gostam de mudar concordam
Pensam que a mudança é salutar
Embora com as ressalvas apóe as mudanças
As ressalvas são por conta do medo
Luís Antonio Padovani
9/4/2000
Movimenta a ação
Transforma
Disfugura
Modifica
Estabelece uma nova ordem
Deixa sequelas
Rompe conceito
Muita gente discorda
Tem medo de mudar a filosofia do mundo
Tem medo de perder o poder
Uma coisa do homem é o medo
Ele aprende ter com o tempo
Aqueles que gostam de mudar concordam
Pensam que a mudança é salutar
Embora com as ressalvas apóe as mudanças
As ressalvas são por conta do medo
Luís Antonio Padovani
9/4/2000
Inventar algo novo
No requisito novidades têm muito que se fazer
Nada de novo é apresnetado
Tudo é uma repetição
Tudo está como sempre
Uma coisa sem graça de uma vez
Tenho vontade de dar risadas
Mas eu não consigo
Até as piadas são as mesmas
Para me fazer dar risadas tem que fazer cosquinha em mim
A crise de criatividade é brava
Isso eu não aguento mais
Este seu disco está furado
Que tal trocar de lado
Fale alguma coisa diferente
Seja autentico
Luís Antonio Padovani
25/4/2000
Nada de novo é apresnetado
Tudo é uma repetição
Tudo está como sempre
Uma coisa sem graça de uma vez
Tenho vontade de dar risadas
Mas eu não consigo
Até as piadas são as mesmas
Para me fazer dar risadas tem que fazer cosquinha em mim
A crise de criatividade é brava
Isso eu não aguento mais
Este seu disco está furado
Que tal trocar de lado
Fale alguma coisa diferente
Seja autentico
Luís Antonio Padovani
25/4/2000
Definitivo
Não tem meio mais
Não tem meio menos
Não tem mais
Não tem menos
Não tem mais o menos
Não tem mulher mais ou menos grávida
Ou está grávida ou não está grávida
Mais ou menos é uma definição indefinida
Eu não sei o que é mais ou menos
Se for mais para menos ou menos para mais
Ou meio termo entre os dois
E acabou
Não tem discussão
Luís Antonio Padovni
27/4/2000
Não tem meio menos
Não tem mais
Não tem menos
Não tem mais o menos
Não tem mulher mais ou menos grávida
Ou está grávida ou não está grávida
Mais ou menos é uma definição indefinida
Eu não sei o que é mais ou menos
Se for mais para menos ou menos para mais
Ou meio termo entre os dois
E acabou
Não tem discussão
Luís Antonio Padovni
27/4/2000
terça-feira, 17 de abril de 2012
O presente passa, os dias ficam
Comemoração é um ato de contentamento
Quem comemora, comemora a alegria
De ter passado mais um dia
Nesta data que agora se aproxima
Não importa o presente
Importa que esteja presente
Ou melhor, ainda
O importante é a atitude
D filho em relação à mãe
Não dar a ela preocupação
Respeitá-la sempre
Ser um bom filho nos dias de hoje
É ser um filho responsável
Ser alguém saudável
Não ter nenhum vício.
Luís Antonio Padovani
3/5/2000
Quem comemora, comemora a alegria
De ter passado mais um dia
Nesta data que agora se aproxima
Não importa o presente
Importa que esteja presente
Ou melhor, ainda
O importante é a atitude
D filho em relação à mãe
Não dar a ela preocupação
Respeitá-la sempre
Ser um bom filho nos dias de hoje
É ser um filho responsável
Ser alguém saudável
Não ter nenhum vício.
Luís Antonio Padovani
3/5/2000
Imediato
Eu não sou um homem de falar
Eu sou um homem de agir
Eu sou um homem de escrever
Eu sou um homem que não gosta de ser enrolado
Tudo para mim tem que ser no prazo estipulado
Se for passar do prazo eu fico nervoso
Palavra é palavra e ela tem que ser cumprida
Palavra de rei não volta atrás
Se não for cumprida porque foi dada
Antes não falasse
A pior coisa é criar uma expectativa e ela não vir
Depender dos outros é a pior coisa do mundo
Eu sei que eu não posso fazer nada
Porque o mundo é uma interdependência
Mas em fim
Para começo de conversa:
Um compromisso pode ser perdido por uma molecagem
Ter barba na cara deveria ser sinônimo de responsabilidade
Eu escrevo aquilo que eu penso
Eu não sei se eu estou certo ou errado
O certo que eu sou assim
Luís Antonio Padovani
8/5/2000
Barba na cara expressão idiomática que quer dizer responsabilidade, ser adulto
Molecagem gíria quer dizer infantil
Eu sou um homem de agir
Eu sou um homem de escrever
Eu sou um homem que não gosta de ser enrolado
Tudo para mim tem que ser no prazo estipulado
Se for passar do prazo eu fico nervoso
Palavra é palavra e ela tem que ser cumprida
Palavra de rei não volta atrás
Se não for cumprida porque foi dada
Antes não falasse
A pior coisa é criar uma expectativa e ela não vir
Depender dos outros é a pior coisa do mundo
Eu sei que eu não posso fazer nada
Porque o mundo é uma interdependência
Mas em fim
Para começo de conversa:
Um compromisso pode ser perdido por uma molecagem
Ter barba na cara deveria ser sinônimo de responsabilidade
Eu escrevo aquilo que eu penso
Eu não sei se eu estou certo ou errado
O certo que eu sou assim
Luís Antonio Padovani
8/5/2000
Barba na cara expressão idiomática que quer dizer responsabilidade, ser adulto
Molecagem gíria quer dizer infantil
Desde já
O que você viveu viveu
Eu não quero saber quantos namorados você teve ou deixou de ter
Isso não vai influenciar em nossa relação
Muito pelo contrário isso via nos aproximar
O que eu quero saber que você está ao meu lado
Eu quero te abraçar
Eu quero te beijar
Eu quero te amassar
Eu quero saber o que você sente por mim
O interessante é que eu estou em sua mente
Eu quero você no presente
Eu quero você presente
Em nossa roda você declamar
O seu jeito de me amar
O seu jeito de sentir
O seu jeito de viver junto a mim
O seu jeito me encanta
E quando canta me encanta
Quem canta encanta.
Luís Antonio Padovani
17/5/2000
Eu não quero saber quantos namorados você teve ou deixou de ter
Isso não vai influenciar em nossa relação
Muito pelo contrário isso via nos aproximar
O que eu quero saber que você está ao meu lado
Eu quero te abraçar
Eu quero te beijar
Eu quero te amassar
Eu quero saber o que você sente por mim
O interessante é que eu estou em sua mente
Eu quero você no presente
Eu quero você presente
Em nossa roda você declamar
O seu jeito de me amar
O seu jeito de sentir
O seu jeito de viver junto a mim
O seu jeito me encanta
E quando canta me encanta
Quem canta encanta.
Luís Antonio Padovani
17/5/2000
Deixe que os outros falem
I
Não importa o que os outros falam
Se for falar bem
Se for falar mal
Para mim não importa
O que importa é que falam de mim
Estar nas mentes das pessoas
Para não ser esquecido
II
Entre as vitórias e as derrotas o que mais vale é não desanimar
Porque se desanimar o caldo entorna
Lutar, lutar, sempre lutar
Em torno dos interesses
Seja ele qual for
O importante é lutar
Luís Antonio Padovani
26/5/2000
Não importa o que os outros falam
Se for falar bem
Se for falar mal
Para mim não importa
O que importa é que falam de mim
Estar nas mentes das pessoas
Para não ser esquecido
II
Entre as vitórias e as derrotas o que mais vale é não desanimar
Porque se desanimar o caldo entorna
Lutar, lutar, sempre lutar
Em torno dos interesses
Seja ele qual for
O importante é lutar
Luís Antonio Padovani
26/5/2000
Processo II
I
Cria criatura
Cria criação
Cria imaginação
Cria
II
Cria imagem
Cria história
Cria autor
Cria
III
Cria situação
Cria sabedoria
Cria emoção
Cria
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 24
Cria criatura
Cria criação
Cria imaginação
Cria
II
Cria imagem
Cria história
Cria autor
Cria
III
Cria situação
Cria sabedoria
Cria emoção
Cria
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 24
Não estático
A economia é dinâmica
Ela vive no presente com a cabeça no futuro
Sempre de olhos abertos para os acontecimentos do mundo
Viver o presente e não o passado
O passado não me interessa
O máximo que o passado pode me dar são lições para futuras decisões
No passado eu não posso mexer, é passado
O mais importante é viver o instante
Viver o aqui o agora
Ser igual a economia
Dos tempos existentes eu prefiro o presente
Remoer o passado é esgotante
Porque o passado já virou históira
Eu não posso mexer mais nele
O futuro eu posso modificar se eu modificar o presente.
Luís Antonio Padovani
28/5/2000
Ela vive no presente com a cabeça no futuro
Sempre de olhos abertos para os acontecimentos do mundo
Viver o presente e não o passado
O passado não me interessa
O máximo que o passado pode me dar são lições para futuras decisões
No passado eu não posso mexer, é passado
O mais importante é viver o instante
Viver o aqui o agora
Ser igual a economia
Dos tempos existentes eu prefiro o presente
Remoer o passado é esgotante
Porque o passado já virou históira
Eu não posso mexer mais nele
O futuro eu posso modificar se eu modificar o presente.
Luís Antonio Padovani
28/5/2000
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Múltiplo
Eu não sou um, sou múltiplo.
Eu sou estudante do Alfredo Pujol
Eu fiz o pré-primário
Eu sou estudante da APAE
Eu sou estudante da Dona Sinhaziha
Eu fiz classe especial
Eu sou estudante do Dr Oscar Rodrigues Alves
Eu fiz o quarto ano
Eu sou estudante do Monsenhor Nora
Eu fiz a oitava série
Eu sou estudante do Pedro Ferreira Alves
Eu fiz o primeiro colegial
Eu sou estudante da escola Técnica de comércio de Moji Mirim
Eu fiz técnico em contabilidade
Eu sou comerciante
Eu trabalhei no comércio
Eu sou estudante do prevê objetivo
Eu fiz pré-vestibular
Eu fiz teatro
Eu sou estudante da Maria Angélica Marcondes
Eu fiz serviço gerais de escritório - datilolgrafia
Eu sou estudante da CODEP
Eu fiz serviço gerais de escritório
Eu sou estudante da People computação
Eu fiz Basic I
Eu fiz Basic II
Eu sou estudante do Centro Comunitário "Antonio Pancieira"
E fiz teatro
Eu sou estudnate da EMIA
Eu fiz musical ampliada ao canto coral
Eu sou feirante
Eu sou estudante do Centro Cultural "Professor Lauro Monteiro de Carvalho e Silva"
Eu fiz teatro
Eu sou inspetor de alunos
Trabalhei pela PROMDEPAR
Eu sou funionário público
Trabalho para a prefeitura municipal de Moji Mirim
Eu sou escritor
Eu sou poeta
Eu sou filho
Eu sou irmão
Eu sou tio
Eu sou homem
Eu não sou um, sou múltiplo.
Queira ou não queira eu sou.
Luís Antonio Padovani
30/5/2000
EMIA Escola Municipal de Iniciação Artistítica
PROMDEPAR Programa Municipal e descentralização do Pessoal de Apoio Administrativo das Escolas de Rede Pública Estadual
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Páginas 25 e 26
Eu sou estudante do Alfredo Pujol
Eu fiz o pré-primário
Eu sou estudante da APAE
Eu sou estudante da Dona Sinhaziha
Eu fiz classe especial
Eu sou estudante do Dr Oscar Rodrigues Alves
Eu fiz o quarto ano
Eu sou estudante do Monsenhor Nora
Eu fiz a oitava série
Eu sou estudante do Pedro Ferreira Alves
Eu fiz o primeiro colegial
Eu sou estudante da escola Técnica de comércio de Moji Mirim
Eu fiz técnico em contabilidade
Eu sou comerciante
Eu trabalhei no comércio
Eu sou estudante do prevê objetivo
Eu fiz pré-vestibular
Eu fiz teatro
Eu sou estudante da Maria Angélica Marcondes
Eu fiz serviço gerais de escritório - datilolgrafia
Eu sou estudante da CODEP
Eu fiz serviço gerais de escritório
Eu sou estudante da People computação
Eu fiz Basic I
Eu fiz Basic II
Eu sou estudante do Centro Comunitário "Antonio Pancieira"
E fiz teatro
Eu sou estudnate da EMIA
Eu fiz musical ampliada ao canto coral
Eu sou feirante
Eu sou estudante do Centro Cultural "Professor Lauro Monteiro de Carvalho e Silva"
Eu fiz teatro
Eu sou inspetor de alunos
Trabalhei pela PROMDEPAR
Eu sou funionário público
Trabalho para a prefeitura municipal de Moji Mirim
Eu sou escritor
Eu sou poeta
Eu sou filho
Eu sou irmão
Eu sou tio
Eu sou homem
Eu não sou um, sou múltiplo.
Queira ou não queira eu sou.
Luís Antonio Padovani
30/5/2000
EMIA Escola Municipal de Iniciação Artistítica
PROMDEPAR Programa Municipal e descentralização do Pessoal de Apoio Administrativo das Escolas de Rede Pública Estadual
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Páginas 25 e 26
Real
Eu acredito no concreto
Eu acredito naquilo que eu posso pegar
Eu acredito naquilo que eu posso ver
Eu acredito naquilo que eu posso sentir
Eu não acredito em fantasia
Eu nunca tive oportunidade de ter
Eu não acredito no abstrato
Eu não tenho nenhuma segurança com ele
Ele me gera dúvidas
Eu vivo do concreto
Eu vivo do dinheiro
Eu não vivo do abstrato
O abstrato não me sustenta
Eu vivo da realidade
Eu vivo do dia a dia
Eu não vivo da hipótese
Eu vivo da certeza
Eu vivo da certeza que eu um dia eu não vou acordar
Eu vivo da incerteza do dia a dia
Eu vivo da certeza que cada dia é uma luta
Eu vivo da certeza que cada dia é um round diferente
Luis Antonio Padovani
9/6/2000
Eu acredito naquilo que eu posso pegar
Eu acredito naquilo que eu posso ver
Eu acredito naquilo que eu posso sentir
Eu não acredito em fantasia
Eu nunca tive oportunidade de ter
Eu não acredito no abstrato
Eu não tenho nenhuma segurança com ele
Ele me gera dúvidas
Eu vivo do concreto
Eu vivo do dinheiro
Eu não vivo do abstrato
O abstrato não me sustenta
Eu vivo da realidade
Eu vivo do dia a dia
Eu não vivo da hipótese
Eu vivo da certeza
Eu vivo da certeza que eu um dia eu não vou acordar
Eu vivo da incerteza do dia a dia
Eu vivo da certeza que cada dia é uma luta
Eu vivo da certeza que cada dia é um round diferente
Luis Antonio Padovani
9/6/2000
Eu sou exigente
Eu quero uma mulher inteligente
Eu não quero uma mulher que desafia a minha inteligência
Eu quero uma mulher sensível
Eu não quero uma mulher programada
Eu quero uma mulher inteligente
Eu não quero uma mulher que eu sei que ela vai dizer antes de ela dizer
Com a convivência isso é possível
Eu quero uma mulher que me faça sentir homem
Eu quero uma mulher discreta
Eu não quero uma mulher espalhafatosa
Eu quero uma mulher que me faz sentir gente
Eu não quero uma mulher que me sentir vergonha
Eu quero uma mulher que saiba escutar
Eu quero uma mulher que presta atenção naquilo que fala
Eu quero uma mulher que me companhia
Eu quero uma mulher que não seja uma múmia paralítica
Eu quero uma mulher que tenha percepção
Eu quero uma mulher que tenha ação
Eu quero uma mulher que não seja uma simples mulher
Mulher por mulher eu fico com qualquer uma eu não preciso escolher
É só voltar aos tempos primatas e voltar a caçar.
Luís Antonio Padovani
18/6/2000
Eu não quero uma mulher que desafia a minha inteligência
Eu quero uma mulher sensível
Eu não quero uma mulher programada
Eu quero uma mulher inteligente
Eu não quero uma mulher que eu sei que ela vai dizer antes de ela dizer
Com a convivência isso é possível
Eu quero uma mulher que me faça sentir homem
Eu quero uma mulher discreta
Eu não quero uma mulher espalhafatosa
Eu quero uma mulher que me faz sentir gente
Eu não quero uma mulher que me sentir vergonha
Eu quero uma mulher que saiba escutar
Eu quero uma mulher que presta atenção naquilo que fala
Eu quero uma mulher que me companhia
Eu quero uma mulher que não seja uma múmia paralítica
Eu quero uma mulher que tenha percepção
Eu quero uma mulher que tenha ação
Eu quero uma mulher que não seja uma simples mulher
Mulher por mulher eu fico com qualquer uma eu não preciso escolher
É só voltar aos tempos primatas e voltar a caçar.
Luís Antonio Padovani
18/6/2000
domingo, 15 de abril de 2012
Tanta gente
I
Fui trabalhar em uma floresta
Em um ninho de cobras eu fui me intrometer
Pesssoas de baixo nível cultural
Discutiam assuntos de baixo calão
Em nenhum dia sequer variava
Era uma monotonia total
Sexo para cá
Sexo para lá
Não é que eu não goste de mulher
Mas todos os dias
Todas as horas
Todas as semanas
Todos os meses... Cansa
Cansa mesmo
Chega até irritar
II
Ao tentar ser amigo... Conversava
Conversava coisas minhas
Esporte, política e cultura.
Dizia que eu fazia caratê
Sendo eu faixa verde
Dizia que eu era político partidário
Sendo eu diretor titular
Diiza que eu sou escritor
Tenho livros publicados
Que pela região andei por quase tudo
Dizia que eu vendia os meus livros
Que eu havia participado de feiras
Dizia que eu já havia feito teatro
De nada adiantava esta conversa, uma vez que eles não acreditavam.
Bem eu não acreditava neles também
Assim ficava zero a zero
Pelo sim, pelo não
Ficava eu a fazer o meu serviço
Caminhar pela floresta
Ver o que estava errado
Olhar quem entrava
Olhar quem saia
Portanto eu era uma espécie de vigia
Mas eu não era vigia
O meu cargo foi extinto
Foi ai então que me colocaram ali
Pelo de nenhum deles acreditavam em mim
Tentavam que eu induzisse um colega
Pelo fracasso das tentativas
Por falar em bicha
Por lá havia muitos
De várias espécies
De várias procedências
Logicamente a um alusão ao homem e a mulher
Como maneira de descontrair o ambiente.
Luís Antonio Padovani
1/7/2000
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Páginas 27, 28, 29 e 30
Ano da publicação 2012
Fui trabalhar em uma floresta
Em um ninho de cobras eu fui me intrometer
Pesssoas de baixo nível cultural
Discutiam assuntos de baixo calão
Em nenhum dia sequer variava
Era uma monotonia total
Sexo para cá
Sexo para lá
Não é que eu não goste de mulher
Mas todos os dias
Todas as horas
Todas as semanas
Todos os meses... Cansa
Cansa mesmo
Chega até irritar
II
Ao tentar ser amigo... Conversava
Conversava coisas minhas
Esporte, política e cultura.
Dizia que eu fazia caratê
Sendo eu faixa verde
Dizia que eu era político partidário
Sendo eu diretor titular
Diiza que eu sou escritor
Tenho livros publicados
Que pela região andei por quase tudo
Dizia que eu vendia os meus livros
Que eu havia participado de feiras
Dizia que eu já havia feito teatro
De nada adiantava esta conversa, uma vez que eles não acreditavam.
Bem eu não acreditava neles também
Assim ficava zero a zero
Pelo sim, pelo não
Ficava eu a fazer o meu serviço
Caminhar pela floresta
Ver o que estava errado
Olhar quem entrava
Olhar quem saia
Portanto eu era uma espécie de vigia
Mas eu não era vigia
O meu cargo foi extinto
Foi ai então que me colocaram ali
Pelo de nenhum deles acreditavam em mim
Tentavam que eu induzisse um colega
Pelo fracasso das tentativas
Por falar em bicha
Por lá havia muitos
De várias espécies
De várias procedências
Logicamente a um alusão ao homem e a mulher
Como maneira de descontrair o ambiente.
Luís Antonio Padovani
1/7/2000
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Páginas 27, 28, 29 e 30
Ano da publicação 2012
E só lamentar
Dinheiro, dinheiro, dinheiro
Pensar somente em dinheiro
Nada mais que dinheiro
É a constatação daquilo que eu digo e eu não penso
O dinheiro é a mola do mundo
Sem o dinheiro a economia não anda
Parce puta
Parece mais não é
Apenas parece
Que tristeza é
Viver em função do dinheiro
E não ter nenhum prazer
É só lamentar
Luís Antonio Padovani
7/7/2000
Pensar somente em dinheiro
Nada mais que dinheiro
É a constatação daquilo que eu digo e eu não penso
O dinheiro é a mola do mundo
Sem o dinheiro a economia não anda
Parce puta
Parece mais não é
Apenas parece
Que tristeza é
Viver em função do dinheiro
E não ter nenhum prazer
É só lamentar
Luís Antonio Padovani
7/7/2000
Este assunto
Eu não quero mais retornar a esse assunto
Que vira e mexe volta a tona
Querem que eu faça mágica
Isso eu não posso fazer
Querem me transformar em uma outra pessoa
Eu sou um
Eu não posso ser outro
Em um ponto eu faço exatamente igual a todos
Eu uso os outros
Porque os outros usam os outros
Se outros usam os outros
Eu também uso os outros
De um jeito ou de outro todo mundo é usado por todo mundo
É o sistema de interdependênica
Todos nõs somos usados.
Luis Antonio Padovani
10/7/2000
Que vira e mexe volta a tona
Querem que eu faça mágica
Isso eu não posso fazer
Querem me transformar em uma outra pessoa
Eu sou um
Eu não posso ser outro
Em um ponto eu faço exatamente igual a todos
Eu uso os outros
Porque os outros usam os outros
Se outros usam os outros
Eu também uso os outros
De um jeito ou de outro todo mundo é usado por todo mundo
É o sistema de interdependênica
Todos nõs somos usados.
Luis Antonio Padovani
10/7/2000
O chato
Porque você não faz o que nós mandamos você fazer
Você não tem direito a nada
O direito de ir e vir não são para você
Você não quer ser igual a todo mundo
Só quem é igual a todo mundo tem que ter esse direito
Quem é diferente é excluído
Porque é diferente
Todo mundo tem que ser igual a todo mundo
Respeitar as diferenças dos outros é bobagem
Todo mundo é igual
Todos os professores têm diploma de médico, direito e psiquiátra
Os cursos de formação professores são completos.
Luís Antonio Padovani
15/7/2000
Você não tem direito a nada
O direito de ir e vir não são para você
Você não quer ser igual a todo mundo
Só quem é igual a todo mundo tem que ter esse direito
Quem é diferente é excluído
Porque é diferente
Todo mundo tem que ser igual a todo mundo
Respeitar as diferenças dos outros é bobagem
Todo mundo é igual
Todos os professores têm diploma de médico, direito e psiquiátra
Os cursos de formação professores são completos.
Luís Antonio Padovani
15/7/2000
Mudar de religião
Mudar de religião para mudar de posição
Não faz sentido nenhum
A religião não é um amuleto
Se não mudar de atitude não adianta nada mudar de religião
O ser humano é feito de atitudes
Mudar de religião porque não mudar de turma
Fazer um tratamento psiquiátrico
O que tem de mudar são as pessoas em relação às pessoas
Ai sim será a grande mudança
Uma pessoa olhar igual para igual uma outra pessoa.
Luís Antonio Padovani
24/7/2000
Não faz sentido nenhum
A religião não é um amuleto
Se não mudar de atitude não adianta nada mudar de religião
O ser humano é feito de atitudes
Mudar de religião porque não mudar de turma
Fazer um tratamento psiquiátrico
O que tem de mudar são as pessoas em relação às pessoas
Ai sim será a grande mudança
Uma pessoa olhar igual para igual uma outra pessoa.
Luís Antonio Padovani
24/7/2000
Nada posso fazer
Uma coisa impossível para mim
É falar de amor
É isso que querem que eu faça
Missão impossível
Pois não me dão combustível para que isso ocorra
A minha vida por aqui não tem sido nada romântica
Sou sempre deixado de lado
Por um motivo nada lógico
A cerveja com álcool
Sermpre mexem no meu passado
Passado os problemas do passado
Sempre querem revivê-los como eu não tivesse tido resolvido
Se até agora me deram preconceito, ódio e desprezo
É isso que eu vou dar
É a fanosa lei da física
É a lei da ação e reação
Que diz
Toda ação tem a sua reação.
Luís Antonio Padovani
26/7/2000
É falar de amor
É isso que querem que eu faça
Missão impossível
Pois não me dão combustível para que isso ocorra
A minha vida por aqui não tem sido nada romântica
Sou sempre deixado de lado
Por um motivo nada lógico
A cerveja com álcool
Sermpre mexem no meu passado
Passado os problemas do passado
Sempre querem revivê-los como eu não tivesse tido resolvido
Se até agora me deram preconceito, ódio e desprezo
É isso que eu vou dar
É a fanosa lei da física
É a lei da ação e reação
Que diz
Toda ação tem a sua reação.
Luís Antonio Padovani
26/7/2000
O certo é
Não existe ninguém
Todo mundo é alguém
Todo ser humano respira
Como tal deve ser respeitado
Respeita-se um animal de estimação
Um ser humano mais ainda
Um ser humano é humano
Aumenta uma população
Só se receber amor
Não devemos implantar ódio
Encarar um homem ou mulher como se fosse um freguês
Se um freguês é mal tratado por um comerciante ele jamais voltará
É assim que o ser humano é
Se for tratado jamais vai querer conversar
É simples de tudo
Ser educado
Ser educado não quer dizer ser hipócrita
Ser educado quer dizer ser educado.
Luís Antonio Padovani
8/8/2000
Todo mundo é alguém
Todo ser humano respira
Como tal deve ser respeitado
Respeita-se um animal de estimação
Um ser humano mais ainda
Um ser humano é humano
Aumenta uma população
Só se receber amor
Não devemos implantar ódio
Encarar um homem ou mulher como se fosse um freguês
Se um freguês é mal tratado por um comerciante ele jamais voltará
É assim que o ser humano é
Se for tratado jamais vai querer conversar
É simples de tudo
Ser educado
Ser educado não quer dizer ser hipócrita
Ser educado quer dizer ser educado.
Luís Antonio Padovani
8/8/2000
Uma boa nova
Bossa nova
Sempre nova
Sempre boa
Sempre atual
Sempre nova
Sempre Brasil
Sempre nova
Sempre tras algo de novo
Um rítmo que encanta
Luís Antonio Padovani
27/8/2000
Sempre nova
Sempre boa
Sempre atual
Sempre nova
Sempre Brasil
Sempre nova
Sempre tras algo de novo
Um rítmo que encanta
Luís Antonio Padovani
27/8/2000
Note
Venha até mim
Faz-me um carinho
Eu preciso de você
Eu preciso do seu ninho
Eu preciso de seu calor
Eu preciso de afago
Eu preciso que você me chame
Eu quero a sua chama
Eu quero o seu fogo
Eu preciso que você me chame de seu
Luís Antonio Padovani
13/9/2000
Faz-me um carinho
Eu preciso de você
Eu preciso do seu ninho
Eu preciso de seu calor
Eu preciso de afago
Eu preciso que você me chame
Eu quero a sua chama
Eu quero o seu fogo
Eu preciso que você me chame de seu
Luís Antonio Padovani
13/9/2000
sábado, 14 de abril de 2012
Burros iguais não existem
Burro igual eu nunca vi
Mendigo, mendigo, mendigo.
Sabe-se fazer uma coisa é:pedir
Mendigo, mendigo, mendigo.
Só reclama
Mendigo, mendigo, mendigo.
A única coisa que sabe falar
Eu sou pobre
Eu sou pobre
Eu sou pobre
Mendigo, mendigo, mendigo.
Só mexe com quem está quieto
Mendigo, mendigo, mendigo.
Eu não aguento mais
Luis Antonio Padovani
15/9/2000
Mendigo, mendigo, mendigo.
Sabe-se fazer uma coisa é:pedir
Mendigo, mendigo, mendigo.
Só reclama
Mendigo, mendigo, mendigo.
A única coisa que sabe falar
Eu sou pobre
Eu sou pobre
Eu sou pobre
Mendigo, mendigo, mendigo.
Só mexe com quem está quieto
Mendigo, mendigo, mendigo.
Eu não aguento mais
Luis Antonio Padovani
15/9/2000
Coisas tolas
Fala patrão
Todo mundo
Fala patrão
Não tem problema não
Fala patrão
Fala sem saber a razão
Fala patrão é uma falta de criatividade e raciocínio
É o mesmo que falar por inércia ou osmose
Seja física ou biologia
Eu fico longe de tal comportamento
Eu prefiro gastar muita energia para saber o que eu falo
Falar por falar até papagaio fala
Além de ser irritante não acrescenta nada de novo
Ditados populares são feitos a partir de uma história
Essa história pode ser real ou não no momento.
Luís Antonio Padovani
16/10/2000
Todo mundo
Fala patrão
Não tem problema não
Fala patrão
Fala sem saber a razão
Fala patrão é uma falta de criatividade e raciocínio
É o mesmo que falar por inércia ou osmose
Seja física ou biologia
Eu fico longe de tal comportamento
Eu prefiro gastar muita energia para saber o que eu falo
Falar por falar até papagaio fala
Além de ser irritante não acrescenta nada de novo
Ditados populares são feitos a partir de uma história
Essa história pode ser real ou não no momento.
Luís Antonio Padovani
16/10/2000
Iguais ou diferentes
Se todos fossem iguais a mim
Nem eu queria
Todos homens?
Deus me livre
Eu gosto é de mullher
Uma mulher diria as avessas
Mulher nem pensar
E com certeza eu sou é homem
E certamente eu gosto é de mulher
Se todos fossem iguais a mim
Seria uma monotonia tamanha
Ficaria muito sem graça
Divertido é a diferença
Que permite a multi escolha do homem
E como dizia em uma propaganda "tira o de do deficiente"
Escreva ciente em sua mente.
Luís Antronio Padovani
22/10/2000
Nem eu queria
Todos homens?
Deus me livre
Eu gosto é de mullher
Uma mulher diria as avessas
Mulher nem pensar
E com certeza eu sou é homem
E certamente eu gosto é de mulher
Se todos fossem iguais a mim
Seria uma monotonia tamanha
Ficaria muito sem graça
Divertido é a diferença
Que permite a multi escolha do homem
E como dizia em uma propaganda "tira o de do deficiente"
Escreva ciente em sua mente.
Luís Antronio Padovani
22/10/2000
A minha natureza é assim
Eu sou bonito e gostoso
As mulheres não aguentam ficar longe de mim
O meu cheiro as mulheres não aguentam ficar longe
Eu sou inteligente
Eu gosto de ver gente
Os homens me criticam
Vê em mim um sério concorrente
Tentar colocar em mim uma corrente
Por pura inveja
Certamente por eu ter olhos azuis
Quem não é bonito
Diz que a beleza não conta
Então para que ter inveja
Por eu não ter vício os concorrentes querem me viciar
Os concorrentes tê despeito
Dizem que eu ponho hormônio no peito
Dizem que eu sou virgem
Só faltam dizer que eu sou assexuado
O resto já foi dito
Inveja é um problema universal.
Luís Antronio Padovani
11/11/2000
Eu sou bonita e gostosa referência da música composta por Rita Lee, Roberto de Carvalho e Nenson Mota cantada pelo conjunta "As Frenéticas"
Aguenta o cheiro uma referência a reportagem do jornal A FOLHA DE S. PAULO"
As mulheres não aguentam ficar longe de mim
O meu cheiro as mulheres não aguentam ficar longe
Eu sou inteligente
Eu gosto de ver gente
Os homens me criticam
Vê em mim um sério concorrente
Tentar colocar em mim uma corrente
Por pura inveja
Certamente por eu ter olhos azuis
Quem não é bonito
Diz que a beleza não conta
Então para que ter inveja
Por eu não ter vício os concorrentes querem me viciar
Os concorrentes tê despeito
Dizem que eu ponho hormônio no peito
Dizem que eu sou virgem
Só faltam dizer que eu sou assexuado
O resto já foi dito
Inveja é um problema universal.
Luís Antronio Padovani
11/11/2000
Eu sou bonita e gostosa referência da música composta por Rita Lee, Roberto de Carvalho e Nenson Mota cantada pelo conjunta "As Frenéticas"
Aguenta o cheiro uma referência a reportagem do jornal A FOLHA DE S. PAULO"
Desesperado
Ai meu Deus do céu
Eu não sei o que eu faço
Esse seu compasso não da para eu esperar
Para eu ele é muito lento
Eu não aguent0 mais
Decide logo
Ou caca ou sai da moita
Essa demora me da agustia
Decide por favor
Ou fica comigo
Ou fica com o outro
Eu quero ouvir sussuros de amor
Luís Antonio Padovani
20/11/2000
Eu não sei o que eu faço
Esse seu compasso não da para eu esperar
Para eu ele é muito lento
Eu não aguent0 mais
Decide logo
Ou caca ou sai da moita
Essa demora me da agustia
Decide por favor
Ou fica comigo
Ou fica com o outro
Eu quero ouvir sussuros de amor
Luís Antonio Padovani
20/11/2000
Lixo sem valor
I
Eu não quero saber o qur você pensa ou deixa de pensar
Se eu desejasse eu perguntaria
S você pensa isso
Se você pensa aquilo
Se você pensa aquilo outro
Se você pensa assado
Se você pensa cozido
Se você pensa frito
O problema não é meu é seu e não meu
Alias você pensa?
Sinceridade eu tenho essa dúvida que me divide
Penso que não
Você não tem essa capacidade
Você repete o que os outros dizem
Você não tem capacidade de refletir
II
O que você pensa nada me importa
Você nunca abriu uma porta para mim
De que forma
Se você pensa isso
Se você pensa aquilo
Se você pensa aquilo outro
Se pensa assado
Se você pensa cozido
Se você pensa frito
O problema é seu e não é meu
Alias você para mim é menos que um nada
Porque o nada já é alguma coisa
Luís Antonio Padovani
22/11/2000
Eu não quero saber o qur você pensa ou deixa de pensar
Se eu desejasse eu perguntaria
S você pensa isso
Se você pensa aquilo
Se você pensa aquilo outro
Se você pensa assado
Se você pensa cozido
Se você pensa frito
O problema não é meu é seu e não meu
Alias você pensa?
Sinceridade eu tenho essa dúvida que me divide
Penso que não
Você não tem essa capacidade
Você repete o que os outros dizem
Você não tem capacidade de refletir
II
O que você pensa nada me importa
Você nunca abriu uma porta para mim
De que forma
Se você pensa isso
Se você pensa aquilo
Se você pensa aquilo outro
Se pensa assado
Se você pensa cozido
Se você pensa frito
O problema é seu e não é meu
Alias você para mim é menos que um nada
Porque o nada já é alguma coisa
Luís Antonio Padovani
22/11/2000
Um espírito
Gandhi, o grande.
Um grande homem
Pregou a paz
Mahatma eu me amarro em modo de pensar
Foi lider de um povo
Por incrível que pareça morreu vítima da violência
Gandhi, o grnde
Um grande homem
Um grande lider
Conseguiu libertar o seu povo da poderosa Inglaterra sem disparar um único tiro
Foi-se desse mundo
No entnato, o seu ensinamento ficou
A o invés de revidar a violência com violência
Revidemos a violência com a paz
Luís Antonio Padovani
27/11/2000
Um grande homem
Pregou a paz
Mahatma eu me amarro em modo de pensar
Foi lider de um povo
Por incrível que pareça morreu vítima da violência
Gandhi, o grnde
Um grande homem
Um grande lider
Conseguiu libertar o seu povo da poderosa Inglaterra sem disparar um único tiro
Foi-se desse mundo
No entnato, o seu ensinamento ficou
A o invés de revidar a violência com violência
Revidemos a violência com a paz
Luís Antonio Padovani
27/11/2000
Correspondente
De tão amolante que é chega a ser irritante
De tão irritante chega a ser pedante
De tão pedante chega a ser hipócrita
De tão hipócrita chega a ficar sem caráter
De tão sem caráter chega ser sem vergonha
Bom gente assim não da para confiar
Desocnfio de tudo e de todos o tempo todo
Nada do que falam levo a serio
Eu sei o que eu falo corresponde a que eles pensam
Luís Antonio Padovani
19/12/2000
De tão irritante chega a ser pedante
De tão pedante chega a ser hipócrita
De tão hipócrita chega a ficar sem caráter
De tão sem caráter chega ser sem vergonha
Bom gente assim não da para confiar
Desocnfio de tudo e de todos o tempo todo
Nada do que falam levo a serio
Eu sei o que eu falo corresponde a que eles pensam
Luís Antonio Padovani
19/12/2000
É parece que esses idiotas dessa cidade são descartáveis
Pois não servem para nada
Jamais aprenderam uma coisa
Com escritor não se brinca
Eu tenho uma arma poderosa
A caneta come solta
Morreu Luiz Antônio Balzanello
Ficou Luís Antonio Padovani
MorreuTonhão
Ficou Totonho
É simples
Tudo que estiver errado
Taco fogo
Escrevo
Louco seria Machado de Assis
Sei não o maior escritor da literatura brasileira
Teriamos que ter loucos iguais a ele
E não João Fernandes
Luís Antonio Padovani
3/1/2001
Taco fogo expressão idiomática que quer dizer denunciar
João Expessão idiomática que quer dize Tolo, parvo, idiota.
Jamais aprenderam uma coisa
Com escritor não se brinca
Eu tenho uma arma poderosa
A caneta come solta
Morreu Luiz Antônio Balzanello
Ficou Luís Antonio Padovani
MorreuTonhão
Ficou Totonho
É simples
Tudo que estiver errado
Taco fogo
Escrevo
Louco seria Machado de Assis
Sei não o maior escritor da literatura brasileira
Teriamos que ter loucos iguais a ele
E não João Fernandes
Luís Antonio Padovani
3/1/2001
Taco fogo expressão idiomática que quer dizer denunciar
João Expessão idiomática que quer dize Tolo, parvo, idiota.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Lua de mel
O casamento é muito mais problema do que prazer
O que acaba com ele é a convivência
O dia a dia mata
Ele desenuda qualquer idolatria que um tem do outro
Ninguém consegue representar vinte e quatro horas por dia
As trincas são postas à vista
Se não tem compreensão mútua o casamento vai por àgua a baixo
A única maneira de salvar uma união é a conversação.
Luís Antonio Padovani
2/3/2001
O que acaba com ele é a convivência
O dia a dia mata
Ele desenuda qualquer idolatria que um tem do outro
Ninguém consegue representar vinte e quatro horas por dia
As trincas são postas à vista
Se não tem compreensão mútua o casamento vai por àgua a baixo
A única maneira de salvar uma união é a conversação.
Luís Antonio Padovani
2/3/2001
Recomendações médicas
Tome simancol que não faz mal
Vende-se no bar
Vende-se na farmácia
Vende-se no açougue
Vende-se na padaria
Vende-se em qualquer lugar
Vende-se na esquina
Vende-se em um lugar próximo a sua casa
Não tem contra-indicação
Só faz bem
Qunato mais tomar melhor é
Encontra-se nos formatos comprimidos, líquidos e ampolas.
A gosto do freguês
Tome simancol que não faz mal.
Luís Antonio Padovani
9/3/2001
Vende-se no bar
Vende-se na farmácia
Vende-se no açougue
Vende-se na padaria
Vende-se em qualquer lugar
Vende-se na esquina
Vende-se em um lugar próximo a sua casa
Não tem contra-indicação
Só faz bem
Qunato mais tomar melhor é
Encontra-se nos formatos comprimidos, líquidos e ampolas.
A gosto do freguês
Tome simancol que não faz mal.
Luís Antonio Padovani
9/3/2001
Ponderar
I
Apesar do homem ser um ser racional
Há situações em que a emoção prevalece
Neste momento tem que agir com calma
Jamais a emoção pode sobrepor o racional
II
Pensar é um ato que reduz a possibilidade de erros
Contar até, até mil, até cem mil.
Leva ao bom senso
III
Quando se faz algo intuitivamente tem uma grande possibilidade de errar
A emoção é algo primitivo
E a razão é uma ciência que o homem adquiriu
Ela faz com que os conhecimetos adquiridos pelos anos são passados de geração para geração
Pois faz gerar uma outra ação que gera uma outra ação que obriga a imaginação que obriga a criatividade.
Analisar todos os momentos da vida é fundamental para o homem
Luís Antonio Padovani
12/3/2001
Apesar do homem ser um ser racional
Há situações em que a emoção prevalece
Neste momento tem que agir com calma
Jamais a emoção pode sobrepor o racional
II
Pensar é um ato que reduz a possibilidade de erros
Contar até, até mil, até cem mil.
Leva ao bom senso
III
Quando se faz algo intuitivamente tem uma grande possibilidade de errar
A emoção é algo primitivo
E a razão é uma ciência que o homem adquiriu
Ela faz com que os conhecimetos adquiridos pelos anos são passados de geração para geração
Pois faz gerar uma outra ação que gera uma outra ação que obriga a imaginação que obriga a criatividade.
Analisar todos os momentos da vida é fundamental para o homem
Luís Antonio Padovani
12/3/2001
Digo
Eu quero mulher para me casar
Eu não quero uma mulher para me enrolar
Eu quero uma mulher para ter filhos
Eu quero uma mulher para ter uma família
Eu quero uma mulher que me entenda
Eu quero uma mulher não exija de mim mais que eu posso dar
Eu quero uma mulher que fique ao meu lado
Eu quero uma mulher para repartir os problemas comigo
Eu quero uma mulher
Eu quero uma parceira
Uma mulher é muito mais do que reprodução
Uma mulher é alguém que eu possa confiar
Luís Antonio Padovani
14/3/2001
Eu não quero uma mulher para me enrolar
Eu quero uma mulher para ter filhos
Eu quero uma mulher para ter uma família
Eu quero uma mulher que me entenda
Eu quero uma mulher não exija de mim mais que eu posso dar
Eu quero uma mulher que fique ao meu lado
Eu quero uma mulher para repartir os problemas comigo
Eu quero uma mulher
Eu quero uma parceira
Uma mulher é muito mais do que reprodução
Uma mulher é alguém que eu possa confiar
Luís Antonio Padovani
14/3/2001
Fala meu
Nem o homem
Nem a mulher
Somente querem cama
Um casamento vai muito mais além do prazer
É uma vida a dois
É um tratado
Resumir a cama é simplificar demais
É um erro pensar somente em cama
A vida a dois é bem mais complicada
Os desafetos são frequentes
Isso não é um chavão
A partir do momento que junta cueca e calcinha
Os problemas começam a surgir
Um choque de educação é constatado
Um jogo de interesses é colocado sobre a mesa
Duas pessoa, duas educações.
Duas cabeças pensantes
Trazem antes da união um pensamento de conduta.
Luís Antonio Padovani
16/3/2001
Nem a mulher
Somente querem cama
Um casamento vai muito mais além do prazer
É uma vida a dois
É um tratado
Resumir a cama é simplificar demais
É um erro pensar somente em cama
A vida a dois é bem mais complicada
Os desafetos são frequentes
Isso não é um chavão
A partir do momento que junta cueca e calcinha
Os problemas começam a surgir
Um choque de educação é constatado
Um jogo de interesses é colocado sobre a mesa
Duas pessoa, duas educações.
Duas cabeças pensantes
Trazem antes da união um pensamento de conduta.
Luís Antonio Padovani
16/3/2001
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Tudo leva a crer
Tocar flauta
Nunca levei a serio
Namorei sem maiores compromissos
E agora eu não sei
Eu imagino ter algo serio
É serio
Não e piada
É que preciso definir a minha vida
Ter responsabilidade, já é hora
Estou na idade certa
Levar a vida na flauta não da mais não
Luís Antonio Padovani
22/3/2001
Nunca levei a serio
Namorei sem maiores compromissos
E agora eu não sei
Eu imagino ter algo serio
É serio
Não e piada
É que preciso definir a minha vida
Ter responsabilidade, já é hora
Estou na idade certa
Levar a vida na flauta não da mais não
Luís Antonio Padovani
22/3/2001
Sempre será assim
O raciocínio tem que prevalecer
O homem é um ser racional
O homem não pode se deixar se levar pelo emocional
O homem não é um ser emocional
O home tem a capacidade de controlar os seus desejos
O homem tem a capacidade de decidir o certo e o errado
O homem não pode ser levado pela emoção.
Luis Antonio Padovani
26/3/2001
O homem é um ser racional
O homem não pode se deixar se levar pelo emocional
O homem não é um ser emocional
O home tem a capacidade de controlar os seus desejos
O homem tem a capacidade de decidir o certo e o errado
O homem não pode ser levado pela emoção.
Luis Antonio Padovani
26/3/2001
E aconteceu
Ontem eu fiquei o dia inteiro para te encontrar
Eu não achei você meu bem
Agora você vem
Conta-me onde você se encontrava
Eu nunca esqueci de você
Lembro-me do tempo que você me amava
Dizia fazer tudo para mim
Não parava de ligar para a minha casa
Comigo ao seu lado você não se controlava
Você queria ficar bem agarradinha
Você gostava que eu roçasse o seu seio
Eu era o seu desejo incontrolável
E agora você quer voltar tudo outra vez
Você quer ser de novo amável
Luís Antonio Padovani
2/4/2001
Eu não achei você meu bem
Agora você vem
Conta-me onde você se encontrava
Eu nunca esqueci de você
Lembro-me do tempo que você me amava
Dizia fazer tudo para mim
Não parava de ligar para a minha casa
Comigo ao seu lado você não se controlava
Você queria ficar bem agarradinha
Você gostava que eu roçasse o seu seio
Eu era o seu desejo incontrolável
E agora você quer voltar tudo outra vez
Você quer ser de novo amável
Luís Antonio Padovani
2/4/2001
Tudo como Dantes como no quartel de Abrantes
Ficar uma outra maneira de dizer namorar
Ficar
É mais uma mania da moçada de hoje
Apesar da mudança do rótulo nada mudou
O pessoal continua a se beijar
O pessoal continua a se abraçar
O pessoal continua a se amar
O pessoal continua a se tocar
O pessoal continua a se casar
O pessoal continua a ter filhos
O pessoal só mudou de rótulo
O namora passou a denominar ficar
Os namorados e os ficantes são exatamente iguais
Luís Antonio Padovani
13/4/2001
Ficar
É mais uma mania da moçada de hoje
Apesar da mudança do rótulo nada mudou
O pessoal continua a se beijar
O pessoal continua a se abraçar
O pessoal continua a se amar
O pessoal continua a se tocar
O pessoal continua a se casar
O pessoal continua a ter filhos
O pessoal só mudou de rótulo
O namora passou a denominar ficar
Os namorados e os ficantes são exatamente iguais
Luís Antonio Padovani
13/4/2001
Quer sinceridade
I
Que mundo louco é esse
Eu não entendo nenhum pouco
As pessoas dizem uma coisa, faz outra.
Eu não consigo entender um negóco desses.
II
As pessoas dizem:
Beleza não põe a mesa
Só que as pessoas vivem a procura da beleza
E em uma dessas como é que ficam as modelos
III
Sinceridade
Há coisas que não dão para entender
Ou todo mundo está louco
Ou as pessoas gostam de mentir
Luís Antonio Padovani
20/4/2001
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 26
Que mundo louco é esse
Eu não entendo nenhum pouco
As pessoas dizem uma coisa, faz outra.
Eu não consigo entender um negóco desses.
II
As pessoas dizem:
Beleza não põe a mesa
Só que as pessoas vivem a procura da beleza
E em uma dessas como é que ficam as modelos
III
Sinceridade
Há coisas que não dão para entender
Ou todo mundo está louco
Ou as pessoas gostam de mentir
Luís Antonio Padovani
20/4/2001
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 26
São elas
Quem é estrela
Não quer ser estrela
Quem não é estrela
Quer ser estrela
Porque será isso
As estrelas são feitas para ficar no céu
As estrelas são para brilharem
As estrelas são para encantarem os olhos
As estrelas são para nortear o caminho
Luís Antonio Padovan
24/4/2001
Não quer ser estrela
Quem não é estrela
Quer ser estrela
Porque será isso
As estrelas são feitas para ficar no céu
As estrelas são para brilharem
As estrelas são para encantarem os olhos
As estrelas são para nortear o caminho
Luís Antonio Padovan
24/4/2001
terça-feira, 10 de abril de 2012
Imagmem
Muito tempo se passou
Muito tempo passará
Muitos amanheceres viram
Nada de concreto se obterá
Porque o tempo não tras luz que ilumina
Não tras uma alma calma
Tras desespero para a imaginação
Que é totalmente vazia
Por não ter sido exercitada
Alva como o papel
Esta sempre a espera de algo que ocupe com algum conteúdo
E finalmete ser preenchido
Luís Antonio Padovani
9/5/2001
Muito tempo passará
Muitos amanheceres viram
Nada de concreto se obterá
Porque o tempo não tras luz que ilumina
Não tras uma alma calma
Tras desespero para a imaginação
Que é totalmente vazia
Por não ter sido exercitada
Alva como o papel
Esta sempre a espera de algo que ocupe com algum conteúdo
E finalmete ser preenchido
Luís Antonio Padovani
9/5/2001
Desculpa-me
Intelijumento
Inteligência de jumento
Não da para aguentar
Irrita-me profundamente
Afeta a minha mente
Faz com que eu me afaste
Logo faz com que eu pergunte
Como podem existir pessoas assim
Oh meu Deus não da para entender tamanha integência
O não uso da inteligência
Luís Antonio Padovani
18/5/2001
Inteligência de jumento
Não da para aguentar
Irrita-me profundamente
Afeta a minha mente
Faz com que eu me afaste
Logo faz com que eu pergunte
Como podem existir pessoas assim
Oh meu Deus não da para entender tamanha integência
O não uso da inteligência
Luís Antonio Padovani
18/5/2001
Logicas
I
Toda mudança
O antigo dança
O mundo anda para frente
Aquele que não for acompanhar o mundo é desatualizado
Por conseguinte é ultrapassado
Porque quem não acompanha o seu mundo está fora de seu tempo
II
Toda mudança em tese é para melhor
Se a melhora não for constatada volta ao método antigo
III
Toda mudança encontra oponente
Mexe com sistema e estrutura
Com quem tem privilegios teme em perdê-los
Só tem privilegio quem tem poder
O poder mexe com a cabeça humana
Para não perder o poder quem está nele tem que se adaptar
Luís Antonio Padovani
15/5/2001
Toda mudança
O antigo dança
O mundo anda para frente
Aquele que não for acompanhar o mundo é desatualizado
Por conseguinte é ultrapassado
Porque quem não acompanha o seu mundo está fora de seu tempo
II
Toda mudança em tese é para melhor
Se a melhora não for constatada volta ao método antigo
III
Toda mudança encontra oponente
Mexe com sistema e estrutura
Com quem tem privilegios teme em perdê-los
Só tem privilegio quem tem poder
O poder mexe com a cabeça humana
Para não perder o poder quem está nele tem que se adaptar
Luís Antonio Padovani
15/5/2001
Mês de maio
Tempo psicológico
Maio
Mês do desmaio
Diz que é maio
Não sei se é
Será que é
Não sei
Só sie que é tempo de viver
Só sei que é tempo de agir
Maio
Mês de desmaio
Luís Antonio Padovani
27/5/2001
Maio
Mês do desmaio
Diz que é maio
Não sei se é
Será que é
Não sei
Só sie que é tempo de viver
Só sei que é tempo de agir
Maio
Mês de desmaio
Luís Antonio Padovani
27/5/2001
Tipo de cabeça
Ai que coisa
Tem gente que quer se fazer de surdo porque não quer escutar
Escuta uma coisa
Não precisa ser um entendido no assunto
O problema está a olhos vistos
É visível o meu andar é dificultoso
Não é necessário ser médico para ver
É uma coisa que basta pensar
Para perceber que algo não está certo
Que alguma providencia tem que ser tormada
É revoltante ver a negligencia médica
Que quando procurado mal vê o problema
Pede exames complementares
E o laudo médico é dado pelos tais exames
O certo é quem não tem cabeça padece o corpo
É uma outra forma de dizer saúde é que interessa o resto não tem pressa
Depois que perde a saúde ela não é mais recuperada
Como tem médicos que fazem cara de desentendidos
Quando procurados não examinam nem direito nem torto
Não arredam o pé de suas decisões
E depois não querem que eu fique revoltado.
Luís Antonio Padovani
31/5/2001
Tem gente que quer se fazer de surdo porque não quer escutar
Escuta uma coisa
Não precisa ser um entendido no assunto
O problema está a olhos vistos
É visível o meu andar é dificultoso
Não é necessário ser médico para ver
É uma coisa que basta pensar
Para perceber que algo não está certo
Que alguma providencia tem que ser tormada
É revoltante ver a negligencia médica
Que quando procurado mal vê o problema
Pede exames complementares
E o laudo médico é dado pelos tais exames
O certo é quem não tem cabeça padece o corpo
É uma outra forma de dizer saúde é que interessa o resto não tem pressa
Depois que perde a saúde ela não é mais recuperada
Como tem médicos que fazem cara de desentendidos
Quando procurados não examinam nem direito nem torto
Não arredam o pé de suas decisões
E depois não querem que eu fique revoltado.
Luís Antonio Padovani
31/5/2001
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Falta lhe amigos sinceros
Fundamental
A nossa vida passa
Lamentos
Tristezas
Angustias
Leva, contudo
Histórias
Exatas de uma vida
Ancora
Muitas vezes
Indiscretos
Gestos
Ondas
Sinuosas
Serão
Imediatamente
Nadadeiras
Cruel
Exato momento
Refugio
Omissão
Sem ninguém saber.
Luís Antonio Padovani
12/6/2001
A nossa vida passa
Lamentos
Tristezas
Angustias
Leva, contudo
Histórias
Exatas de uma vida
Ancora
Muitas vezes
Indiscretos
Gestos
Ondas
Sinuosas
Serão
Imediatamente
Nadadeiras
Cruel
Exato momento
Refugio
Omissão
Sem ninguém saber.
Luís Antonio Padovani
12/6/2001
E o burro pergunta por quê
Não da para levar nada a sério
Por que ninguém quer falar sério
Isto é sério
Eu não conto nenhuma piada
Por que esta piada não tem nehuma graça
Levar a vida numa flauta
Sem tocar música
Faz seus atos sem importar com as consequências
E quando vem
Pergunta por quê
E ainda falam
Eu não entendi
Fala verdade
Querem brincar comigo
E eu posso dormir com um barulho desses
Luís Antonio Padovani
18/6/2001
Por que ninguém quer falar sério
Isto é sério
Eu não conto nenhuma piada
Por que esta piada não tem nehuma graça
Levar a vida numa flauta
Sem tocar música
Faz seus atos sem importar com as consequências
E quando vem
Pergunta por quê
E ainda falam
Eu não entendi
Fala verdade
Querem brincar comigo
E eu posso dormir com um barulho desses
Luís Antonio Padovani
18/6/2001
Agroa não da para gastar muito não
É época de apagão
Gastar nem pensar
O jeito é raciocinar
Fazer um racionamento
A luz não pode ter aumento
Agora quer gastar menos watts
Fazer uma meta
Tirar a força
Agora é época do apagão
Se não cumprir a meta
A força vai cortar.
Luís Antonio Padovani
4/7/2001
Gastar nem pensar
O jeito é raciocinar
Fazer um racionamento
A luz não pode ter aumento
Agora quer gastar menos watts
Fazer uma meta
Tirar a força
Agora é época do apagão
Se não cumprir a meta
A força vai cortar.
Luís Antonio Padovani
4/7/2001
Paradinha
Stop
Isto pede parar
Parara para que
Vou continuar
Ate o fim de minha vida
Isto é a única coisa incontarolável
Stop
Isto pede parar
Parar para que
Vou continuar
Ate o fim de minha vida
Isto é a única coisa inocntrolável
Luís Antonio Padovani
24/7/2001
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 31
Ano da publicação 2012
Isto pede parar
Parara para que
Vou continuar
Ate o fim de minha vida
Isto é a única coisa incontarolável
Stop
Isto pede parar
Parar para que
Vou continuar
Ate o fim de minha vida
Isto é a única coisa inocntrolável
Luís Antonio Padovani
24/7/2001
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 31
Ano da publicação 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Qual é
Como é duro ver
Honduras atropelar o Brasil
Isso não tem lógica
Mas o futebol não é um jogo de lógica
Mandou o Brasil para o hospital
O diagnostico é fratura craniana
Esqueceu o futebol
Honduras afogou o Brasil
O resgate tirou o Brasil do oceano
A água foi para o cérebro
O futeol foi esquecido e o Brasil perdeu o jogo
São coisas do futebol
Luís Antonio Padovani
25/7/2001
Honduras atropelar o Brasil
Isso não tem lógica
Mas o futebol não é um jogo de lógica
Mandou o Brasil para o hospital
O diagnostico é fratura craniana
Esqueceu o futebol
Honduras afogou o Brasil
O resgate tirou o Brasil do oceano
A água foi para o cérebro
O futeol foi esquecido e o Brasil perdeu o jogo
São coisas do futebol
Luís Antonio Padovani
25/7/2001
A natureza é sábia
Todos os dias às dezoito horas em ponto
A noite já vem a entrar
As garças vêm em bando
Do Jardim Paulista
O seu Ciro fica parada a observar no Jardim Santa Helena
A caminho de um recanto no clube mogiano
Ao seu Ciro se encanta
A procurar seu recanto
Repousar em uma ilha
É muito bonito vê-las voar em bando
A sua simetria é bonita
Luís Antonio Padovani
6/8/2001
A noite já vem a entrar
As garças vêm em bando
Do Jardim Paulista
O seu Ciro fica parada a observar no Jardim Santa Helena
A caminho de um recanto no clube mogiano
Ao seu Ciro se encanta
A procurar seu recanto
Repousar em uma ilha
É muito bonito vê-las voar em bando
A sua simetria é bonita
Luís Antonio Padovani
6/8/2001
Para que isso
Sofrer por antecipação
É sofrer duas vezes
Uma antes da hora
Outra depois da hora
È tremendamente desnecessário
Sofrer antes da hora
Mesmo por quê?
Não sabe se vai acontecer ou não
Sofrer por antecipação
É sofrer inutilmente
Se nada acontecer
Não vai precisar sofrer
A melhor maneira
É esperar o fato acontecer
E ai tentar resolve-lo
Luís Antonio Padovani
16/8/2001
É sofrer duas vezes
Uma antes da hora
Outra depois da hora
È tremendamente desnecessário
Sofrer antes da hora
Mesmo por quê?
Não sabe se vai acontecer ou não
Sofrer por antecipação
É sofrer inutilmente
Se nada acontecer
Não vai precisar sofrer
A melhor maneira
É esperar o fato acontecer
E ai tentar resolve-lo
Luís Antonio Padovani
16/8/2001
Alienados do pensar
Como um soldado que marcha
Anda em um único sentido
Obcecados pelas ordens de seus superiores
Não pergunta por quê
Simplesmente obedece
Não questiona o conteúdo das ordens
Monopolizado pelo olhar do comandante
Não tem nehum tipo de raciocínio
É cego em seguir as ordens
Simplesmente obedece
Não é pago para pensar
E sim para decorar textos
E se fosse pago para pensar morreria de fome
Alienado da vida só pensa no pagamento do mês
Se o pagamento não faltar tudo bem
Não sabem fazer uma linha sequer que seja de sua autoria
São apenas primatas com computadores.
Luís Antonio Padovani
20/8/2001
Anda em um único sentido
Obcecados pelas ordens de seus superiores
Não pergunta por quê
Simplesmente obedece
Não questiona o conteúdo das ordens
Monopolizado pelo olhar do comandante
Não tem nehum tipo de raciocínio
É cego em seguir as ordens
Simplesmente obedece
Não é pago para pensar
E sim para decorar textos
E se fosse pago para pensar morreria de fome
Alienado da vida só pensa no pagamento do mês
Se o pagamento não faltar tudo bem
Não sabem fazer uma linha sequer que seja de sua autoria
São apenas primatas com computadores.
Luís Antonio Padovani
20/8/2001
Que nojera
Não confunda cu com bunda
O cu é lavado no bidê
A bunda senta no trono
Onde o cu fica sujo
No fundo isso é apenas uma rima
Que fica logo na assento
Para uns é um tanto imundo
Em um mundo cheio de corrupções e escândolos
Com tudo o cu é apenas uma porta de saída da anatomia
Por onde saem alguns peidos e que nos deixam aliviados
Ali não tem nenhum veado
Que na verdade são enxofres.
Luís Antonio Padovani
21/8/2001
O cu é lavado no bidê
A bunda senta no trono
Onde o cu fica sujo
No fundo isso é apenas uma rima
Que fica logo na assento
Para uns é um tanto imundo
Em um mundo cheio de corrupções e escândolos
Com tudo o cu é apenas uma porta de saída da anatomia
Por onde saem alguns peidos e que nos deixam aliviados
Ali não tem nenhum veado
Que na verdade são enxofres.
Luís Antonio Padovani
21/8/2001
Telinha
Eu tenho uma bonequinha
Ela é bonitinha
Ela é uma gracinha
É muito indêntica a aquela da televisão
Mostrada exaustivamente para vender para as meninas
Ela tem um dispositivo em sua barriga que quando acionado ela obedece aos comandos
Comandos de quem da as ordens
Ela está sempre as ordens
É uma boa menino faz tudo o que todos mandam
É uma boa cópia
Para ser guardada para ter alguma coisa documental
Eu amarro muito na minha boniquinha
Ela é uma gracinha
Ela faz tudo o que eu mandar
Ela fala tudo o que eu mandar
Não é uma gracinha
Não é uma belezinha
É uma teteinha
Da vontade de dar um beijo na boca.
Luís Antonio Padovani
9/9/2001
Ela é bonitinha
Ela é uma gracinha
É muito indêntica a aquela da televisão
Mostrada exaustivamente para vender para as meninas
Ela tem um dispositivo em sua barriga que quando acionado ela obedece aos comandos
Comandos de quem da as ordens
Ela está sempre as ordens
É uma boa menino faz tudo o que todos mandam
É uma boa cópia
Para ser guardada para ter alguma coisa documental
Eu amarro muito na minha boniquinha
Ela é uma gracinha
Ela faz tudo o que eu mandar
Ela fala tudo o que eu mandar
Não é uma gracinha
Não é uma belezinha
É uma teteinha
Da vontade de dar um beijo na boca.
Luís Antonio Padovani
9/9/2001
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