Arara, arara
O primeiro
E aos poucos fez a união de cem
E como não poderia deixar de ser com um dos maiores rivais
De São João a Corinthians para não fugir da bíblia
Sagrados foram os cento e três gols
De cada cena uma alegria de uma torcida
Que de novo é bíblico
Paul, um discipulo que deu nome a megalópole
Que deu nome ao clube
Rogério Ceni é o seu nome
Responsável por guardar a meta
De uma equipe que os goleiros ficam anos a fio
Valdir Perez, Carlos, Zetti e José Poy
Os seus mil jogos igualaram a de outros atletas
Roberto Dinamite e Pelé
Cada um em suas equipes
Cada um em suas posições
Todos os idolos de suas equipes
E para completar a história fez a maioridade
Vinte e um anos
É para ser o maior.
Luís Antonio Padovani
7/9/2011
sábado, 31 de dezembro de 2011
É assim que é
Porque sim
Porque não
Porque uma coisa e não outra
Por que
Quantos porquês não têm respostas
Por que isso e não aquilo
Porque me dão problemas e não soluções
Porque tantos porquês
Porque complicar as coisas ao invés de simplificar
Complicar parece ser mais fácil
Porque existem tantas convenções
Porque o mundo é assim e não assado, cozido ou fritado
Eu sei que eu estou estou frito de tantos problemas e nenhuma soluçã9o
Se o mundo então é assim eu vou viver
Mesmo porque não tem outra solução
E a vida continua
Luís Antonio Padovani
31/12/2011
Porque não
Porque uma coisa e não outra
Por que
Quantos porquês não têm respostas
Por que isso e não aquilo
Porque me dão problemas e não soluções
Porque tantos porquês
Porque complicar as coisas ao invés de simplificar
Complicar parece ser mais fácil
Porque existem tantas convenções
Porque o mundo é assim e não assado, cozido ou fritado
Eu sei que eu estou estou frito de tantos problemas e nenhuma soluçã9o
Se o mundo então é assim eu vou viver
Mesmo porque não tem outra solução
E a vida continua
Luís Antonio Padovani
31/12/2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Eu sou assim
Eu não quero saber de saber de sábado, domingo, feriado ou ponto facultativo
Eu quero saber é de trabahar
Eu queo saber de produzir
Ficar parado me irrita
Eu sou igula ao meu pai
Se for possível trabalhartodos os dias
Eu não reclamo de trabalhar
Eu reclamo de não trabalhar
Eu fico sempre a procura de trabalho
Ficar parado me dá sono
Luís Antonio Padovani
30/12/2011
Eu quero saber é de trabahar
Eu queo saber de produzir
Ficar parado me irrita
Eu sou igula ao meu pai
Se for possível trabalhartodos os dias
Eu não reclamo de trabalhar
Eu reclamo de não trabalhar
Eu fico sempre a procura de trabalho
Ficar parado me dá sono
Luís Antonio Padovani
30/12/2011
Descordo
A sei com sorriso na boca
Tudo é retardado
A sei com sorriso na boca
Não sabe nada e diz que sabe
É um probelma
É uma coisa irritante
Que me faz sair em um instante
Esse jargão
A sei
É uma falta de criatividade
Diz que saber, mas não sabe nada.
Com quem diz como você é tonto
Só de ouvir aflige
Eu não sei dizer por que dizer "eu sei"..., se não sabe
Alguém pode me falar.
Luís Antonio Padovani
31/12/2011
Tudo é retardado
A sei com sorriso na boca
Não sabe nada e diz que sabe
É um probelma
É uma coisa irritante
Que me faz sair em um instante
Esse jargão
A sei
É uma falta de criatividade
Diz que saber, mas não sabe nada.
Com quem diz como você é tonto
Só de ouvir aflige
Eu não sei dizer por que dizer "eu sei"..., se não sabe
Alguém pode me falar.
Luís Antonio Padovani
31/12/2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Mulheres de rua
Rebola, rebola
Porque quer ver a bola entrar
A barriga crescer
Uma criança a mamentar
Uma criança a chorar
Agora é a hora da população aumentar
É só alegria pelas ruas
O sorriso vai de ponta a ponta
Segue em frente com a cabeça ereta.
Luís Antonio Padovani
29/12/2011
Porque quer ver a bola entrar
A barriga crescer
Uma criança a mamentar
Uma criança a chorar
Agora é a hora da população aumentar
É só alegria pelas ruas
O sorriso vai de ponta a ponta
Segue em frente com a cabeça ereta.
Luís Antonio Padovani
29/12/2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Professores
Pensam que são médicos
Pensam que são engenheiros
Pensam que são advogados
Pensam que são arquitetos
Pesma que são pedreiros
Pensam que são carpinteiros
Pensam que são marceneiros
Pensam que são jardineiros
Pensam e falam que sabem tudo
Dá diagnostico de médicos
Prescreve receita
Pensam que são arquétipos
Imaginam que são arquitetos de todos os tipos de profissões
Só faltam dizer que são criadores.
Luís Antonio Padovani
28/12/2011
Pensam que são engenheiros
Pensam que são advogados
Pensam que são arquitetos
Pesma que são pedreiros
Pensam que são carpinteiros
Pensam que são marceneiros
Pensam que são jardineiros
Pensam e falam que sabem tudo
Dá diagnostico de médicos
Prescreve receita
Pensam que são arquétipos
Imaginam que são arquitetos de todos os tipos de profissões
Só faltam dizer que são criadores.
Luís Antonio Padovani
28/12/2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Mudar
Os incomodados é que se mudam
Mudam-se para não ser incomodados
Muda-se para obter a paz dele
Mudar-se para deixar em paz os outros
Para a felicidade geral da nação digo aos incomodados qwue se mudam
Só assim haverá a paz completa.
Luís Antonio Padovani
28/12/2011
Mudam-se para não ser incomodados
Muda-se para obter a paz dele
Mudar-se para deixar em paz os outros
Para a felicidade geral da nação digo aos incomodados qwue se mudam
Só assim haverá a paz completa.
Luís Antonio Padovani
28/12/2011
Casualidade
Intelectualoide, intelectual feito na faculdade
Não consegue interpretar textos de outros autores
Não tem nenhuma iniciativa
Não tem capacidade de dialogar
O seu dialogo é um monólogo
A compreensão do mesmo não é obtida
Sempre faz frases feitas
Consenso comum
Não pensa no que diz
Fala por inércia ou osmose
Fala o que os outros falam
Não tem personalidade
Essa é a dura realidade
Não tem poder de reflexão.
Luís Antonio Padovani
18/01/2011
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 74
Não consegue interpretar textos de outros autores
Não tem nenhuma iniciativa
Não tem capacidade de dialogar
O seu dialogo é um monólogo
A compreensão do mesmo não é obtida
Sempre faz frases feitas
Consenso comum
Não pensa no que diz
Fala por inércia ou osmose
Fala o que os outros falam
Não tem personalidade
Essa é a dura realidade
Não tem poder de reflexão.
Luís Antonio Padovani
18/01/2011
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 74
As paixões de Luís Antonio Padovani
Com uma vida intensa de esporte tendo começado a praticar natação em 1966 Luís Antonio Padovani em Parque Clube Pirajuí cujo avô Antonio Negrisoli era sócio remido e que seus familiares frequentavam e com pouco tempo já pulava de trampolim já fazia cambalhotas no ar para mergulhar, brincava de caça submarina na piscina e que encontra um anel em baixo da água e entrega ao guarda-volumes
Nesse mesmo ano ganha de sua tia Durci Luzia Negrisoli Meireles Neto irmã de sua mãe uma bicicleta. Leva um tombo em um terreno próximo a chácara de Antonio Negrisoli e se fere na perna direita e com isso leva alguns pontos
No Parque Clube de Pirajuí joga tênis de mesa com as crianças e na chácara joga nas paredes da garagem da chácara.
J0oga futebol no campo da mina da água ou na estação de trem onde havia um campo que a vizinhança ia se divertir.
Quando volta a Moji Mirim em 1969 seu pai fica sócio do Clube Mogiano, Clube Recreativo e do Grêmio Mogiano.
O Clube Recreativo um clube só de bailes e os outros dois de práticas esportivas
No clube Mogiano e no Grêmio Luís Antonio Padovani faz futebol com a diverença que no Clube Mogiano ele atua com os adultos. Tanto em clube como no outro ele complementa com a natação.
Em 1977 seu pai deixa a sociedade dos clubes Mogiano e Grêmio e Luís Antonio Padovani faz corrida sózinho de sua casa ao Horto Florestal e ao chegar lá faz quatrocentos abdominais e mais vinte voltas em torno do campo.
Em 1983 vai Pirajuí Fazer cursinho em Bauru Cursinho Prevê Objetivo e aulas de datilografia em Maria Angêlica Marcondes, escola estadual e praticar tênis de quadra.
De 1986 a 1990 faz musculação e ginástica aeróbica, ambos federados em academia Stetica propriedade do professor de educação física Vandir Rondon.
Em 1989 compra um título do Grêmio Mogiano onde faz natação e no ano de 1997 a 2002 caratê com o sansei Vitor Maini esporte federado.
Luís Antonio Padovani
27/12/2011
Nesse mesmo ano ganha de sua tia Durci Luzia Negrisoli Meireles Neto irmã de sua mãe uma bicicleta. Leva um tombo em um terreno próximo a chácara de Antonio Negrisoli e se fere na perna direita e com isso leva alguns pontos
No Parque Clube de Pirajuí joga tênis de mesa com as crianças e na chácara joga nas paredes da garagem da chácara.
J0oga futebol no campo da mina da água ou na estação de trem onde havia um campo que a vizinhança ia se divertir.
Quando volta a Moji Mirim em 1969 seu pai fica sócio do Clube Mogiano, Clube Recreativo e do Grêmio Mogiano.
O Clube Recreativo um clube só de bailes e os outros dois de práticas esportivas
No clube Mogiano e no Grêmio Luís Antonio Padovani faz futebol com a diverença que no Clube Mogiano ele atua com os adultos. Tanto em clube como no outro ele complementa com a natação.
Em 1977 seu pai deixa a sociedade dos clubes Mogiano e Grêmio e Luís Antonio Padovani faz corrida sózinho de sua casa ao Horto Florestal e ao chegar lá faz quatrocentos abdominais e mais vinte voltas em torno do campo.
Em 1983 vai Pirajuí Fazer cursinho em Bauru Cursinho Prevê Objetivo e aulas de datilografia em Maria Angêlica Marcondes, escola estadual e praticar tênis de quadra.
De 1986 a 1990 faz musculação e ginástica aeróbica, ambos federados em academia Stetica propriedade do professor de educação física Vandir Rondon.
Em 1989 compra um título do Grêmio Mogiano onde faz natação e no ano de 1997 a 2002 caratê com o sansei Vitor Maini esporte federado.
Luís Antonio Padovani
27/12/2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
Paradeiro
A função do escritor é entrar em contraversias e a do jornalista é esclarecer.
A função do escritor é acabar com os tabus e a do jornalista é mostrar os desmandos dos governos.A funçã do escritor é mostrar com é o seu tempo, e a do jornalista e dar os acontecimentos.
O escritor relata os constumes, o jornalista a história.
Não é exatamente tudo o que acontece esacreve o escritor e o jornalista existem para o jornalista o porteiro e leitor ativo e o escritor os limites do espaço e do tempo. O escritor não consegue ir a todos os lugares ao mesmo tempo, mesmo que ele lê os jornais o que seleciona no que ele vai ler o jornal inteiro "FOLHA DE S. PAULO", "O ESTADO DE S. PAULO," "O GLOBO", e outros jornais dessa importância emntre ler as capas de todos os cadernos e dar uma folhada no restante, e dar uma passadas de olhos nas páginas e ver o interessa já form duas horas, pos ao ler as notícias é necessário fazer comentários, que são os mais variáveis possiveis, pois depende do assunto.
O escritor pode florear a realidade e o jornalista tem que contá-la nua e crua sem mais ou menos detalhes é exatamente o fato acontecido.
O escritor tem a liberdade de criar personagens e fatos e o jornalista nem pensar em uma possibilidade dessas, pois isso modifica os acontecimentos.
O escritor e o jornalista tem a função de escrever
O escritor não pode ficar preocupado com que A, B, ou C pensam sed isso acontecer ele nem escrece.
Os jornalistas têm que ficar preocupado com ele escreve, porque depende do que é lido pode matar muitas pessoas e aí pego o gancho para dizer que um médico mata uma pessoa e um jornalista incontáveis.
Luis Antonio Padovani
25/12/2011
A função do escritor é acabar com os tabus e a do jornalista é mostrar os desmandos dos governos.A funçã do escritor é mostrar com é o seu tempo, e a do jornalista e dar os acontecimentos.
O escritor relata os constumes, o jornalista a história.
Não é exatamente tudo o que acontece esacreve o escritor e o jornalista existem para o jornalista o porteiro e leitor ativo e o escritor os limites do espaço e do tempo. O escritor não consegue ir a todos os lugares ao mesmo tempo, mesmo que ele lê os jornais o que seleciona no que ele vai ler o jornal inteiro "FOLHA DE S. PAULO", "O ESTADO DE S. PAULO," "O GLOBO", e outros jornais dessa importância emntre ler as capas de todos os cadernos e dar uma folhada no restante, e dar uma passadas de olhos nas páginas e ver o interessa já form duas horas, pos ao ler as notícias é necessário fazer comentários, que são os mais variáveis possiveis, pois depende do assunto.
O escritor pode florear a realidade e o jornalista tem que contá-la nua e crua sem mais ou menos detalhes é exatamente o fato acontecido.
O escritor tem a liberdade de criar personagens e fatos e o jornalista nem pensar em uma possibilidade dessas, pois isso modifica os acontecimentos.
O escritor e o jornalista tem a função de escrever
O escritor não pode ficar preocupado com que A, B, ou C pensam sed isso acontecer ele nem escrece.
Os jornalistas têm que ficar preocupado com ele escreve, porque depende do que é lido pode matar muitas pessoas e aí pego o gancho para dizer que um médico mata uma pessoa e um jornalista incontáveis.
Luis Antonio Padovani
25/12/2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Resposta para curiosos
Em nenhum momento eu quis ofender alguém o que foi escrito foi uma espécie de Frankstein coisas tiradas do programa do jornalista Gullard de Andrade no horário sempre de madrugada feito no ano da publicação do livro e contava a vida nas ruas de São Paulo e o que acontecia na Grécia Antiga e finalmente opiniões dos próprios que frequêntvam a rua Conde de Parnaíba com a esquina da rua Paissandú, onde eu morava e onde tinha uma pensão os abrigavam essas pessoas o que eles me contavam para mim transcrevi no texto fiz portanto uma montagem do que me contavam e do qual eu tinha conhecimento em nenhum momento coloquei a minha opinião que cada um cuida dos seus problemas.
Luís Antonio Padovani
25/12/2011
Luís Antonio Padovani
25/12/2011
o real sentido das coisas
Não confunda cú com bunda
São coisas completamente diferentes apesar de estar um ao lado do outro, são diferentes.
funções completamente diferentes
Dizem até que a bunda é o maior conjunto do mundo, pois são dois
O cú tem suas particularidades
Apesar de falarem mal dele, eu discordo
Eu tomo todos os cuidados do mundo com ele
Deixo-o sempre limpinho e cheirosinho
É como eu digo
Anus eu tenho um
E para que ele me serve me serve bem
Estou satisfeito com ele
Falo isso sério
Porque é sério
Não confunda presente com fraternidade
Eu sei que a maior parte das pessoas isso funciona com hipocrisia, mas tem sempre uma meia dúzia de seis que levam a sério.
Os valores foram invertidos
E tudo é confundido.
Luís Antonio Padovani
24/12/2011
São coisas completamente diferentes apesar de estar um ao lado do outro, são diferentes.
funções completamente diferentes
Dizem até que a bunda é o maior conjunto do mundo, pois são dois
O cú tem suas particularidades
Apesar de falarem mal dele, eu discordo
Eu tomo todos os cuidados do mundo com ele
Deixo-o sempre limpinho e cheirosinho
É como eu digo
Anus eu tenho um
E para que ele me serve me serve bem
Estou satisfeito com ele
Falo isso sério
Porque é sério
Não confunda presente com fraternidade
Eu sei que a maior parte das pessoas isso funciona com hipocrisia, mas tem sempre uma meia dúzia de seis que levam a sério.
Os valores foram invertidos
E tudo é confundido.
Luís Antonio Padovani
24/12/2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Uma coisa imaginária
Eu sou bichona-gay
Vivo nos cruzamentos
Nas ruas das cidades
Vestido de mulher
Agindo como mulher
Sem, no entanto, ser mulher.
Eu sou traveco, travesti
Eu sou bichona-gay
Procuro homem
Solteiro ou casado?
Não importa
Eu quero fazer programa
Ganhar um dinheirinho.
Sabe como é
Eu sou bichona-gay
Eu sou homem travestido de mulher
Eu sou bichona-gay
Euadoro quando me chamam de mulher
Eu me realizo toda
Eu sou bichona-gay
O meu prazer é me sentir mulher
Eu sou bichona-gay
Eu sou homem que gostaria de estar grávida
Eu sou bichona-gay
Minha única frustração é não ser mãe
Eu sou bichona-gay
Quem não me conhecem, entra na minha
Eu sou bichona-gay
Eu desejaria ter nascido mulher
Eu sou bichona-gay
Nasaci home, fazer o quê?
Eu não aceito o fato
Eu sou bichona-gay
Eu sou contra a natureza.
Mulher para mim? Eu mão quero saber
Eu sou bichona-gay
Eu sou homem
Pratico sexo só com homem
Eu sou bichona-gay
Podem me vulgarizar
Que eu respondo
Eu gano mais que vocês que trabalham o mês inteiro.
Eu sou bichona-gay
Todo mundo que me conhece me discrimina
Eu sou bichona-gay
Vivo isolada da sociedade
Para ela? Pouco importo
Eu sou bichona-gay
Eu quero ir para a Europa
O meu trabalho é de esquina
Eu sou bichona-gay
Eu gostaria de tirar o que me deram no meio das pernas
Eu gostaria de ser mulher
Eu sou bichona-gay
Eu uso litros e litros de silicone
Para fazer o meu peito crescer
Para fazer a minha cintura afinar
Para fazer o meu calcanhar afinar
Para fazer o meu glúteo afinar
Enfim, eu queria ser mulher.
Eu sou homem
Assim eu nasci
O meu nome eu não digo
Falo o meu nome de guerra
Euodeio o meu nome de homem
Eu sou bichona-gay
Dizem que eu tenho distúbio
Que é a sintrome de Peter Pan
Mas a única coisa que eu sei
É que eu sou bichona-gay
Pelo meus atos eu vou presa
Fico um dia
E me soltam
Eu sou bichona-gay
Eu adoro ser mulher
Pelo meus atos eu ironizo a sociedade
Eu sou bichona-gay.
Luís Antonio Padovani
20/5/1995
poema publicado no livro Q Dê Sete pela editora João Scortecci no ano de 1996 e ocupa as páginas 36, 37 e 38
Poema feito para o livro
Autor Luís Antonio Padovani
Vivo nos cruzamentos
Nas ruas das cidades
Vestido de mulher
Agindo como mulher
Sem, no entanto, ser mulher.
Eu sou traveco, travesti
Eu sou bichona-gay
Procuro homem
Solteiro ou casado?
Não importa
Eu quero fazer programa
Ganhar um dinheirinho.
Sabe como é
Eu sou bichona-gay
Eu sou homem travestido de mulher
Eu sou bichona-gay
Euadoro quando me chamam de mulher
Eu me realizo toda
Eu sou bichona-gay
O meu prazer é me sentir mulher
Eu sou bichona-gay
Eu sou homem que gostaria de estar grávida
Eu sou bichona-gay
Minha única frustração é não ser mãe
Eu sou bichona-gay
Quem não me conhecem, entra na minha
Eu sou bichona-gay
Eu desejaria ter nascido mulher
Eu sou bichona-gay
Nasaci home, fazer o quê?
Eu não aceito o fato
Eu sou bichona-gay
Eu sou contra a natureza.
Mulher para mim? Eu mão quero saber
Eu sou bichona-gay
Eu sou homem
Pratico sexo só com homem
Eu sou bichona-gay
Podem me vulgarizar
Que eu respondo
Eu gano mais que vocês que trabalham o mês inteiro.
Eu sou bichona-gay
Todo mundo que me conhece me discrimina
Eu sou bichona-gay
Vivo isolada da sociedade
Para ela? Pouco importo
Eu sou bichona-gay
Eu quero ir para a Europa
O meu trabalho é de esquina
Eu sou bichona-gay
Eu gostaria de tirar o que me deram no meio das pernas
Eu gostaria de ser mulher
Eu sou bichona-gay
Eu uso litros e litros de silicone
Para fazer o meu peito crescer
Para fazer a minha cintura afinar
Para fazer o meu calcanhar afinar
Para fazer o meu glúteo afinar
Enfim, eu queria ser mulher.
Eu sou homem
Assim eu nasci
O meu nome eu não digo
Falo o meu nome de guerra
Euodeio o meu nome de homem
Eu sou bichona-gay
Dizem que eu tenho distúbio
Que é a sintrome de Peter Pan
Mas a única coisa que eu sei
É que eu sou bichona-gay
Pelo meus atos eu vou presa
Fico um dia
E me soltam
Eu sou bichona-gay
Eu adoro ser mulher
Pelo meus atos eu ironizo a sociedade
Eu sou bichona-gay.
Luís Antonio Padovani
20/5/1995
poema publicado no livro Q Dê Sete pela editora João Scortecci no ano de 1996 e ocupa as páginas 36, 37 e 38
Poema feito para o livro
Autor Luís Antonio Padovani
É muito sério
O que eu vou ganhar com isso
O que eu vou perder com isso
É preciso ponderar
Uma decisão é uma coisa séria
Tudo o que se faz tem uma consequência
É a consequência pode ser agradável ou desagradável
Pode ser reversível ou irreversível
Pode ser permanente ou temporária
É a vida
E é preciso ser vivida com ponderação
É tedioso encontrar alguém que me diz a sua mãe deu aula para mim e risos.
É enfadonho, deistimulante, brochante e outras coisas que tais do mesmo sentido
Para mim faz todo sentido o que eu escrevi
Para mim, mas para ler
Luís Antonio Padovani
30/09/2011
O que eu vou perder com isso
É preciso ponderar
Uma decisão é uma coisa séria
Tudo o que se faz tem uma consequência
É a consequência pode ser agradável ou desagradável
Pode ser reversível ou irreversível
Pode ser permanente ou temporária
É a vida
E é preciso ser vivida com ponderação
É tedioso encontrar alguém que me diz a sua mãe deu aula para mim e risos.
É enfadonho, deistimulante, brochante e outras coisas que tais do mesmo sentido
Para mim faz todo sentido o que eu escrevi
Para mim, mas para ler
Luís Antonio Padovani
30/09/2011
Uma professora completa
Uma vida inteira dedicada ao magistério. Dentro e fora de sua casa, com seus amigos, irmãs, que também são professoras e suas parentes que muitas delas são professoras.
O assunto predominante são escolha de aulas em todos os anos, colegas de trabalho, ao ensino e as preciosidades dos alunos sem citar nomes.
Dedicou a sua vida a escola, ao ensino
Professora Derli Terezinha Negrisoli Padovani é antes de tudo e mais nada é a minha mãe
Ela fez justo a essa dedicatória.
Não é muito por seu nome em uma escola já que fez do magistério a sua razão de ser.
Respira a sua profissão o tempo todo.
Luis Antnio Padovani
30/09/2011
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 76
O assunto predominante são escolha de aulas em todos os anos, colegas de trabalho, ao ensino e as preciosidades dos alunos sem citar nomes.
Dedicou a sua vida a escola, ao ensino
Professora Derli Terezinha Negrisoli Padovani é antes de tudo e mais nada é a minha mãe
Ela fez justo a essa dedicatória.
Não é muito por seu nome em uma escola já que fez do magistério a sua razão de ser.
Respira a sua profissão o tempo todo.
Luis Antnio Padovani
30/09/2011
Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Ano da publicação 2012
Página 76
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
aparência e nada mais
Ele é bobinho, mas tem futuro.
Todo mundo gosta dele
Ele vai vencer na vida
Vai dar o que falar
Vai ter um belo futuro
Vai longe
Vai seguir carreira internacional
Ninguém mais vai poder com ele
Mas que ele não tome cuidado
A vida prega peças
Se de uma hora para outra, eu não sei não.
Ele é bobinho, mas tem futuro
todo mundo gosta dele
Luis Antonio Padovani
22/12/2011
Todo mundo gosta dele
Ele vai vencer na vida
Vai dar o que falar
Vai ter um belo futuro
Vai longe
Vai seguir carreira internacional
Ninguém mais vai poder com ele
Mas que ele não tome cuidado
A vida prega peças
Se de uma hora para outra, eu não sei não.
Ele é bobinho, mas tem futuro
todo mundo gosta dele
Luis Antonio Padovani
22/12/2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Não dá, não dá.
Eu sou a vítima
tenha um dó de mim
Eu sou a vítima
Tenha um dó de mim
E assun a vida passa
Lamentos, lamentos, lamentos
Uma choradeira que dá gosto
E assim vai
De tanto escutar cansa
Irrita
Aborrece
Afasta
Enjoa
Ném é bom falar
É melhor esquecer
Para não gerar mais transtornos em torno do movimento das minhas lembranças.
Esse samba do crioulo doido é doido
E é ao mesmo tempo o samba de uma nota só
E eu pergunto para que isso.
Luís Antonio Padovani
21/12//2011
e muito mais no word
tenha um dó de mim
Eu sou a vítima
Tenha um dó de mim
E assun a vida passa
Lamentos, lamentos, lamentos
Uma choradeira que dá gosto
E assim vai
De tanto escutar cansa
Irrita
Aborrece
Afasta
Enjoa
Ném é bom falar
É melhor esquecer
Para não gerar mais transtornos em torno do movimento das minhas lembranças.
Esse samba do crioulo doido é doido
E é ao mesmo tempo o samba de uma nota só
E eu pergunto para que isso.
Luís Antonio Padovani
21/12//2011
e muito mais no word
O bom malandro
Malandro que é malandro anda de cartola, sapato, meias e calça sociais.
Malandro qeu é malandro diz por favor, muito obrigado, por gentileza
Malandro que é malandro dá nó em pingo d'água
Malandro que é malandro faz chover canivete aberto
Malandro que é malandro dá lugar para a dama sentar
Malandro que é malandro tira a cartola da cabeça e curva-se para a dama passar
Malandro que é malandro tem regras
Malandro que é malandro da golpe em trouxa e faz com que ele pensar que levou vantagem
malandro que é malandro não trabalha, vive de percentagem
Malandro que é malandro faz negócio que o deixará com dinheiro o resto da vida
Malandro que é malandro respeita a lei
Malandro que é malandro respeita os pais e diz sim senho, sim senhora
Malandro que é malandro faz assistência social
Malandro que é malandro diz para a esposa meu bem, meu amor
Malandro que é malandro deixaa mulher pensar que deu o golpe do baú, mas na verdade a vantagem quem leva é ele
Luís Antonio Padovani
21/12/2011
Malandro qeu é malandro diz por favor, muito obrigado, por gentileza
Malandro que é malandro dá nó em pingo d'água
Malandro que é malandro faz chover canivete aberto
Malandro que é malandro dá lugar para a dama sentar
Malandro que é malandro tira a cartola da cabeça e curva-se para a dama passar
Malandro que é malandro tem regras
Malandro que é malandro da golpe em trouxa e faz com que ele pensar que levou vantagem
malandro que é malandro não trabalha, vive de percentagem
Malandro que é malandro faz negócio que o deixará com dinheiro o resto da vida
Malandro que é malandro respeita a lei
Malandro que é malandro respeita os pais e diz sim senho, sim senhora
Malandro que é malandro faz assistência social
Malandro que é malandro diz para a esposa meu bem, meu amor
Malandro que é malandro deixaa mulher pensar que deu o golpe do baú, mas na verdade a vantagem quem leva é ele
Luís Antonio Padovani
21/12/2011
sensação
I
Um cravo no ferro
Outro na ferradura
Linha dura
Vida dura
Mentira!
Quanto dura
II
Sem nenhuma ternura
vem com censura
Com a boca dura
Impõe a ditadura
Com uma cartilha dura.
Estes poemas são do período de 2000 a 2002
Um cravo no ferro
Outro na ferradura
Linha dura
Vida dura
Mentira!
Quanto dura
II
Sem nenhuma ternura
vem com censura
Com a boca dura
Impõe a ditadura
Com uma cartilha dura.
Estes poemas são do período de 2000 a 2002
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Rapidez
A internet é um estralar de dedos
Ou um piscar de olhos
Eu não sei como definí-la
Eu só sei que é muito rápida
Não precisa teoricamente de espaço físico
E só ter um endereço eletrônico
Colocar em outro endereço eletrônico
Escrever algo e finalmente enviar
Para fazer não é nescessário sair de casa para ir ao correio
O correio está na caixa de entrada
E postado na caixa de saída
E lá vem um comunicado
A sua mensagem fo enviado com êxito
Ou esse endereço não válido
E está tudo certo
E o gasto com isso é o provedor
Uma vez que a internet é gratuíta
De qualquer lugar do mundo para qualquer lugar do mundo o tempo é o mesmo
Não há comunicado no envelope per avion
Nem transporte rodoviário e marítimo
O carteiro não tem que ira à casa de alguém para entregar a correspondência, ou, bater à porta ou a campainha para pedir a alguém assinar
Tudo está pronto e assinado
E a modernidade que tende a modernizar
Quem não se moderniza fica para trás
Luís Antonio Padovani
18/12/2011
Ou um piscar de olhos
Eu não sei como definí-la
Eu só sei que é muito rápida
Não precisa teoricamente de espaço físico
E só ter um endereço eletrônico
Colocar em outro endereço eletrônico
Escrever algo e finalmente enviar
Para fazer não é nescessário sair de casa para ir ao correio
O correio está na caixa de entrada
E postado na caixa de saída
E lá vem um comunicado
A sua mensagem fo enviado com êxito
Ou esse endereço não válido
E está tudo certo
E o gasto com isso é o provedor
Uma vez que a internet é gratuíta
De qualquer lugar do mundo para qualquer lugar do mundo o tempo é o mesmo
Não há comunicado no envelope per avion
Nem transporte rodoviário e marítimo
O carteiro não tem que ira à casa de alguém para entregar a correspondência, ou, bater à porta ou a campainha para pedir a alguém assinar
Tudo está pronto e assinado
E a modernidade que tende a modernizar
Quem não se moderniza fica para trás
Luís Antonio Padovani
18/12/2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
José de Alencar
Todo mundo é louco
Só eu que sou normal
Por isso eu mandei para o manicônio todo mundo
Hospital ao qual eu dirijo
Ao qual eu sou médico
Todo mundo e louco
Só eu que sou normal
Eu cerquei o mundo
Eu me isolei
A quem me contraria eu digo que é louco
Faço um sinal que é sinal de sujeira
E um outro que para isolar
Todo mundo é louco
Só eu que sou normal
Luís Antonio Padovani
17/12/2011
Só eu que sou normal
Por isso eu mandei para o manicônio todo mundo
Hospital ao qual eu dirijo
Ao qual eu sou médico
Todo mundo e louco
Só eu que sou normal
Eu cerquei o mundo
Eu me isolei
A quem me contraria eu digo que é louco
Faço um sinal que é sinal de sujeira
E um outro que para isolar
Todo mundo é louco
Só eu que sou normal
Luís Antonio Padovani
17/12/2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Sempre a procura de um personagem
Nem sempre o que está nos jornais, revistas e internet, ouvido no rádio e visto e ouvido na televisão e na internet, que não distingue um meio de comunicação do outro é verdadeiramente a opinião de um grupo, porque a imprensa manipula as notícias para se satisfazer.
A imprensa procura personagens que são os entrevistados que entendem de tudo desde direito a economia e estão sempre expostos nos noticiários sempre fazem o que os jornaistas querem respostas objetivas e curtas.
Cenários são montados um cientista tem que estar vestiddo de avental e manipular tubos de ensaio, memso que ele não faz isso, por que essa encenação dá credibilidade no imaginário popular. "Se não mexer com tubos de ensaio não é cientista".
Os entrevistados são procurados até encontrar alguém que dá a resposta que o reporter deseja ouvir, e só essa irá ser vinculada na imprensa.
Um comentário do professor Jorge Carreta "as minhas entrevistas que vão ao ar são distorcidas". Esse é o caso da edição no caso da televisão, rádio e internet e o corte no caso dos meios de comunicção impresso.
O que se vê nos jornais é na verdade o que a imprensa que que seja divulgado, da mesma maneira é a postura do entrevistado.
Luía Antonio Padovani
16/12/2011
A imprensa procura personagens que são os entrevistados que entendem de tudo desde direito a economia e estão sempre expostos nos noticiários sempre fazem o que os jornaistas querem respostas objetivas e curtas.
Cenários são montados um cientista tem que estar vestiddo de avental e manipular tubos de ensaio, memso que ele não faz isso, por que essa encenação dá credibilidade no imaginário popular. "Se não mexer com tubos de ensaio não é cientista".
Os entrevistados são procurados até encontrar alguém que dá a resposta que o reporter deseja ouvir, e só essa irá ser vinculada na imprensa.
Um comentário do professor Jorge Carreta "as minhas entrevistas que vão ao ar são distorcidas". Esse é o caso da edição no caso da televisão, rádio e internet e o corte no caso dos meios de comunicção impresso.
O que se vê nos jornais é na verdade o que a imprensa que que seja divulgado, da mesma maneira é a postura do entrevistado.
Luía Antonio Padovani
16/12/2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
mistério da vida
Eu não entendo qual é a função do adulador
Ele não faz nada
Então para que existir
Não tem função alguma
Não serve para nada
Deveria nascer morto
Não faz falta para nada
Não faz falta para o mundo
Não cria nda que beneficia outrem
Não cria nada que modifica os hábitos dos seus contemporâneos
Se não cria para que existir
Para falar frases de programas de humor de tevê
Para falar ditados populares
Para falar consenso comum
Para ser um sinal receptor
Eu poderia de chamá-lo de antena repetidora por ser antena um sinal mais conhecido
Enfim, eu não entendo qual é a função do bajulador.
Luís Antonio Padovani
9/12/2011
Ele não faz nada
Então para que existir
Não tem função alguma
Não serve para nada
Deveria nascer morto
Não faz falta para nada
Não faz falta para o mundo
Não cria nda que beneficia outrem
Não cria nada que modifica os hábitos dos seus contemporâneos
Se não cria para que existir
Para falar frases de programas de humor de tevê
Para falar ditados populares
Para falar consenso comum
Para ser um sinal receptor
Eu poderia de chamá-lo de antena repetidora por ser antena um sinal mais conhecido
Enfim, eu não entendo qual é a função do bajulador.
Luís Antonio Padovani
9/12/2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Ser igual é
inutil
desprezível
inoperante
ineficiente
intolerável
indesejável
dispensável
repugnante
insensível
indelicado
destrutivo
è só perda de tempo, dinheiro e saúde
desprezível
inoperante
ineficiente
intolerável
indesejável
dispensável
repugnante
insensível
indelicado
destrutivo
è só perda de tempo, dinheiro e saúde
minha vida
Luís Antonio Padovani nasce em Moji Mirim Estado de São Paulo em 21 de junho de 1961 às 12h40 presta concurso pela Promdepar e assume o cargo em 15 de março de 1989 em M0ji Mirim escreve os livros de poemas pela editora João Scortecci primeira Antologia Poética de Moj Mirim em, 1991, Máquina em 1993, Q Dê Sete em 1995 eo romance Destino em 1994 e os livros Nossa gente escrevendo, da Casa do Escritor de Moji Guaçu e Poema para Solange pela editora Mafra. Participa das bienais internacional de São Paulo pela editora João Scortecci nos anos de 1994, 1996 e 1998 Fez o curso pela Escola Técnica de Comércio de Moji Mirim de Técnico em Contabilidade, faz a faculda de jornalismo na PUC Campinas, filho de Henney Padovani comerciante, corretor de imóveis, proprietário de uma imobiliária e de uma loja de móveis, perito judicial e rábula nasce em Cafelândia interior de São Paulo foi gerente de banco Moreira Sales e morto em 30 de junho de 1989 em Moji Mirim e de Derli Terezinha Negrisoli Padovani professora aposentada pelo Estado de São Paulo, nasce em Pirajuí interior do Estado de São Paulo em 12 de junho de 1933 deu aulas de artes industriais e de educação artística fez a faculdade em Itu interior de São Paulo para dar aulas de educação artística.
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