quinta-feira, 3 de maio de 2018

O que eu posso fazer

Algumas coincidências vá-lá, mas quando se repete!
Fico confuso e deixo a vida prosseguir
Querer ficar louco eu não quero, então a solução e essa.
Quando em 1974 (estudava na E. E Rodrigues Alves), em minha casa (Rua Paissandu, 568) tive a brilhante ideia de escrever algum texto, e sabedor de que minha mãe (professora Derli) tinha uma conta em uma papelaria (Rua José Bonifácio) para que os seus filhos comprassem materiais escolares (régua, compasso, caderno, lápis, borracha e outros) quando precisassem.
Não tive nenhuma dúvida fui até  lá comprei um caderno de 96 folhas, brochuras, capa mole. Voltei para casa sentei à mesa que era do meu pai. Coloquei o caderno e comecei  a escrever até o fim das páginas
Em 2009 como estudante  de jornalismo da PUC/Campinas o professor Nelson da matéria fotojornalismo solicitou para comprar uma maquina digital. Eu fui a procura.
Primeiro fui à Rua José Bonifácio no estúdio do Penha. Expliquei a minha situação ele me indicou o fotógrafo Luis, (Rua Ulhôa Cintra) e  mesmo deu o endereço do fotógrafo Márcio (Rua Padre Roque) e foi ali que eu adquiri o objeto.desejado.
Em 2017 a professora Mônica Cristina K. Morais, na Secretaria da Educação do município interrompe-me  no corredor e diz que a professora Ana Cristina Gazotto Batista Ribeiro quer falar comigo e imediatamente fui ao seu encontro, e lá ela me mostra a
um exemplar no meu romance “Destino” e eu digo que eu tenho mais oito publicados e ela fala para eu leva-los, e assim o fiz.
A papelaria era A. Gazotto, de propriedade de sua mãe Maria.
O maquina fotográfica é do seu ex-marido.

Luís Antonio Padovani
03/05/2018

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