A
voz do povo não é a voz de Deus é a voz de quem quer impor a sua vontade por
meio dessa idiotice e que a idiotice não seja questionada e seja perpetuada
gerações pós gerações.
Ir
diretamente ao assunto é a minha característica. Rodeios não é para mim uma
virtude. Eles me dão vontade de dormir.
Então
eu vou largar de embromação e partir para o que realmente interessa.
Homofobia
daqui e dali.
Preconceito
contra as mulheres, os negros são os que estão estampados nos jornais, revistas
para quem quiser ler e reler, vistos e ouvidos na internet e na televisão, e
são ouvidos no rádio.
Esses
fatos são verdadeiros.
As
mulheres ganham menos que os homens nas mesmas funções e nas mesmas empresas.
Mas
esquecem de um detalhe não são somente esses os problemas do mundo.
Nos
meios de comunicações aparece o mundo em conflito pelo poder, despotismo é perpetuado
e civilizações são vitimas de seus governos, e muita gente passa fome.
Só
que esse ponto não é o ponto que eu quero chegar.
O
assunto é o preconceito contra os epilépticos eu não existe uma lei que os
ampare com o preconceito que é sofrido ao procurar um emprego, mesmo eu el seja
capacitado ninguém fala em prender quem oferece uma bebida alcoólica para ele.
Isto é uma ofensa, uma vez que, o remédio barbitúrico que ele toma para não ter
os desmaios o proíbe de aceitar o convite.
Os
supermercados não estão à disposição dos mesmos vinhos sem álcool, muito embora
já existam cervejas e espumantes.
Em
tom de brincadeira eu digo que a garapa é a pinga sem álcool.
Uma
solução para que isto tenha um fim é a instrução nas escolas com a
administração de conteúdos nas matérias mais especificas (biologia, física,
química e ciências físicas e biológicas) e mais português com suas redações e
discussões em salas de aulas.
Abrir
discussões sobre o tema, abrirá a cabeça de muita gente, e muita coisa mudará.
O
preconceito é vedado e vetado.
É
vedado por ser fechado. A sociedade de consumo o esconde e vetado, pois o
epiléptico é cortado do convívio social de uma sociedade alcoólica.
Conviver é viver com, antes de tudo e mais
nada.
Luís Antonio Padovani
04/05/2014