segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

É algo espontâneo

Em minhas andanças por Mojimirim eu reflito nas situações que a vida me põe
Nestas reflexões eu chego à conclusão que escola não ensina tudo que é necessário para viver
E que algumas coisas têm que se aprender sozinho
Nem tudo é impresso
Na verdade eu vos digo a associação de ideias e a leitura do não escrito é algo individual
O professor ensina o que está escrito em negrito, mas não ensina ler o que está no espaço em branco.
Aprender com se lê um texto com o olhar crítico não é tarefa do professor, mas sim do aluno.
Mesmo porque seria injusto botar tudo nas costas do professor, o aluno tem se virar também.
Peças fundamentais para se ter uma vida social relacionar os fatos, ler um texto não escrito e associação de ideias.
Fundamentais para não ser levado a primeira impressão, ou ao primeiro profissional.
Julgar aquilo que ouve e aquilo se vê
Pensar o que é estranho e o que é normal para não ser levado por algumas pessoas.
Fazer valer os sentidos olhar, tato e ouvido.
Paladar e olfato são algumas vezes desnecessários ou muitas vezes são estranhos para ser usados.

Luís Antonio Padovani
01/01/2013

Se o se jogasse

Imagino a minha vida em Pirajuí
Seria uma vida igual à maioria
Eu seria um técnico em contabilidade
Iria trabalhar em um escritório de contabilidade
Ou teria o meu
Ou eu iria trabalhar em uma firma com técnico em contabilidade
Iria fazer viagens nacionais e estrangeiras
Os nomes dos meus livros seriam: Minha viagem em Istambul, minha viagem no Cairo, minha viagem em Cannes, minha viagem em Frankfurt, minha viagem em Viena, Minha viagem em Roma,, minha viagem em Amsterdã, minha viagem em Milão, minha viagem em Hamburgo, minha viagem em Berlim, minha viagem em Boom, minha viagem em Paris, minha viagem em Londres, minha vagem em Pequim, minha viagem em Cabul, minha viagem em Atenas, minha viagem no nordeste brasileiro, minha viagem em Blumenau, minha viagem em Salvador, minha viagem Gramado, minha viagem nas Serras Gaúchas.
Ou se nada tivesse publicado
A minha vida seria
Ter casado
Constituir uma família
Ter filhos
Ter netos
Ser sócio de um clube de tênis
Ser ciclista
Ser nadador
Ser tenista
Iria construir um patrimônio
Iria me aposentar
Iria leva uma vida interiorana
E se não tivesse publicado nada quando da minha morte a minha mulher iria encontrar as minhas poesias e espantada ela diria o meu marido era um poeta e nada me contou
Realmente o meu marido me surpreende
E agora o que vou fazer com tudo isso?
Mas como  o se não joga fica somente na hipótese.

Luís Antonio Padovani
31/12/2012

Ai, ai, ui, ui, é assim que é a vida.

Os mojimirianos nunca me ajudaram em nada
Sempre tentaram tirar algo de mim
E também  eu não vou ajudar nenhum mojimiriano
Porque a única coisa quem sabem fazer é de se passar de coitado
Reclamar de tudo, perturbar todo mundo e dizem para os quatro ventos  que são simpáticos
Se for algo que eu não quero ouvir é de reclamações
Se for algo que me irrita alguém falar de doenças o dia todo
Eu não estou louco não
A única coisa que eu não quero e que eu tenho bastante é de problema
Eu quero resolver os meus
E vê se pode
Vem alguém  para trazer mais
Dá um tempo ai para mim forro
Dá um tempo que eu preciso descansar

Luís Antonio Padovani
31/12/2012

sábado, 29 de dezembro de 2012

Em minha defesa

Exijo a prisão das seguintes pessoas Tânia Magalhães Andrade diretora da EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) “Geraldo Alves Pinheiro” Ana Lucia Bueno Perruchi (diretora do DEC) (Departamento de Educação e Cultura) atualmente DED (departamento de Educação), Suzete Fátrima  Rodriguês de Moraes (chefe do departamento do RH (Recursos Humanos) e do senhor Henrique Donatti Gragnonello, encarregado do setor na época).
Por ter sofrido acidente do trabalho em mil novecentos e noventa e três, (1993) e ido ao médico ortopedista Nelson Assis de Melo e aparentemente o problema ter sido resolvido.
No entanto decorrido dois meses o pé direito foi desabado e novamente eu fui ao referido médico com raio X do diagnóstico ele diagnosticou que não havia nada que não havia nada mesmo com dificuldade para caminhar a perna direita eu a arrastava ela atrás e a esquerda a frente com um diagnóstico do ex-prefeito e médico Paulo Silva ditou que eu estava com varizes (sem nenhum exame) somente no olhar do meu andar e sem escutar o que eu dizia e o tornozelo esquerdo saiu do pé e passou para a perna.
Com a s duas pernas abertas para andar, com a coluna torta e com um andar desengonçado.
Em agosto de dois mil e dois (2002) fui ao médico ortopedista citado para e com todos os problemas ele dizia que não tinha nada e todas as vezes que eu tentava mostrar a situação ele me dava atestado para que me afastasse sem olhar o que realmente eu tinha (ele não saia da cadeira) e cansado de tirar licença entrei no protocolo da prefeitura para obter a licença sem remuneração e que eu não fui comunicado da avaliação da prefeitura.
O médico do trabalho da prefeitura de Moji Mirim estado de São Paulo Marco Antonio de Oliveira Lima não teve atitude nenhuma quando eu marcava consulta para avaliação e todas às vezes que ia procurar solução ele me dizia que para que eu procurasse o meu irmão médico urologista Henney Padovani Júnior com essa atitude de desprezo ele nem perguntava qual era o meu problema.
A diretora da Escola Municipal de Ensino Básico Geraldo Alves Pinheiro escreveu uma redação que diz que eu não ia ao serviço por não querer trabalhar, fato conhecido mais tarde dito pelo Diretor da EMEB Prefeito Adib Chaib Marcel Henrique Sarturchio recomendações para ir ao médico vascular Palhares devido ao esquecimento eu não fui e o desejo de saber qual era o médico recomendado por ele (Dr. Paulo) saiu pela Praça Rui Barbosa sem êxito em encontrá-lo.
A médica cardiologia Cristina de Falco também me avisou eu não fui.
No ano de dois mil e dois quando eu trabalhava o museu Presidente João Theodoro, localizado no centro cultural Professor Lauro Monteiro de Carvalho e Silva a professora Tânia levou para a escola ao qual ela era diretora.
O meu problema com as pernas ainda existia.
No meio do caminho para ir ao trabalho em frente à guarita da “Escola Estadual Pedro Ferreira Alves” eu torci o pé esquerdo eu fui mesmo assim ao trabalho ao chegar a casa eu pus uma sacola de plástico com gelo e no dia seguinte eu fui para o trabalho.
No entanto o problema não se resolveu e o osso do tornozelo n a época do acidente eu fui várias vezes à Escola do bairro do Linda Chaib e eu disse na presença  da secretária Tereza que o meu médico ortopedista Nelson Assis Melo havia diagnosticado que eu estava co artrose nos dois  e por mais que eu queria mostrar o osso do tornozelo  estava pendurado na perna esquerda ele se quer ia olhar mesmo com o convenio da UNIMED.
Em dois mil e quatro o diretor da Escola Municipal Prefeito Adib Chaib Marcel Henrique Scartucci levou-me para trabalhar com ele.
No ano do acidente de dois e dois a época que eu fazia caratê o sansei Victor Luis Manine viu o meu problema com as duas pernas e deu o telefone do massagista que trabalhava na chácara São Marcelo Sergio para resolver o meu problema.
Com um telefonema do meu telefone móvel 97400024 para o massagista para o seu celular 97722798 quando a diretora Tânia e a secretaria Tereza eu relatei a elas todos os meus problemas sem nenhuma ação de ambas eu fui avisado para ir no sábado em seu serviço e por gelo em cima do osso e assim eu fiz
.           O massagista Sergio mandou para que eu fosse ao médico e assim eu fui ao médico ortopedista Nelson Assis Melo e ele não quis fazer raio X.
            Eu fui a vários ortopedistas na Santa Casa de Moji Mirim e todos queriam tirar o raio X
            Na época que eu fui à Santa Casa as duas pernas estavam uma afastada da outra em um andar totalmente desajeitado.
            Chamado ao departamento educação em dois e dez eu fui transferido para CEMEI do jardim Paulista> Eu fui à sede da mesma no bairro da Santa Cruz e eu avisei a diretora Rosa das minhas pernas.
No dia seguinte eu fui trabalhar e a vice-diretora Adriana  Rosa  dos Santos colocou-me para lavar esterco e quando em quando eu ia à área do bosque para colher os galhos no chão para não ter o problema com alunos em se ferir um no outro.
Eu jogava o entulho no lado de fora da escola
Uma vez por semana eu desentupia bueiro para não ter problemas com a água parada.
Pedido para ir à psicóloga Maria Rita R da Silva e uma conversa entre paciente profissional ela me deu alta e disse que eu sou assertivo.
Marcel Henrique Scartucci em um dia pediu para que eu fosse a diretoria conversar com ele, e assim eu fui. Ele pediu para eu mostrar as minhas pernas e ele assim o fez e no diagnóstico dele dize que eu não tinha nada ele fez prática exercício ilegal da profissão de médico e assim em uma de suas atas assinada por mim.
Por mais que eu fosse mostrar para a Suzete, Henrique, Ana Lucia Perucci e a Tânia eles não queriam me ajudar.
Eu tenho uma perna sem safena por motivos de acidentes que eu tive na prefeitura e operado das varizes pelo medico vascular  Adolfo Paliares Mateus Rodriguês
No Ano de dois e onze da escola Edna Choqueta a diretora disse para que eu fosse ao departamento de educação e fui ficar a disposição.
O diretor de transporte Zibord conhecido do tempo de estudante via a minha ociosidade e colocou-me para trabalhar no transporte onde eu estou até hoje./

Luís Antonio Padovani
22 de março de 2012



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Cegueira e surdez social

Porque todas às vezes que peço socorro às pessoas omitem socorro?
Porque as pessoas dificultam tudo para mim?
Porque as pessoas não abrem caminho para mim?
Porque as pessoas fazem as coisas tornarem mais difíceis do que normalmente são?
Porque as pessoas insistem em me tratar como eu fosse um idiota?
Porque as pessoas insistem em dizer que eu sou um inútil?
Porque as pessoas insistem em fazer aquilo que não dá certo?
Alguém poderia me dizer por que os assuntos não se tornam mais fáceis?
Porque a minha família parece ser mais uma piada do que uma família?
Porque ninguém facilita as coisas para mim?
Muito pelo contrario dificultam
Eu peço ajuda para a guarda municipal, para a brigada de incêndio, para a policia militar para os meus diretores, para o medico do trabalho da prefeitura.
E tudo fica como peixe na água, nada.
É aí que tudo para
Eu tenho em contrapartida a omissão de socorro
Porque as pessoas querem agravar a minha saúde
É duro o preconceito se for partir da família pior ainda
Eu tenho ataque epiléptico e daí não impede o meu desempenho no trabalho eu tomo droga para evitar os desmaios.
Aqui em Moji Mirim é assim.

Luís Antonio Padovani
28/12/2012

Nas notícias

Ao vivo porque não é ao morto
Eu tenho uma ideia porque não colocar reprise ou gravado em minha tela
Reprise seria para aquilo que já foi noticiado
Gravado seria para aquilo que é apresentado pela primeira vez, mas que não no momento da apresentação.
Quando eu assisto à televisão eu me pergunto
E eu não consigo encontrar resposta
Facilitar a vida do telespectador é uma boa ideia para todos
Colocar exatamente aquilo que é, é dizer a verdade.
Ou como eu digo o telespectorante tem o direito de saber o que acontece diante do seu aparelho.

Telespectorante palavra criada por mim

Luís Antonio Padovani
27/12/2012