I
A voz do povo é a voz dos idiotas
Quem não concordar comigo queira me dizer quem a outorgou
Ou será que é um ou mais psicopatas que querem ser o povo
Querem fazer valer a sua palavra em detrimento a de outros
Alguém quer, por favor, me responder
Se não eu fico sem saber
II
A voz do povo é a voz de Deus, ou de alguém que quer ser prepotente em ser Deus.
Alguém quer ser invisível
Alguém quer ser espírito
Alguém quer ser onipotente
Ou ainda alguém quer Hercules carregar o mundo nas costas
A voz do povo é a voz de Deus
Ou é uma frase de efeito para poder manipular melhor as pessoas
É difícil para eu responder.
Luís Antonio Padovani
6/8/1995
terça-feira, 31 de julho de 2012
A dança do robô
Eu sou um robô
Eu sou um robô
Eu sou um robô
Se apertarem um botão eu viro para a direita
Eu sou um robô
Se apertarem um botão eu viro para esquerda
Eu sou um robô
Tudo que me mandam eu faço à risco
Eu sou um robô
Às vezes eu puxo o saco
Eu sou um robô
Eu não tenho vontade nenhuma
Eu sou um robô
Só aceito comando
Eu sou um robô
Eu sou bitolado
Eu sou um robô
Saia da frente
Eu sou um robô
Eu aviso quando...
Eu sou um robô.
Perigo... Perigo... Perigo...
Luís Antonio Padovani
19/12/1994
Publico no livro Q Dê Sete
Editora João Scortecci
São Paulo S.P.
Pagina 30
Ano da publicação 1996
Eu sou um robô
Eu sou um robô
Se apertarem um botão eu viro para a direita
Eu sou um robô
Se apertarem um botão eu viro para esquerda
Eu sou um robô
Tudo que me mandam eu faço à risco
Eu sou um robô
Às vezes eu puxo o saco
Eu sou um robô
Eu não tenho vontade nenhuma
Eu sou um robô
Só aceito comando
Eu sou um robô
Eu sou bitolado
Eu sou um robô
Saia da frente
Eu sou um robô
Eu aviso quando...
Eu sou um robô.
Perigo... Perigo... Perigo...
Luís Antonio Padovani
19/12/1994
Publico no livro Q Dê Sete
Editora João Scortecci
São Paulo S.P.
Pagina 30
Ano da publicação 1996
Oposto dos sexos
I
Sentimento carnal (vazio)
De início faz-se um calor (não é amor)
Pensa que é atração ( que nada)
II
Sentimento carnal (vazio)
É o que sinto com as mulheres (querer possuí-las)
Depois vem o cotidiano (dia-a-dia)
Depois vêm as conversas (amigos e amigas)
Depois se desmancha (como não tivesse existido)
Por causa de uma mancha que me contaram (algo pessoal ou coletivo) - imaginário.
III
Sentimento carnal (vazio)
Normal entre homens e mulheres (descontrola emocionalmente) - torna-se irracional
Dura pouco (quase nada) só o tempo de abaixar a temperatura
É apenas atração física (desejo sexual)
Desejo carnal ( sexual de conquista)..
IV
Sentimento carnal (vazio)
É apenas um sentimento ilógico (impulso incontrolável)
Quando vem o lógico, some (como nunca tivesse existido)
V
Sentimento carnal (vazio)
Em qualquer mulher pode acontecer pois é imprevisível)
É com encostar a mim que vem (sinto-me mal) - dando-me arrepios internos
Nada lógico (não quero explicações) - aceito o fato
Apenas compreensivo (despreocupante).
VI
Sentimento carnal (vazio)
Passível de se ter (relações humanas) -nada mais
Fácil de sumir (lógico) depois vem a normalidade
VII
Sentimento carnal (vazio)
É apenas o desejo de se manter relações sexuais com alguém (puramente animalesco)
E por isso que é vazio (algo primitivo).
VIII
Sentimento carnal (vazio)
É difícil controlar (algo intuitivo)
Fácil de se conter ( manter-se racional)
Luís Antonio Padovani
6/2//1995
Publicado no livro Q Dê Sete
Editora João Scortecci
São Paulo S.P.
Páginas 28 e 29
Ano da publicação 1996
.
Sentimento carnal (vazio)
De início faz-se um calor (não é amor)
Pensa que é atração ( que nada)
II
Sentimento carnal (vazio)
É o que sinto com as mulheres (querer possuí-las)
Depois vem o cotidiano (dia-a-dia)
Depois vêm as conversas (amigos e amigas)
Depois se desmancha (como não tivesse existido)
Por causa de uma mancha que me contaram (algo pessoal ou coletivo) - imaginário.
III
Sentimento carnal (vazio)
Normal entre homens e mulheres (descontrola emocionalmente) - torna-se irracional
Dura pouco (quase nada) só o tempo de abaixar a temperatura
É apenas atração física (desejo sexual)
Desejo carnal ( sexual de conquista)..
IV
Sentimento carnal (vazio)
É apenas um sentimento ilógico (impulso incontrolável)
Quando vem o lógico, some (como nunca tivesse existido)
V
Sentimento carnal (vazio)
Em qualquer mulher pode acontecer pois é imprevisível)
É com encostar a mim que vem (sinto-me mal) - dando-me arrepios internos
Nada lógico (não quero explicações) - aceito o fato
Apenas compreensivo (despreocupante).
VI
Sentimento carnal (vazio)
Passível de se ter (relações humanas) -nada mais
Fácil de sumir (lógico) depois vem a normalidade
VII
Sentimento carnal (vazio)
É apenas o desejo de se manter relações sexuais com alguém (puramente animalesco)
E por isso que é vazio (algo primitivo).
VIII
Sentimento carnal (vazio)
É difícil controlar (algo intuitivo)
Fácil de se conter ( manter-se racional)
Luís Antonio Padovani
6/2//1995
Publicado no livro Q Dê Sete
Editora João Scortecci
São Paulo S.P.
Páginas 28 e 29
Ano da publicação 1996
.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Simplesmente rotineiro
Coitado
Se soubesse o que é não diria
Coitado
É o filho do rato que nasce pelado no meio do mato
Eu tenho dito
Ele é um coitado
É tudo que sabe falar
Dia após dia
Não há cristo que aguente
Quanta monotonia
É só lamentações
E nada faz para mudar
Parece que é proposital
Coitado
Ele é um coitado
Parece que é uma regra
De pouca valia
Coitado
É um fato
Todos falam
Crescer nesse clima
É duro ter uma vida normal
Internamente nasce revoltado
Tenho um desejo de me retirar
Uma força de mudar
Luta, luta, luta
Se for artista deixa os seus passos
Se não for acaba esquecido em qualquer canto internado em qualquer sanatório
Luís Antonio Padovani
16/2/1995
É filho de rato pelado no meio do mato expressão idiomática que significa coisa alguma expressão criada por mim.
Se soubesse o que é não diria
Coitado
É o filho do rato que nasce pelado no meio do mato
Eu tenho dito
Ele é um coitado
É tudo que sabe falar
Dia após dia
Não há cristo que aguente
Quanta monotonia
É só lamentações
E nada faz para mudar
Parece que é proposital
Coitado
Ele é um coitado
Parece que é uma regra
De pouca valia
Coitado
É um fato
Todos falam
Crescer nesse clima
É duro ter uma vida normal
Internamente nasce revoltado
Tenho um desejo de me retirar
Uma força de mudar
Luta, luta, luta
Se for artista deixa os seus passos
Se não for acaba esquecido em qualquer canto internado em qualquer sanatório
Luís Antonio Padovani
16/2/1995
É filho de rato pelado no meio do mato expressão idiomática que significa coisa alguma expressão criada por mim.
Loucura
A grande coqueluche do momento é sexo
É o único assunto entre os homens
Não há quem pergunte se é virgem ou não
Se já vez hoje, ou a se vez ontem, ou há quanto tempo vez ou deixa de fazer.
Todos perguntam se é heterossexual, bissexual, ou homossexual.
Nenhuma escolha interessa
O que vale realmente é fazer sexo
A grande coqueluche do momento é o sexo
Todo mundo pergunta se tem namorada ou não
A grande coqueluche do momento é o sexo
Todo mundo esquece que fazer sexo ou não é opcional
A grande coqueluche do momento é o sexo
Sexo, sexo, sexo.
Só se fala nisso
Que falta de assunto é isso
E ainda quer ser vereador, prefeito, governador, deputado estadual, deputado federal, senador, presidente
De que jeito
Que projeto irá apresentar
Luís Antonio Padovani
29/1/1995
É o único assunto entre os homens
Não há quem pergunte se é virgem ou não
Se já vez hoje, ou a se vez ontem, ou há quanto tempo vez ou deixa de fazer.
Todos perguntam se é heterossexual, bissexual, ou homossexual.
Nenhuma escolha interessa
O que vale realmente é fazer sexo
A grande coqueluche do momento é o sexo
Todo mundo pergunta se tem namorada ou não
A grande coqueluche do momento é o sexo
Todo mundo esquece que fazer sexo ou não é opcional
A grande coqueluche do momento é o sexo
Sexo, sexo, sexo.
Só se fala nisso
Que falta de assunto é isso
E ainda quer ser vereador, prefeito, governador, deputado estadual, deputado federal, senador, presidente
De que jeito
Que projeto irá apresentar
Luís Antonio Padovani
29/1/1995
Diz o que é
Pobre de espírito
Como pode ser?
Pobre de espírito
Imagina que uma cerveja traz alegria
Alegria é um estado de espírito
Que não tem nada haver com o que se bebe
Baba quando vê uma mulher
Diz palavras inadequadas para menores
Pobre de espírito
Não dá mais para ouvir
Quando vê uma mulher bonito fica a dizer coisas impudicas
Pobre de espírito
Pensa que é o único do planeta
Pobre de espírito
Pensa ser o único ser certo do mundo e não admite outra opinião
Não admite dialogo
Pobre de espírito
Pensa unicamente no dinheiro
Para o pobre de espírito o dinheiro é a mola do mundo
Pobre de espírito
Pensa que engana sempre
Pobre de espírito
Não há pobreza pior
Não há dinheiro no mundo que a resolva
Diz uma coisa e quer dizer outra
Pobre de espírito
Imagina ser feliz, mas no fundo é triste.
Pobre de espírito
Eu duvido que tenha coisa pior
Eu tenho até um dó
Luís Antonio Padovani
17/1/1995
Dinheiro é a mola do mundo expressão idiomática que significa a solução para todos os problemas criada por mim;
Como pode ser?
Pobre de espírito
Imagina que uma cerveja traz alegria
Alegria é um estado de espírito
Que não tem nada haver com o que se bebe
Baba quando vê uma mulher
Diz palavras inadequadas para menores
Pobre de espírito
Não dá mais para ouvir
Quando vê uma mulher bonito fica a dizer coisas impudicas
Pobre de espírito
Pensa que é o único do planeta
Pobre de espírito
Pensa ser o único ser certo do mundo e não admite outra opinião
Não admite dialogo
Pobre de espírito
Pensa unicamente no dinheiro
Para o pobre de espírito o dinheiro é a mola do mundo
Pobre de espírito
Pensa que engana sempre
Pobre de espírito
Não há pobreza pior
Não há dinheiro no mundo que a resolva
Diz uma coisa e quer dizer outra
Pobre de espírito
Imagina ser feliz, mas no fundo é triste.
Pobre de espírito
Eu duvido que tenha coisa pior
Eu tenho até um dó
Luís Antonio Padovani
17/1/1995
Dinheiro é a mola do mundo expressão idiomática que significa a solução para todos os problemas criada por mim;
domingo, 29 de julho de 2012
Porque comigo
Regras
Para que servem as regras
Horas para serem obedecidas
Horas para serem quebradas
Uma coisa eu sei
Pressão é tudo que eu recebo
Para que tanta pressão
Mentira é tudo o que eu ouço
Para que isso
Para que usar as regras
Para botar pressão
Para que pressão
Mentir para que
Tanta coisa na minha cabeça
Faz-,me passar mal
Para que impor coisas
Faz me sentir ânsia
Isso me deixa cada dia mais nervoso
Regras, pressão, mentiras me dão desesperos.
Luís Antonio Padovani
8/3/1995
Para que servem as regras
Horas para serem obedecidas
Horas para serem quebradas
Uma coisa eu sei
Pressão é tudo que eu recebo
Para que tanta pressão
Mentira é tudo o que eu ouço
Para que isso
Para que usar as regras
Para botar pressão
Para que pressão
Mentir para que
Tanta coisa na minha cabeça
Faz-,me passar mal
Para que impor coisas
Faz me sentir ânsia
Isso me deixa cada dia mais nervoso
Regras, pressão, mentiras me dão desesperos.
Luís Antonio Padovani
8/3/1995
Atitudes
Inconformado (passado) não admite
Desinformado (regressa) não quer o progresso
Alimenta (lembrança) de que já foi
Preso (inconsciente) aleijado
Para modernos conceitos (congela) não pode voltar
Rotula (sem saber) consciente
Para poder controlar (encaçapa) conceitos
Fecha o seu interior (coisas descabidas) arranja
Uma cortina de ferro ( sem procedência) formulas
Com polícia (assim aleatoriamente) que contém piadas
Com toda a segurança (preconiza) são antigas previsíveis
Passar pensar que tem tudo sobre o seu controle (coisas velhas) não tem mais graça
Força uma personalidade que não tem (usa o imaginário) tempos atrás
Embuste (canaliza a raiva) eternamente vivo
Característica (celebro congelado até hoje) coisa feitas anos atrás
Para buscar solução (sem solução) diz é mentira
Mente para a própria sobrevivência (depende do convívio) as coisas da imaginação
Diz sem saber o que (só para dizer) não ficar calado
Diz se poderoso (mas não é) igual aos outros
Uma pessoa sem alternativa ão divide nada com ninguém (verdade) só ficará ossos
Sua capacidade (verdadeira) ossada no meio dos outros.
Luís Antonio Padovani
15/3/1995
Desinformado (regressa) não quer o progresso
Alimenta (lembrança) de que já foi
Preso (inconsciente) aleijado
Para modernos conceitos (congela) não pode voltar
Rotula (sem saber) consciente
Para poder controlar (encaçapa) conceitos
Fecha o seu interior (coisas descabidas) arranja
Uma cortina de ferro ( sem procedência) formulas
Com polícia (assim aleatoriamente) que contém piadas
Com toda a segurança (preconiza) são antigas previsíveis
Passar pensar que tem tudo sobre o seu controle (coisas velhas) não tem mais graça
Força uma personalidade que não tem (usa o imaginário) tempos atrás
Embuste (canaliza a raiva) eternamente vivo
Característica (celebro congelado até hoje) coisa feitas anos atrás
Para buscar solução (sem solução) diz é mentira
Mente para a própria sobrevivência (depende do convívio) as coisas da imaginação
Diz sem saber o que (só para dizer) não ficar calado
Diz se poderoso (mas não é) igual aos outros
Uma pessoa sem alternativa ão divide nada com ninguém (verdade) só ficará ossos
Sua capacidade (verdadeira) ossada no meio dos outros.
Luís Antonio Padovani
15/3/1995
Rotina
I
Mentiras mais mentiras e mais mentiras
Mente tanto que nem sabe a hora que fala a verdade
Essa situação já me rendeu uma gastrite
Faz com que eu fique com esgotamento nervoso
E a minha emoção já se foi para o buraco
II
Não consegue fazer outra coisa a não ser mentira
É só que eu escuto a minha vida inteira
Vive-se de ilusão ( a vida não é uma fantasia) histórias inventadas
É incrível que tenha gente que acredite nisso
Eu não entendo como tem otário
Eu não vivo de ilusões
Eu vivo do que eu produzo
Eu vivo do que eu faço
Eu vivo do dinheiro que eu recebo em troca do trabalho
Eu vivo do concreto e não do abstrato
O abstrato não me dá nada
As ilusões eu deixo para as crianças com os seus super-herois
É o tempo delas
III
Mentiras mais mentiras e mais mentiras
O que ela quer é me tirar
Tirar a minha a vida
Viver a minha vida por mim
Mente tanto que nem rubro fica
A vida construída assim não vale a pena viver, pois é falsa
A vida assim não passa de um simples respiro
A vida construída assim não é vivida plenamente.
Luís Antonio Padovani
19/3/1995
Mentiras mais mentiras e mais mentiras
Mente tanto que nem sabe a hora que fala a verdade
Essa situação já me rendeu uma gastrite
Faz com que eu fique com esgotamento nervoso
E a minha emoção já se foi para o buraco
II
Não consegue fazer outra coisa a não ser mentira
É só que eu escuto a minha vida inteira
Vive-se de ilusão ( a vida não é uma fantasia) histórias inventadas
É incrível que tenha gente que acredite nisso
Eu não entendo como tem otário
Eu não vivo de ilusões
Eu vivo do que eu produzo
Eu vivo do que eu faço
Eu vivo do dinheiro que eu recebo em troca do trabalho
Eu vivo do concreto e não do abstrato
O abstrato não me dá nada
As ilusões eu deixo para as crianças com os seus super-herois
É o tempo delas
III
Mentiras mais mentiras e mais mentiras
O que ela quer é me tirar
Tirar a minha a vida
Viver a minha vida por mim
Mente tanto que nem rubro fica
A vida construída assim não vale a pena viver, pois é falsa
A vida assim não passa de um simples respiro
A vida construída assim não é vivida plenamente.
Luís Antonio Padovani
19/3/1995
Caminhando
Há tempo se foi
Sylvastone
Recordes
Tombedos
Honrou
Nas pistas das formulas
Pelas estradas ia para as selvas
A selva é a sua estrada
Entra nas nações
Notoriamente
Bravamente
Amou
Duramente
Assistia o seu povo
A sua pátria ele desbravava
Independentemente de raça, cor, religião, ideologia, política e outras coisas a mais
Lados do mundo que tivesse, fazia o brasileiro sorrir.
Valia a pena
A emoção que aos domingos ele nos trazia
Luís Antonio Padovani
22/3/1995
Este poema é sobre um seriado que passou na televisão
Sylvastone
Recordes
Tombedos
Honrou
Nas pistas das formulas
Pelas estradas ia para as selvas
A selva é a sua estrada
Entra nas nações
Notoriamente
Bravamente
Amou
Duramente
Assistia o seu povo
A sua pátria ele desbravava
Independentemente de raça, cor, religião, ideologia, política e outras coisas a mais
Lados do mundo que tivesse, fazia o brasileiro sorrir.
Valia a pena
A emoção que aos domingos ele nos trazia
Luís Antonio Padovani
22/3/1995
Este poema é sobre um seriado que passou na televisão
sábado, 28 de julho de 2012
Como é que é mesmo?
Uma gente que nem sabe explicar direito, me faz passar raiva
Quer que eu perca a paciência - Que absurdo
Quer mandar na vida dos outros- Isto é problema.
Quer traçar o destino - professor, médico, engenheiro, advogado...
Como posso admitir?
Gente que nem sabe explicar onde fica uma rua sabe.
Vem agora querer mandar - é coisa do outro mundo
Isto é inacreditável - não dá para acreditar.
Como pode ser uma coisa dessas - é um paradoxzico.
E eu quero saber - encontrar uma explicação.
É uma amolação que não tem tamanho!
É uma perturbação
Que é uma grandeza
Que não dá para aguentar - passo mal-estar interior.
Sabe gente que não dá para tolerar - ufaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Luís Antonio Padovani
13/4/1995
Quer que eu perca a paciência - Que absurdo
Quer mandar na vida dos outros- Isto é problema.
Quer traçar o destino - professor, médico, engenheiro, advogado...
Como posso admitir?
Gente que nem sabe explicar onde fica uma rua sabe.
Vem agora querer mandar - é coisa do outro mundo
Isto é inacreditável - não dá para acreditar.
Como pode ser uma coisa dessas - é um paradoxzico.
E eu quero saber - encontrar uma explicação.
É uma amolação que não tem tamanho!
É uma perturbação
Que é uma grandeza
Que não dá para aguentar - passo mal-estar interior.
Sabe gente que não dá para tolerar - ufaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Luís Antonio Padovani
13/4/1995
Dentro dos aconchegos
Como sumir?
Como desaparecer?
Como?
Siar e nunca voltar?
Penso, penso, penso...
Tento de tudo.
Não consigo resposta
Por mais que eu tente
Não encontro respostas.
Por mais que eu mostre os erros
Não existe desconfiômetro ----
Aparelho para medir desconfiança.
Como sumir?
Como desaparecer?
Como?
Mostrar que os nossos Santos não se cruzam,
Sempre estaremos brigando.
Nós não nos gostamos.,
E não há com ter acordo.
Os nossos modos pensantes não se sintonizam
Só resta saber
Como sumir?
Como desaparecer?
Os nossos modos viventes não se assemelham
É, parece que só resta saber:
Como sumir?
Como?
Como ser feliz?
Como abrir um sorriso?
Como?
Como ter um pouco de ouro
Como ter paz, sossego e tranquilidade?
Tudo isso vale mais que o vil metal, dinheiro,
É a maior riqueza do mundo.
Por alguns e bons segundos é bom ter.
Mesmo que eu saiba que é por pouco tempo.
Mas é o tempo de descanso
É o tempo de reflexão
Viajar, como viajava antes, para encontrar o equilíbrio.
Seja onde for
Viajar
Ter um equilíbrio
Ser, por alguns segundos, feliz
Descarregar uma carga espiritual que pesa muito interiormente.
Isso é muito bom
Como sumir?
Como desaparecer?
Como?
Nós não nos identificamos.
Sempre ficaremos brigando.
Eu te enchendo
E você me enchendo.
Vamos entrar em um acordo
Como sumir?
Como desaparecer?
Como?
Luís Antonio Padovani
14/4/1995
Desconfiômetro palavra criada por mim
Os Santos não se cruzam expressão idiomática quer dizer não se combina
Vil metal expressão idiomática que quer dizer dinheiro
Poema publicado no livro Que dê Sete
Páginas 26 e 27
Editora João Scortecci
São Paulo SP
Ano da publicação 1996
Como desaparecer?
Como?
Siar e nunca voltar?
Penso, penso, penso...
Tento de tudo.
Não consigo resposta
Por mais que eu tente
Não encontro respostas.
Por mais que eu mostre os erros
Não existe desconfiômetro ----
Aparelho para medir desconfiança.
Como sumir?
Como desaparecer?
Como?
Mostrar que os nossos Santos não se cruzam,
Sempre estaremos brigando.
Nós não nos gostamos.,
E não há com ter acordo.
Os nossos modos pensantes não se sintonizam
Só resta saber
Como sumir?
Como desaparecer?
Os nossos modos viventes não se assemelham
É, parece que só resta saber:
Como sumir?
Como?
Como ser feliz?
Como abrir um sorriso?
Como?
Como ter um pouco de ouro
Como ter paz, sossego e tranquilidade?
Tudo isso vale mais que o vil metal, dinheiro,
É a maior riqueza do mundo.
Por alguns e bons segundos é bom ter.
Mesmo que eu saiba que é por pouco tempo.
Mas é o tempo de descanso
É o tempo de reflexão
Viajar, como viajava antes, para encontrar o equilíbrio.
Seja onde for
Viajar
Ter um equilíbrio
Ser, por alguns segundos, feliz
Descarregar uma carga espiritual que pesa muito interiormente.
Isso é muito bom
Como sumir?
Como desaparecer?
Como?
Nós não nos identificamos.
Sempre ficaremos brigando.
Eu te enchendo
E você me enchendo.
Vamos entrar em um acordo
Como sumir?
Como desaparecer?
Como?
Luís Antonio Padovani
14/4/1995
Desconfiômetro palavra criada por mim
Os Santos não se cruzam expressão idiomática quer dizer não se combina
Vil metal expressão idiomática que quer dizer dinheiro
Poema publicado no livro Que dê Sete
Páginas 26 e 27
Editora João Scortecci
São Paulo SP
Ano da publicação 1996
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Como enche
Ô vida amargurada
Cheia de amarguras
cheia de lamentações
Não fala nada que é positivo
Só quer assistir à novela das seis, das sete e das oito.
Na hora dos jornais desliga a televisão
Chora pelos quatro cantos
Haja paciência para suportar isso
Isso me dá um desgaste tão grande que eu não falo mais nada
Eu estou exausto de falar as mesmas coisas todos os dias todas as horas
Essa falta de criatividade me mata
Pô procura fazer uma outra coisa
Reclamar não vai encontrar soluções
Isso eu garanto.
Luís Antonio Padovani
21/4/1995
Cheia de amarguras
cheia de lamentações
Não fala nada que é positivo
Só quer assistir à novela das seis, das sete e das oito.
Na hora dos jornais desliga a televisão
Chora pelos quatro cantos
Haja paciência para suportar isso
Isso me dá um desgaste tão grande que eu não falo mais nada
Eu estou exausto de falar as mesmas coisas todos os dias todas as horas
Essa falta de criatividade me mata
Pô procura fazer uma outra coisa
Reclamar não vai encontrar soluções
Isso eu garanto.
Luís Antonio Padovani
21/4/1995
Tenha um pouco de simancol
Não se toca
Não visualiza
Não enxerga
Vive a atrapalhar a minha vida
Não sei como não vê
Essa cegueira social
Não vê que essa burguesia quer acabar com a minha vida
Faz exatamente ao contrario do que deveria fazer
Defende essa hipocrisia
Que não quer dar nada para só quer tirar.
E isso me deixa nervoso
Vê se si toca
Essa sociedade não dá nenhuma alternativa
Todos aqui são surdo sociais
Eu não sei por que a sua visão é tão curta
Só vê ao seu redor
Usa um tampão
É uma toupeira
É tapado
É burro
É um asno
É um zoológico
E pensa que é perfeito
Não toma simancol
Porque no final das contas quem vai pagar a sua conta sou eu
Abra o olho
Que vizinho nenhum vai dar dinheiro para você
O que adianta uma faculdade se não consegue abrir os olhos.
Toupeira, tapado, asno, burro expressões idiomáticas que querem dizer sem sabedoria
Não visualiza
Não enxerga
Vive a atrapalhar a minha vida
Não sei como não vê
Essa cegueira social
Não vê que essa burguesia quer acabar com a minha vida
Faz exatamente ao contrario do que deveria fazer
Defende essa hipocrisia
Que não quer dar nada para só quer tirar.
E isso me deixa nervoso
Vê se si toca
Essa sociedade não dá nenhuma alternativa
Todos aqui são surdo sociais
Eu não sei por que a sua visão é tão curta
Só vê ao seu redor
Usa um tampão
É uma toupeira
É tapado
É burro
É um asno
É um zoológico
E pensa que é perfeito
Não toma simancol
Porque no final das contas quem vai pagar a sua conta sou eu
Abra o olho
Que vizinho nenhum vai dar dinheiro para você
O que adianta uma faculdade se não consegue abrir os olhos.
Toupeira, tapado, asno, burro expressões idiomáticas que querem dizer sem sabedoria
Não sai disso
Meu Deus do céu eu não sei como se aguenta
Reclama a vida inteira
Parece até uma hiena
Escutar isso é um problema e dos grandes
Eu não tenho um segundo de folga
É da hora que eu acordo até a hora que eu vou dormir
E o mais complicado é que é a mesma reclamação
E não toma nenhuma ação para resolver o problema
Eu não sei o que pensa
Resolva reclamar somente para mim
O que vai ser o fim disso
E não contente com isso diz que eu sou antissocial
Se é que existe isso
O homem é um bicho essencialmente social
Por ser interdependente um do outro
O homem não totalmente independente
Ele não consegue fazer todas as cadeias produtivas
Ele limitado
Meu Deus do céu livrai-me
Eu quero um tempo para minha cabeça
Da um tempo ai forro
Deixa de reclamar
Que reclamar não resolve nada
E outra coisa o meu ouvido não é pinico
Para de reclamar
Vê se resolve o seu problema
Luís Antonio Padovani
10/5/1995
O meu ouvido não é pinico expressão idiomática que eu criei quer dizer assunto sem nenhum valor
Reclama a vida inteira
Parece até uma hiena
Escutar isso é um problema e dos grandes
Eu não tenho um segundo de folga
É da hora que eu acordo até a hora que eu vou dormir
E o mais complicado é que é a mesma reclamação
E não toma nenhuma ação para resolver o problema
Eu não sei o que pensa
Resolva reclamar somente para mim
O que vai ser o fim disso
E não contente com isso diz que eu sou antissocial
Se é que existe isso
O homem é um bicho essencialmente social
Por ser interdependente um do outro
O homem não totalmente independente
Ele não consegue fazer todas as cadeias produtivas
Ele limitado
Meu Deus do céu livrai-me
Eu quero um tempo para minha cabeça
Da um tempo ai forro
Deixa de reclamar
Que reclamar não resolve nada
E outra coisa o meu ouvido não é pinico
Para de reclamar
Vê se resolve o seu problema
Luís Antonio Padovani
10/5/1995
O meu ouvido não é pinico expressão idiomática que eu criei quer dizer assunto sem nenhum valor
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Cuidado perigo
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
Penso em muitas vezes ter calma
Mas a qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
Não tem hora marcada
Não tem local combinado
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para dar uma barulho estridente
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
Fazer um barulho estridente
Esparramar toda uma turma
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Não aceito provocações
Eu sou uma pólvora humana
Há tempos eu perdi toda a minha paciência
Estou pronto para explodir
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Basta qualquer insinuação
Estou pronto para explodir
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
A qualquer momento bum!
Luís Antonio Padoani
28/5/1995
Estou pronto para explodir
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
Penso em muitas vezes ter calma
Mas a qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
Não tem hora marcada
Não tem local combinado
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para dar uma barulho estridente
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
Fazer um barulho estridente
Esparramar toda uma turma
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Não aceito provocações
Eu sou uma pólvora humana
Há tempos eu perdi toda a minha paciência
Estou pronto para explodir
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Basta qualquer insinuação
Estou pronto para explodir
A qualquer momento bum
Eu sou uma pólvora humana
Estou pronto para explodir
A qualquer momento bum!
Luís Antonio Padoani
28/5/1995
Louco não
Estou cansado de bater palma para louco dançar
Estou cansado de falar as mesmas coisas
Estou cansado de ouvir as mesmas coisas
Estou cansado de ver as mesmas pessoas nos mesmos lugares no mesmo lugar
Incrível como as pessoas são previsíveis
Estou cansado de bater palma para louco dançar
Não é fácil não tolerar a monotonia
Dá um sono que dá vontade de dormir
Estou cansado de escutar louco
Eu tenho a impressão que estou em um manicômio
Estou cansado de bater palma para louco dançar
Eu não quero saber o que louco pensa
Estou cansado de ver orgulho de loucos
Estou cansado de eleger loucos
Estou cansado enriquecer louco
Estou cansado para bater palma para louco dançar
Estou cansado de ouvir ensinamentos de loucos
Estou cansado ver um luco tapear um outros louco
Estou cansado de ver representações de louco
Estou cansado de ver insultos de um louco para outro
Estou cansado de engrandecer louco
Estou cansado de louco ser meu patrão
Estou cansado de bater palma para louco dançar
E agora eu falo chega de loucos
Luís Antonio Padovani
13/5/1995
Estou cansado de falar as mesmas coisas
Estou cansado de ouvir as mesmas coisas
Estou cansado de ver as mesmas pessoas nos mesmos lugares no mesmo lugar
Incrível como as pessoas são previsíveis
Estou cansado de bater palma para louco dançar
Não é fácil não tolerar a monotonia
Dá um sono que dá vontade de dormir
Estou cansado de escutar louco
Eu tenho a impressão que estou em um manicômio
Estou cansado de bater palma para louco dançar
Eu não quero saber o que louco pensa
Estou cansado de ver orgulho de loucos
Estou cansado de eleger loucos
Estou cansado enriquecer louco
Estou cansado para bater palma para louco dançar
Estou cansado de ouvir ensinamentos de loucos
Estou cansado ver um luco tapear um outros louco
Estou cansado de ver representações de louco
Estou cansado de ver insultos de um louco para outro
Estou cansado de engrandecer louco
Estou cansado de louco ser meu patrão
Estou cansado de bater palma para louco dançar
E agora eu falo chega de loucos
Luís Antonio Padovani
13/5/1995
Não se lembram
As pessoas estão cada dia mais sem memória
As pessoas ficam chocadas com que eu digo
Mas a lei da física é a única lei que perpetua
As pessoas não tem respeito comigo
Eu não tenho respeito com os outros
Eu sou sempre agredido
As peguntam por que eu não faço poema para Moji Mirim
Eu respondo por que mojimiriano não faz nada que me favoreça
As pessoas pensam em si
As pessoas são incomodadas com que eu digo e escrevo
E eu não estou nem ai
As pessoas exigem muito dos outros
As pessoas não dão nada em troca
As pessoas vivem em um esquema que elas são escravizadas pelo próprio sistema
Tornam-se viciadas e robotizadas.
Luís Antonio Padovani
205/1995
As pessoas ficam chocadas com que eu digo
Mas a lei da física é a única lei que perpetua
As pessoas não tem respeito comigo
Eu não tenho respeito com os outros
Eu sou sempre agredido
As peguntam por que eu não faço poema para Moji Mirim
Eu respondo por que mojimiriano não faz nada que me favoreça
As pessoas pensam em si
As pessoas são incomodadas com que eu digo e escrevo
E eu não estou nem ai
As pessoas exigem muito dos outros
As pessoas não dão nada em troca
As pessoas vivem em um esquema que elas são escravizadas pelo próprio sistema
Tornam-se viciadas e robotizadas.
Luís Antonio Padovani
205/1995
terça-feira, 24 de julho de 2012
Bons tempos
Sai da frente que atrás vem gente
Em punho uma bandeira brasileira
A marchar com ela
Com enorme alegria
Carrega forte emoção
Como faz um soldado que defende a sua pátria
Carrega no peito o seu símbolo
Canta forte o hino nacional brasileiro
Mostra a todos aqueles que passam ao seu lado o seu amor pela pátria
Perante os olhares assustados
A união do povo brasileiro
A alegria de viver
Com certeza de ter uma nação forte pela frente
Para nos levar a dias de imponências
Luís Antonio Padovani
3/6/1995
Em punho uma bandeira brasileira
A marchar com ela
Com enorme alegria
Carrega forte emoção
Como faz um soldado que defende a sua pátria
Carrega no peito o seu símbolo
Canta forte o hino nacional brasileiro
Mostra a todos aqueles que passam ao seu lado o seu amor pela pátria
Perante os olhares assustados
A união do povo brasileiro
A alegria de viver
Com certeza de ter uma nação forte pela frente
Para nos levar a dias de imponências
Luís Antonio Padovani
3/6/1995
Sem conceito
Mente clara
Mente aberta
Não tem preconceito de nada
Procura discutir os conceitos preestabelecidos
Procura saber
Qual é o motivo?
Qual é a razão?
Mente clara sabe que tudo é pré é antes
Fuça qual é a razão cada conceito
Mente aberta abre novas ideias
Não é preso em nada
Gosta de ser livre para pensar
Não aceita nada feito
Quer saber
Mais, mais cada vez mais
Qual é o motivo?
Qual é a razão?
Para poder ter pensamento próprio
Mente clara
Mente aberta
Não aceita ideias prontas de pronto
Sempre está aberta para reciclagem de ideias
Só para de mudá-las quando morrer
Reflete sempre os seus pensamentos
Mente clara deixa o pensamento voar
Mente aberta é aberta para o mundo
Procura sempre evoluir
Procura sempre o novo
Afinal o mundo tem que mudar de estagio.
Luís Antonio Padovani
8/6/1995
Mente aberta
Não tem preconceito de nada
Procura discutir os conceitos preestabelecidos
Procura saber
Qual é o motivo?
Qual é a razão?
Mente clara sabe que tudo é pré é antes
Fuça qual é a razão cada conceito
Mente aberta abre novas ideias
Não é preso em nada
Gosta de ser livre para pensar
Não aceita nada feito
Quer saber
Mais, mais cada vez mais
Qual é o motivo?
Qual é a razão?
Para poder ter pensamento próprio
Mente clara
Mente aberta
Não aceita ideias prontas de pronto
Sempre está aberta para reciclagem de ideias
Só para de mudá-las quando morrer
Reflete sempre os seus pensamentos
Mente clara deixa o pensamento voar
Mente aberta é aberta para o mundo
Procura sempre evoluir
Procura sempre o novo
Afinal o mundo tem que mudar de estagio.
Luís Antonio Padovani
8/6/1995
segunda-feira, 23 de julho de 2012
No bloco do Margarida
No bloco do Margarida
Nos as flores abrimos os cordões
Agitamos os foliões
Um carnaval mais perfumado
Pular torna-se mais alegria
A festa do Alecrim e da Colombina
Pular fica mais festivo
A noite inteira vara sem cansar
O carnaval é para nós energia
Nós somos os arrozes de festa
Assim que acabar já pensamos no carnaval do ano seguinte
O carnaval é a folia que toma conta de todos nós
O rei Momo é o nosso monarca
Luís Antonio Padovani
11/6/1995
Diga não
Escravo de si mesmo
Não consegue se libertar
Vive na rotina
Não consegue mudar
Por ande vai anda sempre em círculos
Volta sempre no mesmo ponto
Parece até que os dias são represes do dia anterior
Mesmo assim não conta
Pois é assim que é feliz
Afinal mudança por que
Se for feliz assim
É melhor deixar do jeito que está
Para que arriscar a felicidade
Do jeito que está, está bom.
A mudança pode trazer infelicidade.
Luís Antonio Padovani
2/7/1995
Não consegue se libertar
Vive na rotina
Não consegue mudar
Por ande vai anda sempre em círculos
Volta sempre no mesmo ponto
Parece até que os dias são represes do dia anterior
Mesmo assim não conta
Pois é assim que é feliz
Afinal mudança por que
Se for feliz assim
É melhor deixar do jeito que está
Para que arriscar a felicidade
Do jeito que está, está bom.
A mudança pode trazer infelicidade.
Luís Antonio Padovani
2/7/1995
domingo, 22 de julho de 2012
Não se conformam
Falar que eu sou escritor não adianta nada
Do que eu falar se as pessoas não querem aceitar
Tudo por causa do estereotipo
A vida caminha para frente torcida brasileira
Quem gosta do passado é museu
Mas parece que as pessoas não querem saber disso não
Elas querem mesmo é remoer o passado
Elas fazem isso somente para que as pessoas se afastem de mim
Dizem que eu tomo gardenol
Eu não vejo problema nenhum nisso, mas as pessoas
As pessoas atribuem coisas negativas a mim por eu não ser igual a elas.
E por isso elas não assumem que eu sou escritor
É com eu digo é a fase
E que fase
Luís Antonio Padovani
6/7/1995
Gardenol é um fenobarbital dado a pessoas com problemas neurológicos como epilepsia
Do que eu falar se as pessoas não querem aceitar
Tudo por causa do estereotipo
A vida caminha para frente torcida brasileira
Quem gosta do passado é museu
Mas parece que as pessoas não querem saber disso não
Elas querem mesmo é remoer o passado
Elas fazem isso somente para que as pessoas se afastem de mim
Dizem que eu tomo gardenol
Eu não vejo problema nenhum nisso, mas as pessoas
As pessoas atribuem coisas negativas a mim por eu não ser igual a elas.
E por isso elas não assumem que eu sou escritor
É com eu digo é a fase
E que fase
Luís Antonio Padovani
6/7/1995
Gardenol é um fenobarbital dado a pessoas com problemas neurológicos como epilepsia
Sem amolação
Não me venha com suas histórias
Elas já deram o que assuntos
Agora elas atormentam
Não venha dizer que eu sou atormentado
Porque eu sei o que você quer dizer
É pura inveja que você tem de mim
A esse respeito eu não posso fazer nada a não ser lamentar
E neste momento eu vou te dizer
Quem sabe faz
Quem não sabe bate palma
Então siga o meu conselho
Deixa-me em paz
Porque a partir deste instante eu quero paz, sossego e tranquilidade
Sem alguém ficar a me amolar para que eu faça coisas que eu não possa fazer
Eu quero mesmo é sossego
Tranquilidade na alma
Elementos básicos para uma vida saudável
Paz, sossego e tranquilidade.
Coisas simples de se ter
E difícil de conseguir, fala a verdade.
É mais fácil ser pobre de espírito
Do que estar com paz, sossego e tranquilidade
Porque as coisas são sempre assim
As pessoas querem estar sempre em conflito
Acordo nenhum terá eficácia para tirar o aflito
E que nossa tranquilidade esteja por vir
É esse o meu desejo
Muito embora que eu sei que é praticamente impossívle
Luís Antonio Padovani
6/7/1995
Elas já deram o que assuntos
Agora elas atormentam
Não venha dizer que eu sou atormentado
Porque eu sei o que você quer dizer
É pura inveja que você tem de mim
A esse respeito eu não posso fazer nada a não ser lamentar
E neste momento eu vou te dizer
Quem sabe faz
Quem não sabe bate palma
Então siga o meu conselho
Deixa-me em paz
Porque a partir deste instante eu quero paz, sossego e tranquilidade
Sem alguém ficar a me amolar para que eu faça coisas que eu não possa fazer
Eu quero mesmo é sossego
Tranquilidade na alma
Elementos básicos para uma vida saudável
Paz, sossego e tranquilidade.
Coisas simples de se ter
E difícil de conseguir, fala a verdade.
É mais fácil ser pobre de espírito
Do que estar com paz, sossego e tranquilidade
Porque as coisas são sempre assim
As pessoas querem estar sempre em conflito
Acordo nenhum terá eficácia para tirar o aflito
E que nossa tranquilidade esteja por vir
É esse o meu desejo
Muito embora que eu sei que é praticamente impossívle
Luís Antonio Padovani
6/7/1995
Hoje em dia parece piada
Existem pessoas que querem por fronteiras no mundo
Isso não existe
Todas as fronteiras são desmoronadas em segundos
Logo que chegou o satélite acabaram-se as fronteiras
A parabólica capta os sinais do mundo inteiro
Consegue derrubar até ministro
O mundo de hoje é sem fronteira
Pessoas falam de qualquer parte do mundo e todas as partes do mundo sabe o que foi dito
Logo que surgiu o computador mando mensagem para qualquer lugar do mundo em piscar de olhos
Não temos fronteiras
O mundo hoje é globalizado
A fronteira é apenas burocrática
O mundo está aberto
O mundo ficou mais amistoso
Hoje existem casamentos por computador
Querem mais
É só esperar que vá chegar.
Luís Antonio Padovani
6/7/1995
Isso não existe
Todas as fronteiras são desmoronadas em segundos
Logo que chegou o satélite acabaram-se as fronteiras
A parabólica capta os sinais do mundo inteiro
Consegue derrubar até ministro
O mundo de hoje é sem fronteira
Pessoas falam de qualquer parte do mundo e todas as partes do mundo sabe o que foi dito
Logo que surgiu o computador mando mensagem para qualquer lugar do mundo em piscar de olhos
Não temos fronteiras
O mundo hoje é globalizado
A fronteira é apenas burocrática
O mundo está aberto
O mundo ficou mais amistoso
Hoje existem casamentos por computador
Querem mais
É só esperar que vá chegar.
Luís Antonio Padovani
6/7/1995
Tantas basbaquices
A voz do povo é a voz dos idiotas
Porque você quer ser Deus?
Todos dizem a mesma coisa
Todos querem ser Deus
Mas eu não entendo uma coisa de que povo se fala?
O povo que mora no manicômio
O povo que mora no presídio
O povo nômade
O povo andarilho
Os povos indígenas
O povo brasileiro
O povo argentino
O povo uruguaio
O povo lusitano
O povo italiano
O povo alemão
O povo chinês
O povo japonês
O povo turco
O povo sírio
O povo libanês
Os povos estadunidenses
O povo Egito
O povo iraniano
O povo iraquiano
O povo australiano
De que povo você fala?
Cada povo tem a sua cultura
Cada povo tem o seu modo de pensar
Eu peço com urgência e emergência um esclarecimento ou você quer ter razão em tudo?
Você diz isso para não perder o poder.
Porque o poder fascina
Todos querem o poder na mão para poder usufruir das benesses do poder
O que você não quer é perder o poder isso sim que é a verdade.
Luís Antonio Padovani
15/8/1995
Porque você quer ser Deus?
Todos dizem a mesma coisa
Todos querem ser Deus
Mas eu não entendo uma coisa de que povo se fala?
O povo que mora no manicômio
O povo que mora no presídio
O povo nômade
O povo andarilho
Os povos indígenas
O povo brasileiro
O povo argentino
O povo uruguaio
O povo lusitano
O povo italiano
O povo alemão
O povo chinês
O povo japonês
O povo turco
O povo sírio
O povo libanês
Os povos estadunidenses
O povo Egito
O povo iraniano
O povo iraquiano
O povo australiano
De que povo você fala?
Cada povo tem a sua cultura
Cada povo tem o seu modo de pensar
Eu peço com urgência e emergência um esclarecimento ou você quer ter razão em tudo?
Você diz isso para não perder o poder.
Porque o poder fascina
Todos querem o poder na mão para poder usufruir das benesses do poder
O que você não quer é perder o poder isso sim que é a verdade.
Luís Antonio Padovani
15/8/1995
Passagem obrigatória
Eu trabalho com fuleiragem
Eu não gosto de produtos industrializados
Eu prefiro fazer eu mesma.
Eu aprendi a fazer as coisas rapidinho
Eu sou muito inteligente.
Eu ainda não integrei no sistema.
Esses caras bacanas, certinhos, não estão com nada..
Eu prefiro maluco.
A minha turma já está lá na Bahia.
No inverno eles vão todos para lá.
Eles não gostam do frio.
O mê que vem eu vou me encontrar com eles, lá na Bahia
Luís Antonio Padovani
13/9/1995
Caras expressão idiomática que significa pessoas, gente
Esse poema foi feito de acordo com que a personagem fala.
Publico no livro Q Dê Sete
Página 35
Editora João Scortecci
Cidade São Paulo
Ano da publicação 1996
Eu não gosto de produtos industrializados
Eu prefiro fazer eu mesma.
Eu aprendi a fazer as coisas rapidinho
Eu sou muito inteligente.
Eu ainda não integrei no sistema.
Esses caras bacanas, certinhos, não estão com nada..
Eu prefiro maluco.
A minha turma já está lá na Bahia.
No inverno eles vão todos para lá.
Eles não gostam do frio.
O mê que vem eu vou me encontrar com eles, lá na Bahia
Luís Antonio Padovani
13/9/1995
Caras expressão idiomática que significa pessoas, gente
Esse poema foi feito de acordo com que a personagem fala.
Publico no livro Q Dê Sete
Página 35
Editora João Scortecci
Cidade São Paulo
Ano da publicação 1996
sábado, 21 de julho de 2012
Melhor para nós dois
Maluco, louco, debiloide
Indigesto, intragável
Da azia até em bicarbonato
Não dá para engolir
Por mais que eu faça
Por mais que faça
É difícil ter uma boa convivência entre nós
O bom senso não existe
Eu quero impor a minha vontade e você quer impor a sua
Então eu chego a seguinte conclusão
Cada um por um lado
Se algum dia nós nos encontramos é melhor nós não nos cumprimentarmos
Evitar um mal estar é dever de todos
Então ficamos assim
Você de um lado
Eu do outro
Não é por nada não
É por tudo mesmo
A tua presença me causa vômito
Eu te proponho um acordo
Afasta-se de mim
Cada um segue o seu rumo
Eu por um lado
Você do outro
Eu você não temos nada em comum
Luís Antonio Padovani
18/9
1995
Indigesto, intragável
Da azia até em bicarbonato
Não dá para engolir
Por mais que eu faça
Por mais que faça
É difícil ter uma boa convivência entre nós
O bom senso não existe
Eu quero impor a minha vontade e você quer impor a sua
Então eu chego a seguinte conclusão
Cada um por um lado
Se algum dia nós nos encontramos é melhor nós não nos cumprimentarmos
Evitar um mal estar é dever de todos
Então ficamos assim
Você de um lado
Eu do outro
Não é por nada não
É por tudo mesmo
A tua presença me causa vômito
Eu te proponho um acordo
Afasta-se de mim
Cada um segue o seu rumo
Eu por um lado
Você do outro
Eu você não temos nada em comum
Luís Antonio Padovani
18/9
1995
Amigos
Amigos?
Amigos até quando?
Amigos?
Amigos para sempre
Eu não sei.
Eu não confio.
Amigos?
Até a primeira traição?
Quem sabe alguém pode me responder
É evidente que somente o tempo pode me responder
Amigos?
Qual é o nosso fim?
Amigos?
Até acabar
Quando acabará?
Quanto tempo durará?
Cardien die é o mais certo a fazer.
Luís Antonio Padovani
20/9/1995
Cardien die expressão que quer dizer aproveitar o dia
Amigos até quando?
Amigos?
Amigos para sempre
Eu não sei.
Eu não confio.
Amigos?
Até a primeira traição?
Quem sabe alguém pode me responder
É evidente que somente o tempo pode me responder
Amigos?
Qual é o nosso fim?
Amigos?
Até acabar
Quando acabará?
Quanto tempo durará?
Cardien die é o mais certo a fazer.
Luís Antonio Padovani
20/9/1995
Cardien die expressão que quer dizer aproveitar o dia
Quem é
Quem é quem é fala
Isso não é relevante
O que mesmo vale é o diz
O que é dito é dito
Não tem como apertar o rec
Desfazer o que foi feito
Então uma coisa eu digo
Antes de falar alguma a alguém pense
Uma frase que é totalmente proibida é que alguém é ninguém
Dizer para alguém que ele é nada não
Desfazer de um ser eu discordo cabalmente
Todo ser tem a sua a sua importância
Luís Antonio Padovani
25/9/1995
Isso não é relevante
O que mesmo vale é o diz
O que é dito é dito
Não tem como apertar o rec
Desfazer o que foi feito
Então uma coisa eu digo
Antes de falar alguma a alguém pense
Uma frase que é totalmente proibida é que alguém é ninguém
Dizer para alguém que ele é nada não
Desfazer de um ser eu discordo cabalmente
Todo ser tem a sua a sua importância
Luís Antonio Padovani
25/9/1995
Para o que
Paraqueda
Queda livre
Sem paraquedas
É pedir para morrer
Ah.........................
Bum..........................
Morreu
Morreu, morreu enterra logo
E somente assim fica livre mais rápido
A vida não é assim tão simples
Quem morre deixa saudades
Tristezas ou alegrias
Quem morre vai para um outro mundo
Que eu não sei qual é
E por enquanto eu não estou interessado em saber qual é
Eu tenho muito que fazer para a humanidade
Eu tenho muito que criar
Luís Antonio Padovani
28/9/1995
Queda livre
Sem paraquedas
É pedir para morrer
Ah.........................
Bum..........................
Morreu
Morreu, morreu enterra logo
E somente assim fica livre mais rápido
A vida não é assim tão simples
Quem morre deixa saudades
Tristezas ou alegrias
Quem morre vai para um outro mundo
Que eu não sei qual é
E por enquanto eu não estou interessado em saber qual é
Eu tenho muito que fazer para a humanidade
Eu tenho muito que criar
Luís Antonio Padovani
28/9/1995
O que vai acontecer
I
Cada ser tem um modo de pensar diferente do outro
É necessário respeitar cada um
Por que cada um é um
Cada um tem uma história
Uma vivência
Cada ser é um ser
Um ser pensante
Todo ser pensante anda, respira
E só por esse fato merece respeito
E a educação é um modo de respeitar
A educação é boa e cabe em qualquer lugar
Não existe um ser que vale mais ou vale menos
Um ser é um ser
II
Um ser precisa inter-relacionar
Um ser sem comunicação não é ser
Um ser precisa alguém que o ame
Alguém com quem possa prosear
Amor não é somente sexo
Homem e mulher
Mulher e mulher
Homem e homem
Essa desordem toda que está ai
Porque a finalidade do ser é procriar
E única maneira de procriar é o macho relacionar-se com a fêmea
III
O amor é muito mais além
Amor é ajudar ao próximo sem esperar nenhuma gratificação
O amor é pura e simplesmente o prazer pelo simples prazer de ajudar
Não interessa qual é a ajuda
O que realmente interessa é ajudar
IV
Conviver com os diferentes pensamento é conviver conviver com as diferenças dos outros
Conviver é viver com
E conviver é fácil
O difícil é conviver com as diferenças dos outros
É fácil não.
Luís Antonio Padovani
30/9/1995
Cada ser tem um modo de pensar diferente do outro
É necessário respeitar cada um
Por que cada um é um
Cada um tem uma história
Uma vivência
Cada ser é um ser
Um ser pensante
Todo ser pensante anda, respira
E só por esse fato merece respeito
E a educação é um modo de respeitar
A educação é boa e cabe em qualquer lugar
Não existe um ser que vale mais ou vale menos
Um ser é um ser
II
Um ser precisa inter-relacionar
Um ser sem comunicação não é ser
Um ser precisa alguém que o ame
Alguém com quem possa prosear
Amor não é somente sexo
Homem e mulher
Mulher e mulher
Homem e homem
Essa desordem toda que está ai
Porque a finalidade do ser é procriar
E única maneira de procriar é o macho relacionar-se com a fêmea
III
O amor é muito mais além
Amor é ajudar ao próximo sem esperar nenhuma gratificação
O amor é pura e simplesmente o prazer pelo simples prazer de ajudar
Não interessa qual é a ajuda
O que realmente interessa é ajudar
IV
Conviver com os diferentes pensamento é conviver conviver com as diferenças dos outros
Conviver é viver com
E conviver é fácil
O difícil é conviver com as diferenças dos outros
É fácil não.
Luís Antonio Padovani
30/9/1995
Meu modo de governar
Eu governo ao poder da chibata
Não me obedeceu dou lhe uma chibatada
Eu governo ao poder da chibata
Saiu fora da linha dou lhe uma chibatada
Para aprender que quem manda é eu
Eu governo ao poder da chibata
Se acaso não fizer que eu mandar dou lhe uma chibatada
Eu governo ao poder da chibata
Eu coloco uma argola no cidadão
Ele vai até onde eu permitir
Se sair da área limitada dá lhe uma chibatada
Afinal de contas quem manda é eu
E não vou deixar ninguém fazer isso
E por isso dou lhe uma chibatada
Luís Antonio Padovani
410/1995
Não me obedeceu dou lhe uma chibatada
Eu governo ao poder da chibata
Saiu fora da linha dou lhe uma chibatada
Para aprender que quem manda é eu
Eu governo ao poder da chibata
Se acaso não fizer que eu mandar dou lhe uma chibatada
Eu governo ao poder da chibata
Eu coloco uma argola no cidadão
Ele vai até onde eu permitir
Se sair da área limitada dá lhe uma chibatada
Afinal de contas quem manda é eu
E não vou deixar ninguém fazer isso
E por isso dou lhe uma chibatada
Luís Antonio Padovani
410/1995
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Letra embaralhada
O que tem em comum
A, , b, c, d, e, g, o, p, q, 0, 6, 8, 9
M, n
V, w
E, f, h, l
Os desenhos são parecidos
Alguns são diferenciados somente no tamanho
Outros são amputados ou acrescidos no tamanho
Ou ainda podem ser que quando um da a mão para o outro podem parecer um casal
São pequenos detalhes que fazem as grandes diferenças.
Luís Antonio Padovani
19/7/2012
A, , b, c, d, e, g, o, p, q, 0, 6, 8, 9
M, n
V, w
E, f, h, l
Os desenhos são parecidos
Alguns são diferenciados somente no tamanho
Outros são amputados ou acrescidos no tamanho
Ou ainda podem ser que quando um da a mão para o outro podem parecer um casal
São pequenos detalhes que fazem as grandes diferenças.
Luís Antonio Padovani
19/7/2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
A sua imagem e semelhança
Odeio-te
Não suporto a sua presença
Você causa urticária
Você me da ânsia
Você me da alergia
Você é o meu repelente
Quando te vejo quero correr
O que você pensa de mim eu não quero saber
O seu conceito para mim é ultrapassado
Eu sei o que você fala de mim
É o mesmo o que eu falo de você
Um ser automatizado
Não dá nem trabaolho de pensar o que fala
Você mente tanto que nem vermelho fica
O que você quer é manter a sua corriola
O que você realmente quer é manter o seu poder
Nem sequer quer dividí-lo
Essa é uma propriedade do ser humano
Que cada dia está menos humano.
Luís Antonio Padovani
12/10/1995
Não suporto a sua presença
Você causa urticária
Você me da ânsia
Você me da alergia
Você é o meu repelente
Quando te vejo quero correr
O que você pensa de mim eu não quero saber
O seu conceito para mim é ultrapassado
Eu sei o que você fala de mim
É o mesmo o que eu falo de você
Um ser automatizado
Não dá nem trabaolho de pensar o que fala
Você mente tanto que nem vermelho fica
O que você quer é manter a sua corriola
O que você realmente quer é manter o seu poder
Nem sequer quer dividí-lo
Essa é uma propriedade do ser humano
Que cada dia está menos humano.
Luís Antonio Padovani
12/10/1995
domingo, 8 de julho de 2012
Muito além do imaginário
I
Se ainda eu estiver na memoria de alguém
Se já tiver morrido
Ainda estarei vivo
Pois algém lembrará de mim
Estarei no coração de alguém
Alimentar alguma alma
Darei esperança a quem quer viver
Passar o meu saber a quem quer aprender
Passar a minha experiência para quem me possuir
II
Se depois de morto eu continuar vivo
Darei a impressão que a minha vida valeu a pena
Mostrar a todos que ficaram que a minha vidaserá eterna
Que fará alguém lembrar de mim
Alguma coisa eu deixei
Luís Antonio Padovani
13/10/1995
Se ainda eu estiver na memoria de alguém
Se já tiver morrido
Ainda estarei vivo
Pois algém lembrará de mim
Estarei no coração de alguém
Alimentar alguma alma
Darei esperança a quem quer viver
Passar o meu saber a quem quer aprender
Passar a minha experiência para quem me possuir
II
Se depois de morto eu continuar vivo
Darei a impressão que a minha vida valeu a pena
Mostrar a todos que ficaram que a minha vidaserá eterna
Que fará alguém lembrar de mim
Alguma coisa eu deixei
Luís Antonio Padovani
13/10/1995
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Não foi um principe, foi um Sheik
Aos súditos corintianos meus parabéns
Nesta ultima noite acabou o sofrimento
Finalmente as piadas não têm mais razão de ser
O campeão das Américas
Foi um Sheik com os seus súditos que deram o tão sonhado título
Não é das arabias, mas vá lá é um Sheik
Deu xeque mate no Riquelme
Boca Juniors não teve boca para falar
Corinthians deu a nação corintiana mais uma alegria
E agora pode cantar "salve o corinthians campeão dos campeões
Campeão das Américas
"O teu passado é uma bandeira"
"O seu presente uma lição"
Mais um título brasilero
De uma rivalidade que não leva a nada
Brasil e Argentina
Quem tem mais Libertadores
Quem tem mais mundiais inteclubes
Quem tem mais mundiais de seleções
O que isso interessa
Não vai mudar o preço do real
Não vai mudar o preço do Euro
Não vai mudar o preço do Dolar
E a vida continua
O muda o o dia corintiano
Amanheceu hoje mais alegre
II
Uma homenagem ao passado
Não foi o Rivelino
Que tem em seu nome rei
Reivelino
O principe do parque não deu um piquinique à torcida alvinegra
Foi priciso trinta e cinco anos da primeira tentativa
Água mole pedra dura tanto bate até que fura
Em um total de dez
Enfim fogos de artifícios e rojões foram finalmente soltos
O céu foi preenchido de cores.
Luís Antonio Padovani
5/7/2012
Água mole pedra dura tanto bate até que fura expressão idiomática que quer dizer de tanto persistir consegue
O que está entre aspas são versos do hino do Corinthians
Nesta ultima noite acabou o sofrimento
Finalmente as piadas não têm mais razão de ser
O campeão das Américas
Foi um Sheik com os seus súditos que deram o tão sonhado título
Não é das arabias, mas vá lá é um Sheik
Deu xeque mate no Riquelme
Boca Juniors não teve boca para falar
Corinthians deu a nação corintiana mais uma alegria
E agora pode cantar "salve o corinthians campeão dos campeões
Campeão das Américas
"O teu passado é uma bandeira"
"O seu presente uma lição"
Mais um título brasilero
De uma rivalidade que não leva a nada
Brasil e Argentina
Quem tem mais Libertadores
Quem tem mais mundiais inteclubes
Quem tem mais mundiais de seleções
O que isso interessa
Não vai mudar o preço do real
Não vai mudar o preço do Euro
Não vai mudar o preço do Dolar
E a vida continua
O muda o o dia corintiano
Amanheceu hoje mais alegre
II
Uma homenagem ao passado
Não foi o Rivelino
Que tem em seu nome rei
Reivelino
O principe do parque não deu um piquinique à torcida alvinegra
Foi priciso trinta e cinco anos da primeira tentativa
Água mole pedra dura tanto bate até que fura
Em um total de dez
Enfim fogos de artifícios e rojões foram finalmente soltos
O céu foi preenchido de cores.
Luís Antonio Padovani
5/7/2012
Água mole pedra dura tanto bate até que fura expressão idiomática que quer dizer de tanto persistir consegue
O que está entre aspas são versos do hino do Corinthians
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