quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Outra vida

Bandera
Eu não volto mais para o reduto porque eu já dei muita bandeira para o azar
Eu não quero carregar a bandeira de uma doença venérea
Ir para o caminho que não leva a nada, não é comigo
É assim que eu penso
Eu quero construir uma família Bandera
Muitas loucuras eu cometi
Elas foram suficientes para eu perceber o quanto errei
Mudar de vida foi à opção
Voltar aos hotéis de alta rotatividade está fora
É assim que eu penso

Luís Antonio Padovani
04/11/2015

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