Exijo a prisão
das seguintes pessoas Tânia Magalhães Andrade diretora da EMEI (Escola
Municipal de Educação Infantil) “Geraldo Alves Pinheiro” Ana Lucia Bueno Perruchi (diretora do DEC) (Departamento de Educação e Cultura) atualmente DED
(departamento de Educação), Suzete Fátrima Rodriguês de Moraes (chefe do departamento do RH (Recursos
Humanos) e do senhor Henrique Donatti Gragnonello, encarregado do setor na época).
Por ter sofrido
acidente do trabalho em mil novecentos e noventa e três, (1993) e ido ao médico
ortopedista Nelson Assis de Melo e aparentemente o problema ter sido resolvido.
No entanto
decorrido dois meses o pé direito foi desabado e novamente eu fui ao referido
médico com raio X do diagnóstico ele diagnosticou que não havia nada que não
havia nada mesmo com dificuldade para caminhar a perna direita eu a arrastava ela
atrás e a esquerda a frente com um diagnóstico do ex-prefeito e médico Paulo
Silva ditou que eu estava com varizes (sem nenhum exame) somente no olhar do
meu andar e sem escutar o que eu dizia e o tornozelo esquerdo saiu do pé e
passou para a perna.
Com a s duas
pernas abertas para andar, com a coluna torta e com um andar desengonçado.
Em agosto de dois
mil e dois (2002) fui ao médico ortopedista citado para e com todos os
problemas ele dizia que não tinha nada e todas as vezes que eu tentava mostrar
a situação ele me dava atestado para que me afastasse sem olhar o que realmente
eu tinha (ele não saia da cadeira) e cansado de tirar licença entrei no
protocolo da prefeitura para obter a licença sem remuneração e que eu não fui
comunicado da avaliação da prefeitura.
O médico do trabalho da prefeitura de Moji Mirim estado de São Paulo Marco Antonio de Oliveira Lima não teve atitude nenhuma quando eu marcava consulta para avaliação e todas às vezes que ia procurar solução ele me dizia que para que eu procurasse o meu irmão médico urologista Henney Padovani Júnior com essa atitude de desprezo ele nem perguntava qual era o meu problema.
A diretora da
Escola Municipal de Ensino Básico Geraldo Alves Pinheiro escreveu uma redação
que diz que eu não ia ao serviço por não querer trabalhar, fato conhecido mais
tarde dito pelo Diretor da EMEB Prefeito Adib Chaib Marcel Henrique Sarturchio recomendações para ir ao médico vascular Palhares devido ao esquecimento eu não
fui e o desejo de saber qual era o médico recomendado por ele (Dr. Paulo) saiu
pela Praça Rui Barbosa sem êxito em encontrá-lo.
A médica
cardiologia Cristina de Falco também me avisou eu não fui.
No ano de dois
mil e dois quando eu trabalhava o museu Presidente João Theodoro, localizado no
centro cultural Professor Lauro Monteiro de Carvalho e Silva a professora Tânia
levou para a escola ao qual ela era diretora.
O meu problema
com as pernas ainda existia.
No meio do
caminho para ir ao trabalho em frente à guarita da “Escola Estadual Pedro
Ferreira Alves” eu torci o pé esquerdo eu fui mesmo assim ao trabalho ao chegar
a casa eu pus uma sacola de plástico com gelo e no dia seguinte eu fui para o
trabalho.
No entanto o
problema não se resolveu e o osso do tornozelo n a época do acidente eu fui
várias vezes à Escola do bairro do Linda Chaib e eu disse na presença da secretária Tereza que o meu médico
ortopedista Nelson Assis Melo havia diagnosticado que eu estava co artrose nos
dois e por mais que eu queria mostrar o
osso do tornozelo estava pendurado na
perna esquerda ele se quer ia olhar mesmo com o convenio da UNIMED.
Em dois mil e
quatro o diretor da Escola Municipal Prefeito Adib Chaib Marcel Henrique
Scartucci levou-me para trabalhar com ele.
No ano do
acidente de dois e dois a época que eu fazia caratê o sansei Victor Luis Manine
viu o meu problema com as duas pernas e deu o telefone do massagista que
trabalhava na chácara São Marcelo Sergio para resolver o meu problema.
Com um telefonema
do meu telefone móvel 97400024 para o massagista para o seu celular 97722798
quando a diretora Tânia e a secretaria Tereza eu relatei a elas todos os meus
problemas sem nenhuma ação de ambas eu fui avisado para ir no sábado em seu
serviço e por gelo em cima do osso e assim eu fiz
. O
massagista Sergio mandou para que eu fosse ao médico e assim eu fui ao médico
ortopedista Nelson Assis Melo e ele não quis fazer raio X.
Eu
fui a vários ortopedistas na Santa Casa de Moji Mirim e todos queriam tirar o
raio X
Na
época que eu fui à Santa Casa as duas pernas estavam uma afastada da outra em
um andar totalmente desajeitado.
Chamado
ao departamento educação em dois e dez eu fui transferido para CEMEI do jardim
Paulista> Eu fui à sede da mesma no bairro da Santa Cruz e eu avisei a
diretora Rosa das minhas pernas.
No dia seguinte
eu fui trabalhar e a vice-diretora Adriana Rosa dos Santos colocou-me para lavar esterco e quando
em quando eu ia à área do bosque para colher os galhos no chão para não ter o
problema com alunos em se ferir um no outro.
Eu jogava o
entulho no lado de fora da escola
Uma vez por
semana eu desentupia bueiro para não ter problemas com a água parada.
Pedido para ir à
psicóloga Maria Rita R da Silva e uma conversa entre paciente profissional ela me deu alta
e disse que eu sou assertivo.
Marcel Henrique Scartucci
em um dia pediu para que eu fosse a diretoria conversar com ele, e assim eu
fui. Ele pediu para eu mostrar as minhas pernas e ele assim o fez e no
diagnóstico dele dize que eu não tinha nada ele fez prática exercício ilegal da
profissão de médico e assim em uma de suas atas assinada por mim.
Por mais que eu
fosse mostrar para a Suzete, Henrique, Ana Lucia Perucci e a Tânia eles não
queriam me ajudar.
Eu tenho uma
perna sem safena por motivos de acidentes que eu tive na prefeitura e operado
das varizes pelo medico vascular Adolfo Paliares Mateus Rodriguês
No Ano de dois e
onze da escola Edna Choqueta a diretora disse para que eu fosse ao departamento
de educação e fui ficar a disposição.
O diretor de
transporte Zibord conhecido do tempo de estudante via a minha ociosidade e
colocou-me para trabalhar no transporte onde eu estou até hoje./
Luís Antonio
Padovani
22 de março de
2012