Fico
confuso e deixo a vida prosseguir
Querer
ficar louco eu não quero, então a solução e essa.
Quando
em 1974 (estudava na E. E Rodrigues Alves), em minha casa (Rua Paissandu, 568)
tive a brilhante ideia de escrever algum texto, e sabedor de que minha mãe
(professora Derli) tinha uma conta em uma papelaria (Rua José Bonifácio) para
que os seus filhos comprassem materiais escolares (régua, compasso, caderno,
lápis, borracha e outros) quando precisassem.
Não
tive nenhuma dúvida fui até lá comprei
um caderno de 96 folhas, brochuras, capa mole. Voltei para casa sentei à mesa
que era do meu pai. Coloquei o caderno e comecei a escrever até o fim das páginas
Em
2009 como estudante de jornalismo da
PUC/Campinas o professor Nelson da matéria fotojornalismo solicitou para
comprar uma maquina digital. Eu fui a procura.
Primeiro
fui à Rua José Bonifácio no estúdio do Penha. Expliquei a minha situação ele me
indicou o fotógrafo Luis, (Rua Ulhôa Cintra) e
mesmo deu o endereço do fotógrafo Márcio (Rua Padre Roque) e foi ali que
eu adquiri o objeto.desejado.
Em
2017 a professora Mônica Cristina K. Morais, na Secretaria da Educação do município interrompe-me no corredor e diz que a
professora Ana Cristina Gazotto Batista Ribeiro quer falar comigo e imediatamente fui ao seu encontro, e lá ela me mostra a
um exemplar no meu romance “Destino” e eu digo que eu tenho mais oito publicados e ela fala para eu leva-los, e assim o fiz.
um exemplar no meu romance “Destino” e eu digo que eu tenho mais oito publicados e ela fala para eu leva-los, e assim o fiz.
A
papelaria era A. Gazotto, de propriedade de sua mãe Maria.
O
maquina fotográfica é do seu ex-marido.
Luís
Antonio Padovani
03/05/2018
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