A venenosa destila o seu veneno
Prega o ódio
É dissimulada
Deseja deixar
alguém de lado
Usa a mesmice
É chata, irritante,
hipócrita, sem vergonha e pedante.
É cheia de moral
Não suporta a
felicidade de alguém
É cheia de notícias
falsas
A verdade absoluta
é com ela
Age em silencio
É a rainha da
replicação
Cansa qualquer um
Tolerância para ela
é nenhuma
Direciona qualquer
um
Não tem dialogo
Imagina-se
simpática
Espalha para os
quatro ventos
Mas na verdade, a
verdade é outra.
Somente quem vive o
cotidiano é quem sabe
Cada dez palavras,
onze é cerveja.
Não muda o tom da
conversa
Por mais que explique
não entende
Não sei o que se
passa
Eu não quero saber
O problema não é
meu
É assim que nasce,
e assim que morre.
Não arreda o pé da
sua opinião
E passa de geração para
geração.
Luís Antonio Padovani
15/05/2023
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