quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Indignidade

Humanidade
Humano
Idade
Como o passar do tempo o ser humano tornou-se mais humano
Ficou civilizado
Viu-se em uma moradia fixa
Viu-se na obrigação de procurar o seu próprio alimento
Viu-se na necessidade de atribuir tarefas para outras pessoas
Desta maneira tudo se tornaria mais rápido e eficaz
Multiplicou-se
O que era prioritário deixou de ser
E a vida continuou
Criou crenças
Criou paradigmas
Desumanizou
Passou cuidar menos do humano e mais dos animais domesticados
Valorizar mais uns e menos outros
Desprezar aqueles que aparentam ser mais fracos
Passou a dizer se vire que não é quadrado
Mesmo quando é preciso da ajuda de alguém
Passa tratar como ninguém
Por não fazer parte do grupo
Não vê mais o outro
Vê somente a si mesmo
Ajuda solidária não faz nem que for para ajudar o colega de trabalho
Com medo de represália do seu superior imediato
Incumbe de fazer somente o que mandam
Tornam-se menos humanos
Menos racionais
Esquece-se de que tem dois ouvidos para ouvir mais e uma boca para falar menos e uma mente para julgar o certo do errado
Tomar uma atitude certa pode dar uma nota maior mesmo que for desobedecer a seu superior
Socorrer quem precisa
Idolatrar menos os superiores
Salvar alguém de um perigo maior
Terá aplausos de todos
Agradecimento eterno de um ser que foi socorrido a tempo
Dizer que nunca teve nota inferior no trabalho é o mesmo que um adolescente dizer que só teve notas azuis no boletim escolar.
Colar está idéia não é uma boa idéia
O ser humano é feito de atitudes
Mas as atitudes estão cada dia menos freqüentes.

Luís Antonio Padovani.
29/12/2016
Pirajuí

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Totalmente discrito

Xaveco
É o eco
É a chave
É o segredo
Incontável
Inúmeros
Uma faceta
De alguém quer conquistar alguém
Ser especial
 Ter uma identificação
Ter uma admiração
Uma reação
Real
É a caça
É a conquista
É a isca
Depois de tudo faz-se uma união
Parte assim a vida a dois
Dois corpos se unem
Deles nasce mais um ser.

Luís Antonio Padovani
20/12/2016
Pirajuí


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Um assunto sério torna-se uma expressão

I

Falar sério é apenas uma Expressão quando se fala com Hercules
Não pensa ou por outro lado não sei se pensa
Faz tudo por inércia ou osmose
Fechado para o dialogo
Diz ser a ditadura o melhor regime para o país para ordem
Quando no tempo dos militares não havia tanto roubo e corrupção
E vai discordar para vê
Ouvir nem pensar
Intromete-se onde não é chamado
Até nos serviços dos outros
É um verdadeiro bico
Chama os outros de palhaço
Gosta de atrapalhar
Ajudar nem pensar
Quando fala para que alguém parece que o remetente ouve um livro
Reproduz fielmente todas as linhas e pontuações
Para conviver com ele tem que concordar com tudo que se ouve
Um louco não se pode ser controvertido

II

Olino faz de Hercules um Deus
Segue todas as suas ordens
Quando Erminda tenta fazer algo logo vem Olino falar espera Hercules para vê o que ele vai falar
Torna-se desta maneira Ualy uma empresa engessada
Erminda por sua condição vive acuada
Ameaças mais ameaças
Hercules diz para Erminda não atender telefone, falar com o publico por ela é uma boba
Diz para Erminda ter uma letra feia
Carrega com ele todos os preconceitos de uma sociedade
Não pensa em rever nenhum critério
Reciclagem se for de lixo e olhe lá
Todas as mentiras passadas em um papel por um superior é mais pura verdade
Todas as verdades faladas por um subalterno é a mais pura mentira
Quando um colega faz a vez de chefe faz ameaças para cortar as suas vantagens
Ridículos são os seres que não faz se questionar o que os outros falam ou própria fala.

Luís Antonio Padovani
14/12/2016


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Não vou falar nada, não

I

Não entendo como pode ser
Não sei o que vai ganhar
Certamente o meu desprezo

II

Mentir para si mesmo
Diz ser para os outros o que não é

III

O telhado é de vidro
Joga pedra no telhado alheio
Não se enxerga

IV

Brinca com os sentimentos dos outros
Age como fosse a ultima bolacha do pacote

V

Uma sociedade falida
Não aprende a viver
Vive um mundo particular
Um lar a parte do mundo

VI

Tem uma relação complicada
Faz de si o centro do mundo
É porque eu sou o dono da verdade
O restante é mentiroso

VII

No fundo tenho um dó
Pessoas assim são desnecessárias.

Luis Antonio Padovani

09/12/2016

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Um país unificado

Servi o exercito português
Aposentei
Voltei para o meu país
Conheci o imperador
Convidei-o para a maçonaria
Coloquei-o no trono com a coroa
Fui abolicionista
Fui republicano
Apoiei a monarquia e a escravidão para que o meu país não fosse repartido como a América Espanhola foi
Abdiquei dos meus ideais em favor de um objetivo maior
Fazer do Brasil uma unidade
O meu nome de batismo é Antonio
Poucas pessoas sabem disso.

Luís Antonio Padovani

23/11/2016

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Sem comparação

Uma pedra bruta é encontrada
Dada a um artesão
Ela é esculpida pacientemente
O artista zelosamente faz o trabalho
Sem muita pressa
Alias o trabalho de lapidar tem que ser vagaroso
Não é feito em um dia ou em uma noite que ela fica pronta
Cautelosamente, muita cautela
Até que chega a hora dela ficar pronta
Todas que a vê, admira
Como pode ser esta pedra ficar tão bela?
Ela deve custa uma fortuna
Peça igual a esta eu não vou encontrar em lugar nenhum
Ela é única
Feita com incrível habilidade
Não vou nem perguntar o valor porque eu sei que é exorbitante.

Luís Antonio Padovani

15/11/2016

domingo, 13 de novembro de 2016

Fuga de si mesmo

Colocar algo na boca para sentir alegria
Ficar mais solto
Ficar com alguém mais espontaneamente
Eu não compreendo esta situação
Ingerir um produto para ser realmente o que é
Um produto que produz dependência química
Uma bobagem imensa
Fazer bobagem que faz alguém fazer algo mais se arrepende
Fazer qualquer ação no embalo
Acordar do lado de alguém sem saber o que fez
Ter uma responsabilidade cedo demais
Se arrepender tarde demais
Falar até morrer para os mais íntimos e os nada íntimos ouvir sem perguntar se realmente quer ouvir
Dizer para todos que se arrependeu
Fazer da vida um muro de lamentações
Perguntar se alguém bebe ou fuma
Se a resposta for negativa
A replica é
Então o que faz aqui?
Se o ambiente for um bar
A tréplica é
Não se divertir em um bar sem beber ou fumar?
Fica uma pergunta no ar.

Luís Antonio Padovani

14/11/2016

sábado, 5 de novembro de 2016

A vida se resume em atitudes

A vida é um jogo
Ela tem que ser vivida
O jogo   tem que começar
Se não for dar o pontapé inicial jamais saberá o resultado do jogo
Um jogo de interesses
Uns ganham
Outros perdem
Não tem lugar para empates
Aquele  que apresentar melhor arma e defesa ganha
Há pessoas que vem no mundo somente para reproduzir
Outras para mudar algo
Há os conformados
Há os inconformados
A batalha do cotidiano acaba quando chega a morte
O único ato que eu sei que vai acontecer cada um de nós  é a morte
Se há vida naturalmente há morte
Nascemos para morrer
E por isto temos que viver da melhor maneira possível
Se dar bem com todos que nos rodeiam
Ajudar no que for possível
Lesar jamais
É tão bom viver em paz consigo mesmo.

Luís Antonio Padovani
05/11/2016

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Poucas e boas

Comojostra é sínica e sinistra
Jogo compulsivamente
Em todos os jogos
Lotofacil, não é fácil
Lotomania é uma mania
Quina bate na quina
Mega-sena é mega
Timimania é do seu time
Dupla sena dobra
Loteria federal é federal
Loteca lota
Lotogol faz o seu
Instantâneo, faz já
No jogo da vida só quer se der bem
Conversa com um, conversa com outro
Aproxima-se de quem é interessante
Trabalha em ritmo alucinante
Adora hora-extra
Muito embora, nega
Diz trabalhar por amor
Logo sei, ao dinheiro
O dinheiro é a mola do mundo
Sem ele não tem como viver
Mas, ser escravo dele é problema
Desde que resolva todos os meus problemas, está bom
Sobrar algum para colocar em um reserva (poupança) poupeta
Deixar para alguma eventualidade
É o que penso
Mas, em fim, voltemos à história
Comojostra fala para heliastra
Vertume gosta de carro
Entende barbaridade do assunto
Sabe a história de cada modelo
Cada peça
Onde é encontrada
Para se dar bem com ela procure saber
Comojostra se orgulha do marido que
Lindo é maravilhoso
Conheceu o na juventude
Tem um filho (a coisa mais linda do mundo)
Aconselha a sua nora nas desavenças
Diz para desistir da separação
Tudo tem o seu momento
Um casal não se separa
O amor dela pelo seu marido é cego
Não tenho de outro
Quando um homem se aproxima dela com um jeito querer fazer a corte
Ela diz ser bem casada
Não quero saber de outro homem
As conversas de conjostra e de Heliostra têm um tema
Os colegas de trabalho
Desta forma ela relata as paixões de cada
Fala de Hermes, gosta de comer para ter um bom ambiente com ela diz sobre degustação
Jastriotra entende muito de modas
Cada fio costurado ele já foi alfaiate
Desfilou nas passarelas
Toali diz muitas mentiras
Ele teve a proteção de Humus por alguns anos e neste foi de Belo
Quer fazer chorar Toali, é o seu objetivo
Joga o jogo da vida
Quer ganhar
Seja como for
Jogo limpo ou sujo
Quem vai se importar
Quer ganhar
Os anos passaram
A vida continuou
O que era belo virou feio
O que era feio virou belo
Vertume perdeu o emprego
Perdeu o dinheiro
Perdeu a posição social
Perdeu o amor
O seu ideal é ser feliz com um homem
Quando vê o ex, se esconde
Agora está com Siriobino
Há anos está sem alguém
Dois ex fazem um atual
O que realmente quer
Não sei
Mas, posso tentar adivinhar
Um homem para ser feliz, pagar as suas contas
Que seja como ela adulador

II

No mundo de hoje está em transformação
Particularmente foge da minha compreensão
Um homem ou uma mulher ter um negócio 
Porque um não trabalha com o outro e faz a firma prosperar
Assim os dois saberam mexer com o comercio
Se o homem ou a mulher precisa de alguém
Que este alguém seja o ou a congege
Somente desta maneira o barraco tem mais possibilidades de ir mais adiante
Um registra o outro na carteira
Um vizinho ter uma cooperativa com o outro
Assim tudo fica mais barato
O capitalismo está falido
Ele tem que se reinventar
As pessoas têm que ser menos individualistas e pensar mais no coletivo

Luís Antonio Padovani
31/10/2016

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

A verdade não merece castigo

Mais ou menos
Quanto mais tempo passo por aqui, menos eu gosto
Não sei o que eu faço por estes lados
Tudo o que eu é que tudo de bom que aconteceu comigo, aconteceu fora daqui
Uma gente que sabe diferenciar o autor, do ator, do personagem
Não se pode esperar nada
Criticam a minha letra
Se é que tem algo bonito por aqui!
O que se esperar do pseudo intelectual
Formado na faculdade
Cheios de teorias
Nenhuma prática
A teoria que conhece é a dos outros
Não sabe criticá-las
Por ter aprendido que é a mais pura verdade
Tinha que escrevê-la para não ficar em dp
Não tem nenhuma teoria própria
Por mais absurdo que possa aparecer
No primeiro momento poderia parecer esquisito
Com o passar dos anos, ser uma ideia revolucionária
É assim que é a vida
Uns poucos fazem, a maioria copia
É por isto que eu falo, vamos para frente, porque atrás vem gente
Já na minha adolescência já falava isto quanto eu ia para a escola Pedro Ferreira Alves e escola Técnica de comércio de Moji Mirim

Luís Antonio Padovani

29/10/2016

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Umala fábula

Todo mundo
Não sei quem é
Ninguém me apresentou
Todo mundo
Não o que faz
Não sei onde mora
Não sei qual é a língua que fala
Não sei absolutamente nada
Para mim é um ser aborrecedor
Parece Deus
Onipotente
Onisciente
Onipresente
Tudo pode
Está ciente em tudo
Presente em todos os cantos
Todo mundo fala
Nunca vi
Creio em Deus
Não creio na crendice
Quem disse Todo Mundo tem inveja de alguém, ou é um inimigo
Quer acabar com a moral de alguém
Quer destruir o que alguém tem de bom
Todo Mundo
O mundo é uma basbaquice de todos
Quem é Todo Mundo
Um ser inexistente que serve a um propósito de alguém.

Luís Antonio Padovani

25/10/2016

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Orival Pessini

“To” fofo
“To” fofo
Fofão
Fiquei menos fofo
A brincadeira perdeu a graça
A situação ficou séria
As crianças perderam uma diversão
Um homem do bem
Deixei as minhas alegrias que podem ser mostradas muitas vezes por anos a fio
Levo comigo o palhaço que divertiu multidões pela televisão
Pá da que pá de La
Sei lá
Patropi cumpri a minha missão.

Luís Antonio Padovani
14/10/2016


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Tempos atrás

I

È por isto que o
É por isto que o Slow Motion faz sucesso
Repetição a todos os momentos
Em tudo o que o fazem
Faz questão de não rever os conceitos
Frisa a família a qual pertence, mesmo que já esteja falida
Mas isto não muda o seu discurso
Eu sou da família XYZ KLW e isto me torna muito especial
Você é da família ABC JKZ
A sua família faz pouco tempo que esta por aqui
A minha está aqui desde os tempos do Arraial
Ela participou de todas as histórias da cidade
E a sua faz parte da história recente
Sente o drama é  me ouça
Eu não quero te ouvir
Você tem que me ouvir
Fiquei claro, ou tenho que repetir
Se você tiver disposto a ouvi isto tudo novamente
Faria isto com enorme prazer
O meu prazer é não te ver na minha frente
Alias, eu não quero nem vê-la

II

Devagar quase parando é assim mesmo
Anda em um ritmo lento, e não quer mudar a velocidade
Sempre alienado
Está preocupado com a sua existência
A dos outros, se vira que não é quadrado
E se queixa da vida
Não sei por quê
Está sentado em um prego e não faz nada para a situação mudar
Tudo o que sabe fazer é ficar sentado em cima do seu próprio rabo e ver o rabo dos outros
Critica a vida dos filhos dos outros e não vê os defeitos dos seus
Vive no século dezoito com a modernidade do século vinte e um

Luís Antonio Padovani

12/10/2016

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Esclarecimento

I

Quero deixar claro
Tirar do escuro
Uma vez que não me escutam, escrevo

II

Um episódio que se contar parece piada
Escola Técnica de comercio de Moji Mirim
Sala de aula
Eu sentado na frente do tocador de corneta Cação
Quando de repente ele pergunta
-Você quer se filiar ao PMDB?
-Como faço isto?
-Vai até a Rua Doutor Ulhôa Cintra, procure Antonio Carlos de Oliveira
No dia trinta de agosto de mil novecentos e oitenta e dois
Vejo-o sentado em uma cadeira localizada de uma maneira que dá Rua visse a mesa e a cadeira
Pergunto para o cidadão
Quero falar com Antonio Carlos de Oliveira
Ele se levanta da cadeira, atravessa um corredor estreito, e na volta trás uma folha de papel sulfite e uma caneta big azul, e diz, escreve o que você pensa sobre política, e eu respondo que burrocracia, e isso em tom de indignidade e pergunta
Escrevo o texto e estou no partido até hoje
Fui inclusive diretor titular da organização.

Luís Antonio Padovani

04/10/2016

sábado, 1 de outubro de 2016

Melhores momentos

No momento vou dizer
Estou em uma sinuca de bico
Falar absoltamente o necessário
Concordar com o que louco fala
Ele não pode ser contrariado
O surto é inevitável
É lamentável esta situação
Cada louco com a sua mania
Desde que suas manias não lesem outras pessoas
Cada dia dissimula melhor
Saber contornar a situação é a solução do problema
Os melhores remédios são a sabedoria e a paciência
Sabedoria para saber o que dizer
Quando disser
Como dizer
Paciência para não fazer algo com que mais tarde vai se arrepender
Escrever não tem como explicar
Para isto tem que pensar
Falar às vezes dar remendo
Em um momento em que está abalado emocionalmente fala até assunto que não está relacionado
Fazer também pode ter uma salvação
Falar por osmose ou inércia
Falar sem pensar é o mais corriqueiro se dizer
Falar um assunto que não tem relação nenhuma com a conversa
Pode até ser aceito para obter o arrependimento.

Luís Antonio Padovani

01/10/2016

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Estranha é esta a minha vida

A minha vida é feita por um acaso
Sempre tomo susto
Fatos isolados inesperado sempre vêma
Tomado por emoções falo o que não deveria ter falado
O arrependimento vem de imediato
Em seguida me pergunto por que eu falei
Agora já era
Não posso fazer nada
Resta somente o perdão de quem ouviu
Às vezes o emocional supera o racional
Faço de tudo para que isto não aconteça
Mas uma vez acontecido não pode aperta rec. e voltar como não se tivesse acontecido.
Apagar da memória não vou conseguir
Posso conseguir a compreensão

Luís Antonio Padovani

26/09/2016

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Plenamente duro

Concreto
Concretamente
Concreto
Corretamente
Coerentemente
Concreto
Concretamente
Concreto
Cimento
Concretado

Luís Antonio Padovani

19/09/2016

O meu problema é que eu não falo, escrevo, publico e registro

I

Falo ninguém me escuta
Escrevo, publico e registro
Dessa maneira alguém pode ler
Alguém pode se sensibilizar
Pode se mobilizar
Para algo ser feito
Se eu não for me manifestar, nada será feito

II

Escrever é uma manifestação
Tirar da escuridão
Deixar claro
Por a tona
Para que não seja esquecido

III

Se eu ficar no bla, bla, bla...
Não vai resolver
Quando eu morrer vai morrer comigo.

Luís Antonio Padovani
14/09/2016


domingo, 11 de setembro de 2016

Nada haver um assunto com outro

A minha mãe perguntava para mim porque eu não tenho namorada
Respondia por que eu não tomo cerveja.
Ela não entendia bulhufas
A minha mãe perguntava para mim porque eu não tenho namorada
Respondia por que eu não tomo cerveja.
Ela não entendia nada
Eu também não entendo
Mas não estou preocupado com este tema
Procuro-me em viver
Não tenho tempo para idiotices
Muito menos para idiotas
A minha mãe não entendia qual era a relação entre tomar cerveja e namorar
Esta resposta está somente com imbecis
Obra do consumismo que diz que sou comprometido (mentalmente)

Luís Antonio Padovani
10/09/2016
Pirajuí

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O sábio

Vive um dia de cada vez
Vive o presente
Lembra o passado
Tira lições dele
Não se preocupa com o futuro
Ele a Deus pertence
Tem duas certezas
Uma é que nasceu
Outra é que vai morrer
Enquanto tiver vivo, vive
Não adianta se preocupar com o amanhã
Não sabe se vai acordar
Vive o aqui, agora
A medida com que os problemas surgem, eles são resolvidos
Se, não existe
Se, não joga
É ou não é
Vive intensamente o momento.

Luís Antonio Padovani

31/08/2016