Um
homem sentado em um banco da Praça Rui Barbosa
Um local que se via o Bamerindus
Via o tempo passar calmamente
E a chuva caia fortemente
A ele não se incomodava
Dava a vida ganha
Quem passava nem o cumprimentava
E ele continuava ali debaixo de uma
árvore
A chuva cada minuto que passava,
aumentava de intensidade
Mesmo molhado ele não arredava do banco
Quando ela terminava, ele apreciava o
sol
O divertimento dele era passar todo o seu
tempo naquele lugar
E, o nome dele não sei
Também não tive a curiosidade de perguntar
Para mim parecia normal
Um pouco estranho
Mas, era assim que ele gostava de viver
Um homem provavelmente aposentado via a vida
passar sem nada a fazer
Gente que ia
Gente que vinha
De um canto ao outro
da cidade
Dentro e fora dos
automotores
E os namorados passavam
ali e curtia-se
Luís Antonio Padovani
07/04/20119
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