quarta-feira, 27 de julho de 2016

Sentir nela


Vale a pena ver de novo
Vale, recebe todos os dias as mesmas doses
A pena voa
Sinto um dó
Ver de novo as mesmas caras
Vale a pena ver de novo
É relaxante
É tranquilizante
Vale o sossego
A pena voa
Sinto satisfação
As doses são diferentes
Bem moderadas
Modernas
Modelam
Mo, um tamanho certo
Para embarcação
Venho de ônibus
Volto de ônibus
Neste vai e vem é que repouso alegre retumbante
Equilibro de um lado para outro em um barbante
Respeito é bom
Cabe em qualquer lugar
Não ocupa espaço
Todo mundo gosta
Não custa nada
É educação
De um lado cabe respeito
Do outro não
E assim caminha a vida, porque não é a morte.

Luís Antonio Padovani
26/07/2016
Pirajuí- S.P.


domingo, 17 de julho de 2016

Pensar de vez em quando faz bem

Pensamento condicionado
Reflexo condicionado
Ato condicionado
Fazer por fazer
Fazer porque está habituado
Fazer por impulso
Fazer simplesmente
Ruim muito ruim
Péssimo
Mudar de rotina é bom
Faz refletir o porquê de cada ato.
Condição si ne qua non para ter uma mente boa.

Expressão latina que quer dizer indispensável.
Luís Antonio Padovani

17/07/2016

Si ne qua non expressão latina que quer dizer indispensável

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Ser um ser criativo

Legados para a humanidade
A marca que cada um deixa para o mundo, que muda o modo de viver do resto do planeta
Plantar algo novo
Deixar o mundo melhor
Fazer algo para alguém se beneficiar
Não pensar em si mesmo
Deixar algo relevante que anos após a morte, seja lembrado
Deixar um mundo melhor que foi encontrado
Este é o objetivo de cada habitante
Deixar o mundo mais prático
Simplificar a vida do mundo
Se puder simplificar para que complicar?

Luís Antonio Padovani
14/07/2016


sábado, 9 de julho de 2016

Qualidades desnecessárias

Estressante
Irritante
Pedante
Inoperante
Insensível
Dispensável
Inútil
Insuportável
Invejoso
Insuportável
Bajulador
Recorrente
Obtuso
Inapta
Ineficiente
Indecoroso
Imutável
Arrogante
Sem nenhuma ação a não ser trabalha, receber, pegar o salário nos caixas eletrônicos.
Negligente
É um marasmo só
Estagnado
Fofoqueiro, quer saber da vida dos outros
Da casa deles não cuida
Xenófago
Desconfiado
Preconceituoso
Não sabe conviver com a diferença
Pensa que todo mundo é igual
Ainda bem que não
Se não o mundo não iria evoluir
Ultrapassado, não procura se atualizar
Tradicionalista
Vive das lembranças do passado
É um museo ao Céu aberto
Passado é imutável
Não posso fazer nada
O que passou, passou
Este é o meu pensamento
Não dos demais
Computadorizados, age como se fosse programado
Mudou o programa se perde.
Repressor, usa do bimonologo
Conservador.
Não quer idéias novas
Metódico
Auto-suficiente
Sabechão
Pensa que sabe tudo
Medroso
Faz-se de valentão, mas na hora que vê alguém mais poderoso se amedrontar.
Caluniador, fala falsidade da vida alheia
Demagogo
Aparenta de um jeito, mas na verdade é do outro
Sínico
Corrupto
Súcia
Bando
Estelionatário

Luís Antonio Padovani
09/01/2016


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Feito real

Se for algo que o seriado Kung Fu ensina é fugir da violência, ser calmo, prudente, sério, mesmo quando é atacado por alguém.
Agir com inteligência é algo comum, compreender os brutos é necessário.
A violência gera violência, pois esta é algo que deve ser evitado.
A conversa é a melhor maneira de ter um entendimento.
Muitas vezes o dialogo vira bimonologo, logo tem guerras, resultado absurdo de que é surdo, de quem é idiota.
Ignorar os ataques dos palermas é algo sensato, que parte do senso (inteligência).
Dar a outros a “bula” de alguém para que outros seja alvo de isolamento. Isto é algo que gera ódio. Menti-lo é uma atitude desprezível.
Viver perto de quem fuma maconha, cheiro cocaína, fuma cigarro e beber bebida alcoólica é uma cena comum.
Por minhas redondezas é que acontece, e por isto repito Rui Barbosa “De tanto ver triunfar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.

Luís Antonio Padovani
01/07/2016


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Para que me preocupar

Tudo que tinha acabou
Não resta mais nada além das lembranças
Algumas vezes ia para ver como estava
Dava uma olhada e saia sorrateiramente
Ia a pé
Voltava do mesmo jeito
Pedi para o meu pai construir um campo de futebol
Foram colocadas duas traves
Nunca teve um jogo
O mato tomou conta
O local foi vendido
O dinheiro colocado na poupança
O presidente Collor confiscou
Nunca vi mais o dinheiro
Nem notícia deu
Outra terra a imobiliária Globo comprou e não pagou
Como eu digo
Te tinha
Não tem mais
Acabaram-se tudo
E o que restou são as lembranças
Dentro do terreno queria construir um clube de esportes de alto padrão
Mas não resta mais nada, no momento.

Luís Antonio Padovani

27/06/2016

sábado, 18 de junho de 2016

É feita de ouro

Toque, toque
Não me toque.
Toque, toque
Não me reles.
Não me toque.
Não me reles.
Não se aproxima de mim
Não se encoste a mim
Não
Quantos não
E nenhum sim
Como eu vou fazer filhos?
Com tantas veadagens
Tão cheia de melindres
Não me toque
O que é isto?
Neurótica anônima
O meu problema não é meu
Ele é seu.

Luís Antonio Padovani

18/06/2016