sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

O cachorro corre atrás do rabo

Aumentar o salário mínimo, que deveria ser o mínimo para alguém viver, mas sabemos que não é.
Quem recebe tem que recorrer ao “bico”, complementar a renda.
Entrar na economia informal.
É a vida do trabalhador honesto brasileiro.
Com o que ganha na carteira não dá para pagar as contas do mês. Forma assim um circulo vicioso que é que faz as prefeituras de algumas cidades em que sobe o salário no decorrer do ano, cujo aumento é muito pouco, se é que tem aumento.
Pedir um aumento razoável é um direito do sindicato, mas do desejável não é o viável.
Fazer um aumento para que quando chegar ao começo do ano seguinte não ter que aumentar o piso em centavos ou em alguns reais para acompanhar o mínimo exigido pela legislação.
Fazer uma política de valorização do teto mínimo como fazem os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina e o governo federal para injetar mais dinheiro na economia, e assim a fazer ela crescer, são uma sugestão
O que não dá para continuar é a formula de anos subsequentes aumenta o salário, aumenta o salário mínimo, aumenta o salário.
Levar sempre em conta a lei de responsabilidade fiscal.

Luís Antonio Padovani
21/01/2017

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