Livro Q Dê Sete
O autor Luís Antonio faz um apanhado de sua obra.
Ele publica neste livro poemas editado pelo editor João
Scortecci inéditos datado de janeiro de mil novecentos e oitenta e três a mil
novecentos e noventa e seis.
Na obra há o poema “Uma coisa imaginária”. Ele retrata a vida
noturna de Mojimirim, na Rua Conde de Parnaíba, centro próximo a residência onde
morava.
Relata com fidelidade todas as frases ouvidas por ele nas
conversas com os travestis.
Fez no texto a expressão idiomática “bichona-gay,
propositadamente para dar coesão no texto.
O neologismo feito de uma maneira despreocupada com a língua,
pois a sonoridade para Padovani é importante.
Usar a criatividade é uma marca do autor.
Poema para Solange
Neste livro publicado pela gráfica e editora Nosde em mil
novecentos e noventa e sete Padovani conta o envolvimento seu com Solange.
Os textos são uma antologia dele mesmo com as datas de mil
novecentos e oitenta e três a mil novecentos e noventa e sete com destaque para
o último ano.
O autor expõe as angustias emoções, se despe de todas as
preocupações em rela cão a sociedade.
Notadamente ele deixa a sua digital.
Onde mora o seu
preconceito
Na própria capa é um poema concreto feito propositalmente
com um celebro em volta o título do livro em forma de circulo.
Padovani conta-nos a sua vida com nome dos personagens
trocados, exceto no texto Quem é incompetente. nos nomes das cidades são fictícios,mas
dos personagens são reais.
Nele são reveladas as relações pessoais com seus superiores
e a omissão de socorro.
Texto de autoria dos anos mil novecentos e oitenta e três a dois
mil e doze compartilha sua aptidão de contar histórias em forma de poemas e
dissertativo.
Dar à cara a tapa é uma marca registrada.
Jamais preocupado com quem vai dizer ou não.
Faz uso de neologismo algo que Padovani faz com muita naturalidade.
Não faz uso de rimas, pois pensa ser inútil.
03/04/2016