terça-feira, 17 de outubro de 2017

Entre as linhas

No desejo de tentar se expressar sobre o processo da ex-presidente Dilma Rousseff Jair Messias Bolsonaro foi infeliz no seu depoimento.
Ele queria dizer que ela tinha que ser morta pelo torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra no regime da ditadura militar para que ela não tivesse a oportunidade de fazer o estrago que fez no Brasil ao desestabilizar-lo.
Colocar os mesmo nos trilhos da inflação (se é que foi) eu não vou entrar mérito.
É o que foi passado para mim quando o Deputado Federal do PSC ao se referir ao chefe do DOI-CODI (órgão repressor) do sistema.
Ao elogiar Ustra ao falar que ele foi um grande homem ao prender a ex-presidente, mas ele deixou de mencionar (só faltou matar).
Perdeu uma oportunidade de matá-la.
Eu não sei se foi realmente este o pensamento dele, mas foi o que ele deixou passar para mim.
Os votos dos 513 Deputados de Brasília foram a favor da abertura do processo do impedimento com o placar de 367 a favor, 137 contra, 7 abstenções e 2  ausências ,   no dia 17 de abril de 2017.
Em 31 de agosto do mesmo ano o Senado Federal aprovou a cassação com 61 votos a favor e 20 contra.
Em minha opinião deveria ter cassada a chapa por estelionato eleitoral por não deixar a economia seguir o seu ritmo natural.

17/10/2017
Luís Antonio Padovani

Nenhum comentário:

Postar um comentário