quinta-feira, 19 de junho de 2014

A sina dos campeões

I

Os campeões de copas passadas não têm tanta força assim
Ser campeão é apenas um título
O mundo globalizado nos obriga a ficar sempre atentos aos acontecimentos

II

Assim que a fúria ficou furiosa quando perdeu da Holanda e do Chile
E agora prepara as malas para voltar ao seu aconchego
O Sánchez não deu nenhuma chance aos ibéricos

III

A Espanha apanhou e agora se vai
Assim como a França em dois mil e dois
Assim como a Itália em dois e dez
O que acontece com as seleções campeãs que não repetem as mesmas campanhas?
Em um mundial é eficiente
No outro a participação é pífia
Será que são os efeitos da mundialização?

Luís Antonio Padovani
19/06/2014



sábado, 7 de junho de 2014

A mulher perfeita não existe

Eu quero uma mulher
Não apenas uma mulher
A mulher tem que ter iniciativa
Uma mulher teórica não resolve nada
A teria fica armazenada dentro dos livros
Uma mulher tem que ter prática
Uma mulher prática é uma mulher com iniciativa.
Eu quero alguém que resolva os meus problemas, que não são poucos, eu digo de passagem.
Eu não quero mais problemas
Eu quero que resolva os existentes
A teoria não serve para nada, se não for colocada em prática.
Mesmo porque as ciências exatas não são tão exatas assim como dizem
As ciências tornam-se inexatas à medida que novas descobertas são feitas e o conceito que esta em vigor enfraquece e é desfeito.
O mundo é um grande laboratório
A teoria não resolve, mas a prática resolve tudo.
Eu não quero uma cientista
Eu quero uma mulher, pó.
Uma cientista não resolve o meu problema de ter filhos
Uma mulher resolve
Conversar com uma cientista é um problema que me incomoda
É o mesmo que pegar um e ler
Não tem nada improvisado
O resultado já é conhecido
Colocar em prática o que aprendeu na academia é a solução dos meus problemas.
Olhar para minha cara como fosse um dois de paus é o mesmo que não ter entrada na facul
Se for algo que tenho ira é um ser totalmente previsível
O ser humano torna-se aos poucos inumanos
O calor humano está cada vez mais frio
O ser humano preocupa-se mais com os outros animais, e esquece o humano.
O ser humano não é mais humano
Deveria ter uma ONG para resolver os problemas dos seres humanos ignorados.


 Facul é a forma popular de falar faculdade 

Luís Antonio Padovani
07/06/2014


domingo, 1 de junho de 2014

Homossexualismo

Eu não gosto muito de veadagem
Isto me irrita muito
Veadagem é assunto de homem
Para ser veado tem que ser homem
Homem mesmo
O preconceito que existe é muito forte
E por isso mesmo para ser veado é preciso ser homem
Mas homem mesmo
É preciso ser macho para encarar a sociedade
Eu não tenho nada contra veado, mas não é o time que eu jogo.
Eu gosto mesmo é de mulher
Ver os seus seios e as nádegas
A forma da mulher é a forma perfeita
É uma idiotice do tamanho do mundo comparar a mulher com avião, violão.
Mulher não é nada disso
Mulher é mulher
Ela não é avião
Ela ao é vilão
Ela tem particularidades interessantes, muito interessantes, diga-se de passagem.
A sua passagem me deixa animado
Mulher bonita ou feia
Não importa
A mulher bonita se torna feia, quando abre a boca.
E eu entro em desespero
E eu penso que eu vou fazer com um treco desses
Não tem assunto nenhum, é somente bonita.
E a beleza está na mente
Seria melhor ter ficado calada
E a feia se torna bonita
Ao abrir a boca se torna interessante, e a beleza aparece.
E por falar em mulher
Sapata, como eu digo.
Sapatão, como o velho guerreiro dizia, tem os mesmo problemas do veado
Criador de uma marchinha de carnaval de grande sucesso
Eu o apelidava de chicrinha, mas era chacrinha.
Era o prenuncio do que eu seria
Mexer com palavras é bom de mais.
 Que problema!
Que ridículo é o preconceito
Seja ele qual for
É inadmissível
È intolerável, pois deixam as pessoas intolerantes.
E isto não é nada bom
Sempre é bom pensar nas relações interpessoais e aceitar as diferenças.
O mundo vai se tornar melhor
 Vai por mim
O que foge da compreensão da maioria é esquisito ou louco.

Luís Antonio Padovani
O1/06/2014




domingo, 4 de maio de 2014

Eu sinto na pele, e por isso eu sei que eu digo

       
            A voz do povo não é a voz de Deus é a voz de quem quer impor a sua vontade por meio dessa idiotice e que a idiotice não seja questionada e seja perpetuada gerações pós gerações.
            Ir diretamente ao assunto é a minha característica. Rodeios não é para mim uma virtude. Eles me dão vontade de dormir.
            Então eu vou largar de embromação e partir para o que realmente interessa.
            Homofobia daqui e dali.
            Preconceito contra as mulheres, os negros são os que estão estampados nos jornais, revistas para quem quiser ler e reler, vistos e ouvidos na internet e na televisão, e são ouvidos no rádio.
            Esses fatos são verdadeiros.
            As mulheres ganham menos que os homens nas mesmas funções e nas mesmas empresas.
            Mas esquecem de um detalhe não são somente esses os problemas do mundo.
            Nos meios de comunicações aparece o mundo em conflito pelo poder, despotismo é perpetuado e civilizações são vitimas de seus governos, e muita gente passa fome.
            Só que esse ponto não é o ponto que eu quero chegar.
            O assunto é o preconceito contra os epilépticos eu não existe uma lei que os ampare com o preconceito que é sofrido ao procurar um emprego, mesmo eu el seja capacitado ninguém fala em prender quem oferece uma bebida alcoólica para ele. Isto é uma ofensa, uma vez que, o remédio barbitúrico que ele toma para não ter os desmaios o proíbe de aceitar o convite.
            Os supermercados não estão à disposição dos mesmos vinhos sem álcool, muito embora já existam cervejas e espumantes.
            Em tom de brincadeira eu digo que a garapa é a pinga sem álcool.
            Uma solução para que isto tenha um fim é a instrução nas escolas com a administração de conteúdos nas matérias mais especificas (biologia, física, química e ciências físicas e biológicas) e mais português com suas redações e discussões em salas de aulas.
            Abrir discussões sobre o tema, abrirá a cabeça de muita gente, e muita coisa mudará.
            O preconceito é vedado e vetado.
            É vedado por ser fechado. A sociedade de consumo o esconde e vetado, pois o epiléptico é cortado do convívio social de uma sociedade alcoólica.
             Conviver é viver com, antes de tudo e mais nada.

Luís Antonio Padovani
04/05/2014





domingo, 27 de abril de 2014

Um fato estranho

 O João está em baixa no urbano, e em alta no rural.
Não me pergunte por quê
Eu não saberei responder
Esta não é a minha especialidade
Eu a deixo para os filósofos e para os sociólogos estudarem
Eu apenas confirmo um fato
No meu imaginário
Eu brinco com o fato
E eu digo que no sitio gostam de uma fogueirinha
Comemorar o São João Batista
Cantar São João.. São João
O coração do fazendeiro é quente
Acende a fogueira do meu coração e outros também
E viva o São João
E as festas juninas
Os quentões  que estão sempre quentes para reacender as fogueiras de Junho.

Luís Antonio Padovani

27/04/2014

sábado, 19 de abril de 2014

O meu modo de pensar

Eu quero por uma pitada de humor nesta história
Para mim soa uma comédia
O que eu observo por este Brasil afora é no mínimo uma piada
Há tempos as latas de lixo foram aposentadas
Há tempos os cachorros vira-latas resistem
A cultura geral não deixa a modernidade fluir
Mesmo as gerações que desconhecem as latas de lixo falam vira-lata
Para mim poderia ter chamado tomba-lata
A lata era tombada, e não virada.
Mas, entretanto, todavia.
Todas as vias mudaram
Entre tantas mudanças o saco entrou no lugar da lata
E por isto este motivo o vira-lata, ou o tomba-lata, que eu penso que é mais correto dar o nome de virassaco, ou rasgassaco.
Eu só tenho um olhar
O olhar da informação correta
E o correto é sem raça definida
Que eu defino ser o coerente
Uma vez que não se sabe a sua origem

Luís Antonio Padovani

19/04/2014

sábado, 12 de abril de 2014

O resumo da ópera

Tudo depende do visual
Ual é o que eu digo
O ponto de vista de quem vê
È para você vê
Prêt-à-porter pronta entrega são exatamente as mesmas coisas as mesmas coisas
A diferença básica é o dinheiro
Prêt-à-porter quem faz são os estilistas
O preço é lá nas alturas
Uma vez que são feitas para a classe de alto poder aquisitivo
Pode gastar rios de dinheiro que não vai fazer falta alguma
E a compra é uma nota preta
Roupa fina feita para gente fina
Gente fina é outra fina
E a roupa de pronta entrega é feita pelos alfaiates
Elas são feitas para as classes bem menos favorecidas
Bota bem menos favorecida nisso
E se for o caso parcela em duas, três ou quatro vezes.
Uma vez que quem compra não ganha lá essas coisas
Não anda no carro do último tipo
Não anda no carro importado
Não anda no carro possante
Não anda no carro do ano
Anda isto sim, no carro que pode andar.
Se é que ele anda
Um empurrãozinho aqui ou ali
Tem que ser na decida para a lei da gravidade ajudar
A lei do menos esforço
Anda sim, em um carro pronto para ser reformado no lata velha do Luciano Huck
Onde ele opera milagres no Caldeirão.

Luís Antonio Padovani
13/04/2104