sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Encarar

Porque eu
Porque eu não aquento mais porque eu
Porque eu
Porque fazer isto comigo
Como posso ser o seu amigo se no momento em que eu quero falar dos meus problemas a solução é dizer por que eu
Eu não entendo esta sua atitude
Ao invés de resolver os meus problemas, você me dá mais problemas
O mesmo pode ficar sem solução
Porque eu
Eu não compreendo
Eu quero solução
Eu não quero problemas
De problemas eu estou lotado
Para de me dar problemas
Eu não preciso mais de um
Porque eu
Porque eu
Qual é o motivo
Motiva-me para ter respostas
Facilita a minha vida
Dificuldades eu já os tenho
E tempo passa
E os problemas se renovam
E a solução!!!

Luís Antonio Padovani
24/10/2014

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Um erro não justifica o outro

Até quando eu vou ter aquentar neurose dos outros
Esta situação absurda
Enquanto eu estiver aqui em Mojimirim esta situação vai durar
Por mais que eu explique não vão me entender
Eu não consigo me comunicar. Eu não sou ouvido
Falam do meu problema
Mas o meu problema não é meu
O meu problema é dos outros
É a falta de orientação
E a falta de conhecimento
Ignorância não é o termo
Estupidez, ou idiotice, poderia ser
Eu não sei a qual
Ou os dois
Não é graduação escolar que vai resolver
A sociedade com os seus conceitos.

Luís Antonio Padovani
17/010/2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Ser uma solução

Não são caças às bruxas
Não é procurar culpados
Nada disso vão resolver os meus problemas
Tratar de procurar a solução é o melhor que se tem a fazer
Mesmo porque todos são culpados
Uns mais, outros menos
Quem viu e não fez nada
Fez dos meus problemas motivos chacota.
Os superiores que eu procurei e nada fez
Encontrar o culpado não vai resolver os meus problemas
Dar solução é a solução
A solução existe
Graças à modernidade
Então vamos a ela
E deixar os culpados para lá.

Luís Antonio Padovani
15/10/2014


sábado, 4 de outubro de 2014

Um jogo bem disputado

A briosa jogou contra  a lusa um jogo entre Portuguesas no estádio  Ulrico Mursa.
A contenda entre os times da colônia  portuguesa  nesta quarta-fera às 21h40.
Uma partida que valia a permanência  de ambos na séria A do campeonato brasileiro, terminou no empate de 4 a 4.
Um jogo com muitas alternativas no placar. O primeiro zero do placar saiu  com um gol de Arouca , meia do time praiano
A equipe da capital demorou  para reagir
O time de São Paulo só foi acordar para o jogo quando estava 3 a 0 para a equipe santista.
Com gols de Lucas, Mateus e João o time da lusa conseguiu empatar em vinte minutos em alguns descuidos do time de Santos.
Com as alterações da equipe da Baixada Santista Jaime no lugar de Ricardo, Bruno no lugar de Henrique o time comandado por Celso Rusch fez o quarto gol.
Em um momento de sorte o jogador Pedro fez o gol da equipe da capital dando números finais ao placar
A contenda foi realizada no estádio da Briosa foi pequeno para o público de 14.008 torcedores testemunhas do espetáculo.
O treinador  da Portuguesa Santista é  Mário Sergio Pontes de Paiva.

Ficha técnica

Portuguesa de Desportos                                          Portuguesa Santista
                                                                                 
Jaime                                                                          Anderson
Lucas                                                                         Ricardo (Lucas)
Carlos André                                                             Maicon
Gracindo                                                                   Silvio
Mateus                                                                                  Arouca
Carboni                                                                      Celso
Veloso                                                                       Alison
João                                                                           Henrique (Bruno)
Pedro Paulo                                                               Tadeu
Lauro                                                                         Lima
Caio Vicente                                                             Leonardo

Técnico Mário Sérgio Pontes de Paiva                      Técnico Celso Rusch
ArbitroTeodoro Marcos
Auxiliares Giovane  Matos
Data 08/11/2023Padovani

Luís Antonio Padovani
02/10/2014

E tudo continua da mesma mane

I

Não me reles
Não me toques
Deixa-me em paz
Se é  que você sabe o que é paz
Eu não quero nada com você
Mulher nenhuma quer algo com você
Você é um nada
Nunca será um alguém
Sempre vive às sombras de ágüem
Não me reles
Não me toques
Eu sou cheia de neuroses
E você é um louco
Você é só
Sempre será só
Quando você se aproxima de uma roda alguém da roda diz para você se retira
Diz para outro alguém da rodinha você é um desmancha rodinha
Só, somente só é o que você vai ser
Somente porque você não toma cerveja
Você não quer se misturar com os outros
Você não é sociável
Você não sustenta filha dos outros
Você é persona non grata
Não me reles
Não me toques
Deixa-me em paz
Você é um ninguém
Nunca será alguém

II

E assim mesmo que um epiléptico é tratado em uma sociedade alcoólatra
O preconceito não é somente de gênero, e cor é também de outras naturezas
E isso  porque vivemos em uma sociedade politicamente correta
E imagina se não  fosse assim
É melhor nem imaginar

Luís Antonio Padovani
24/09/2014

Parcialidade

Cerveja
Vê se você veja
Vê um ser vejo
Cerveja
O que o intolerante faz
Se é que vê outro ser
Ou somente vê a cerveja
Sem cerveja não existe um ser
Ser com sem veja ser
Um ser, um ser é um ser
Veja como pode ser
Veja um instante
Ser  considerado um ser
Cerveja nada mais, nada menos que um ser cerveja
Um Deus invisível
Um Deus visível
Um Deus
Nada disso
Mas é tratada como tal
De tanto eu ouvir cerveja eu aconselho
Enfia a cerveja na onde quiser
Não me encha o meu o que quiser
E vai tomar no onde quiser
Eu não sei como há pessoas assim, mas existem
O que eu posso fazer
De tudo que eu fiz
E nada adianta
É porque se fazem de cegos, mudos e deficientes intelectuais
Fingem que não são com elas
Fingem que não acontece nada
Vivem na cerveja
Vivem na ilusão
Vivem em um mundo particular que somente existe aqui
E por isso que eu digo quem é inteligente vai  procurar outras bandas
Que  por essas bandas não nasce nem tiririca
Se nascer um líder, esse líder é morto, pois ele incomoda muita gente
Para ser um ser é preciso ser ou ter na mesa cerveja.

Luís Antonio Padovani
21/09/2014

Mentiras do dia-a-dia

Eu não estou aqui para julgar alguém
Muito menos para ser julgado como eu sou
Eu  não sou  o dono do mundo
E nem quero ser
E eu também jamais iria conseguir uma proeza desta
O mundo é muito grande
E eu não daria conta do recado
Falar  todas as línguas e dialetos do mundo é humanamente impossível
Muito menos conhecer todo mundo
O mundo tem muita gente a minha existência na Terra não daria tempo para tanto
Conhecer algumas pessoas do meu mundinho é o que da para fazer
Essa história de alguém falar que todo mundo me conhece é uma grande mentira
Eu não sou tão famoso assim
O meu IBOPE não está tão representativo assim.

Luís Antonio Padovani
23/09/2014