Eu não tenho vergonha do que fui
Eu não tenho vergonha do que sou
Lutei, lutei
Encontrei preconceito
Não me entrguei
Sempre tive bom humor
Nunca desanimei
Procurei sempre ser honesto
E hoje estou preste a realiza um sonho
Que muitos duvidam
E provei ser verdade
Luís Antonio Padovani
Livro “Máquina” 1993
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