domingo, 4 de maio de 2014

Eu sinto na pele, e por isso eu sei que eu digo

       
            A voz do povo não é a voz de Deus é a voz de quem quer impor a sua vontade por meio dessa idiotice e que a idiotice não seja questionada e seja perpetuada gerações pós gerações.
            Ir diretamente ao assunto é a minha característica. Rodeios não é para mim uma virtude. Eles me dão vontade de dormir.
            Então eu vou largar de embromação e partir para o que realmente interessa.
            Homofobia daqui e dali.
            Preconceito contra as mulheres, os negros são os que estão estampados nos jornais, revistas para quem quiser ler e reler, vistos e ouvidos na internet e na televisão, e são ouvidos no rádio.
            Esses fatos são verdadeiros.
            As mulheres ganham menos que os homens nas mesmas funções e nas mesmas empresas.
            Mas esquecem de um detalhe não são somente esses os problemas do mundo.
            Nos meios de comunicações aparece o mundo em conflito pelo poder, despotismo é perpetuado e civilizações são vitimas de seus governos, e muita gente passa fome.
            Só que esse ponto não é o ponto que eu quero chegar.
            O assunto é o preconceito contra os epilépticos eu não existe uma lei que os ampare com o preconceito que é sofrido ao procurar um emprego, mesmo eu el seja capacitado ninguém fala em prender quem oferece uma bebida alcoólica para ele. Isto é uma ofensa, uma vez que, o remédio barbitúrico que ele toma para não ter os desmaios o proíbe de aceitar o convite.
            Os supermercados não estão à disposição dos mesmos vinhos sem álcool, muito embora já existam cervejas e espumantes.
            Em tom de brincadeira eu digo que a garapa é a pinga sem álcool.
            Uma solução para que isto tenha um fim é a instrução nas escolas com a administração de conteúdos nas matérias mais especificas (biologia, física, química e ciências físicas e biológicas) e mais português com suas redações e discussões em salas de aulas.
            Abrir discussões sobre o tema, abrirá a cabeça de muita gente, e muita coisa mudará.
            O preconceito é vedado e vetado.
            É vedado por ser fechado. A sociedade de consumo o esconde e vetado, pois o epiléptico é cortado do convívio social de uma sociedade alcoólica.
             Conviver é viver com, antes de tudo e mais nada.

Luís Antonio Padovani
04/05/2014





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