Aumentar
o salário mínimo, que deveria ser o mínimo para alguém viver, mas sabemos que
não é.
Quem
recebe tem que recorrer ao “bico”, complementar a renda.
Entrar
na economia informal.
É
a vida do trabalhador honesto brasileiro.
Com
o que ganha na carteira não dá para pagar as contas do mês. Forma assim um
circulo vicioso que é que faz as prefeituras de algumas cidades em que sobe o
salário no decorrer do ano, cujo aumento é muito pouco, se é que tem aumento.
Pedir
um aumento razoável é um direito do sindicato, mas do desejável não é o viável.
Fazer
um aumento para que quando chegar ao começo do ano seguinte não ter que
aumentar o piso em centavos ou em alguns reais para acompanhar o mínimo exigido
pela legislação.
Fazer
uma política de valorização do teto mínimo como fazem os Estados de São Paulo, Rio
Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina e o governo federal para injetar mais dinheiro
na economia, e assim a fazer ela crescer, são uma sugestão
O
que não dá para continuar é a formula de anos subsequentes aumenta o salário,
aumenta o salário mínimo, aumenta o salário.
Levar
sempre em conta a lei de responsabilidade fiscal.
Luís
Antonio Padovani
21/01/2017
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