quinta-feira, 4 de junho de 2015

É fácil não

O mundo imagético é perfeito
Problemas não existem
Somente existe a felicidade
Mas...
O mundo não é assim
Mas algumas pessoas insistem em viver no mundo perfeito
A vida se resume em
Trabalhar
Ganhar
Ir ao caixa eletrônico
Pagar as dívidas
E tudo está certo
Olhar para o próximo para ver se precisa de ajuda
Para que!
O próximo não paga as minhas despesas
Se o próximo tiver algum problema ele é que resolve
Ou então seus parentes
Pai, mãe, irmão, irmã, esposo, esposa
E se tiver primo, prima, tio, tia, avô, avó, sobrinho, sobrinha, cunhado, cunhada, e outros parentes se tiverem
Se não tiver o problema não é meu
Isso porque é a vida
Porque não é a morte
Pois o mundo se resume em si mesmo

Luís Antonio Padovani
04/06/2015

domingo, 24 de maio de 2015

Para falar a verdade

I

Amar, muito se fala
Pouco se faz

II

Amar é um verbo
Para quem acredita é concreto
Para a gramática abstrato
Longe de dessa polemica
Letristas escrevem
Músicos fazem armonia
Poetas, novelistas, romancistas e o escambal a quatro escrevem
Nada modifica
Fica como está
Não existe uma receita pronta para amar
Ama-se e pronto

III

Amar verbo intransitivo
O amor é eterno enquanto dura
Poetas notáveis escreveram
Tornaram seus livros e poemas eternos
Amar é de graça
Senão for de graça interesse
Se for por interesse é amor ao dinheiro

Luís Antonio Padovani
escambal a quatro expressão idiomática que quer dizer etecetera ou outros

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Como explicar

Deu zica
Um erro ao falar
Escrever tudo bem
Falar requer muitas explicações
Pois pode dar confusões
Deu Zika
É grave
Muito embora não letal
Não é nada bom
Um vírus primo da dengue
Parente do chikungunya
Muito mais amena do que seus parentes
Cuidado ao falar
Prestar muita atenção
Como falar
Para quem falar
Quando falar
Deu zica
É melhor falar deu zebra, ou errado
Deu zika
Eu não que nem pensar
Mas se der ao médico irei.

Luís Antonio Padovani

15/05/2015
Poema publica no livro Arco-íris
 Página 120
Editora lxtlan
Cidade São Paulo
Ano 2015

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Fato ou ilusão

Viajar na maionese
Viajar no catchup
Viajar na mostarda
Uma linguagem estranha
Viajar
Viajar para o mundo da lua
Viajar para longe sem sair do lugar
Viajar para o mundo virtual sem estar no facebook
Sair da realidade
Não estar na idade real
Estar em outro tempo
Colocar a imaginação para funcionar
Viajar para o mundo imagético
Fazer em um passo de mágica uma imagem irreal
Um mundo real
Estar no mundo autista sem ser
Viajar.

Luís Antonio Padovani
08/05/2015

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Origem desconhecida

Deixa disso
Deixa daquilo
Neurose não leva a nada
Neurose mexe com os nervos
Deixa sempre alguém irritado
A neurose tem dois tipos
Uma para quem faz mal para quem a possui, mas faz mal
Fazer mal para si mesmo e para um outro alguém, para que?
A neurose pode ser um detalhe de alguém
Pode até não fazer mal para quem a tem, mas trás repugnância, desconforto
Ela certamente tem uma origem
A neurose pode ser maléfica para alguém, ou para si mesmo
Ela pode levar à morte
Se ela for transformada em obsessão, deixa alguém cego até para o acontece bem perto
O problema pode evidente, mas o que
Enxergar?
De jeito nenhum
A obsessão é tanta que por mais grave que ela seja o problema, ele não existe
A neurose só faz mal
Ou faz ma para si mesmo
Ou faz mal para outra pessoa
De qualquer modo a neurose faz mal
Seja qual for uma neurose ela tem sempre uma origem.

Luís Antonio Padovani
01/05/2015

terça-feira, 21 de abril de 2015

Solução

A solução dos problemas não está em procurar os culpados, mas em procurar a solução
O que foi, foi
Não tem mais volta
Então porque procurar um Judas?
Essa atitude não entra em minha cabeça
Mesmo porque na vida é para frente que se anda
Olhar para o retrovisor da vida somente se for para fazer
 uma analise profunda
Remoer o passado não vai mudar em absolutamente em nada
Corrigir os erros, isso sim muda algo
É a partir dos acertos dos erros do passado que pode nascer uma grande solução
Pequena ou grande
Depende da visão de cada um.

Luís Antonio Padovani
21/04/2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Vida,minha vida

Irmão?
O que é irmão?
Essa é uma pergunta que eu não encontro resposta
Eu nunca tive
Eu nunca tive uma família
Eu nunca tive uma mãe
O que eu tive foi alguém  preocupada em colocar alguém  dentro  de uma escola para que a mesma não fechasse
Um pai ausente por preferir estar entre os amigos, mas na hora de que eu precisasse de um apoio ele estava lá para sanear a minha dificuldade
Quando o meu homônimo Urias Xamã Thor foi ao banco Bradesco e retirou a importância de CR$ 100.000 (cem mil cruzeiro) com o consentimento da caixa e por esse ato ela foi embora
O meu pai Arthuro Thor foi ao banco, conversou com o gerente e o dinheiro estava em minha conta poupança na tarde do dia seguinte que ele dialogou comigo (na noite anterior)
Eu sempre fui alguém isolado do mundo
E que tudo aconteceu comigo por nunca ter uma família
A ocasião faz o ladrão
Apesar de eu não acreditar em ditado popular por analisá-lo friamente. Esse eu concordo
Esse ditado é para todas as ocasiões
É assim que Uriâs  Xamã Thor pensa por nunca ter soluções  para seus problemas para ele, ele sempre um depósito  escolar , que foi colocado dentro da mesma quando alguém se aposentou
Do depósito foi tirado um material do estoque
Uma peça que alguém precisa
Um ser sem nenhum sentimento
Um alguém
Um ser que não sente nada
Um nada
Um ninguém
Ou um alguém que vale menos do que um ovo de páscoa
Pois o seu irmão o urlogista Arthuro Thor Filho, da cidade de Siamental
Uma tola cidade que tem ciúmes de quem tem algo especial, e uma cidade preconceituosa
Em que atormenta Uriâs  para beber bebida alcoólica , e que pensa ser anormal quem não bebe
As tias por parte da mãe que levou ele a sério, e que sempre diziam as mesma palavras
Nunca o ouviu
A tia gêmeas sempre falava par Uriâs quando ele desejava conversa com ela para ter uma solução para os seu problemas, respondia a ele
Se vira que não é quadrado.
Por mais que Uriâs se esforçasse  em dizer que não era bem aceito pela comunidade de  Siamental  e movido por ódio, desprezo, insensibilidade, inveja
Nunca aceitou os seus problemas
E em todos os lugares em que alguém o encontrava dizia a ele que Zoé Filipa Hadassa Thor, professora Pebe I e pebe II, fora a sua professora
Uma cidade que nunca ofereceu  uma oportunidade  para que ele desenvolvesse  o seu potencial , por ter ele freqüentado  a APAE  para fazer tratamento do ataque epiléptico  fruto de um erro  médico da cidade de Siamental.
Uma vida feita com muita dificuldade por esse motivo
Assim que Uriâs saiu da APAE foi matriculado em uma classe especial da escola Dona Sinhazinha e no ano seguinte foi para uma classe normal  para a escola Dr. Oscar Rodrigues Alves, onde foi recepcionado com uma roda de pessoas no campo de terra de futebol, cuja roda deu-lhe a maior sura, pois ele não sabia se defender
Que Uriâs Xamã passou ali até o quarto ano sem nenhuma amigo que podesse convidá-lo para jogar futebol, cujo esporte praticava em Benevides, onde só recebeu  atenção
Onde participava normalmente das atividades sociais
Onde foi matriculado em uma escola normal com quatro anos, participava de todas as atividades da classe sem problema, não era rejeitado por nenhum membro
Onde brincava de carrinho de rolimãs na chácara Cantinho do Nono de seu avô Benício Hadassa, onde sua mãe morava com a sua tia Hana Hadassa onde tem uma subida à Rua Riachuelo onde ele descia sobre um pneu que sempre estava na garagem de seu avô materno, um viajante de cortiça rua que é cortada por um rio, onde havia uma ponte.
Uma criança feliz que tinha amigos, um time de futebol feito pelas próprias crianças da Rua Riachuelo
Seu tio Niall Otto Hadassa, médico zeloso
Quando Uriâs foi pisoteado em um campo de futebol de areia no bairro Vila Guilhermina, e quando voltou para a Chácara ficou deitado no sofá da sala de visitas da casa, e quando o seu tio médico o viu logo o levou para a Santa Casa de Benevides e a unha do pé direito foi tirada e a sua saúde restabelecida
Quando Uriâs voltou para Siamental foi morar junto com seu irmão, irmã e mãe com o seu pai à Rua Cônego Orestes Ladeira, começou todos os seus problemas
 Arthuro Thor tinha uma transportadora, a sua secretária obrigou Uriâs subir o Kit da cozinha de sua casada dele, situada de frente da transportadora, que resultou na quebradeira da lousa, copos, pois ele era menor que o móvel e quando subiu no kit da cozinha derrubou quase tudo que tinha de sua mãe
E os anos passaram e as dificuldades aumentaram
Quando foi matriculado na escola Monsenhor Nora era posto de lado, e quando procurava se relacionar, quanto tentava chegar pegar perto  de uma roda o lide da roda dizia  que time teu
Quantas masturbações você dá
Quem te masturba
Coisas de pessoas idiotas que se tornavam mais idiotas de acordo com o tempo
Uma sociedade de antena receptora, pois só repete o que os outros falam
Uma sociedade sem nenhuma criatividade onde Uriâs criava e os demais membros da sociedade reproduzia, e que suas expressões viraram no mínimo nacionais
Um povo tão tolo que se chama de otário
Ele sempre teve dificuldade para se relacionar com as mulheres por não ingerir bebida alcoólica
Matriculado na escola Pedro Ferreira Alves foi obrigado a subir no teatro localizado no pátio para ser ridicularizado por seus colegas de classe
Uriâs Xamã Thor nunca quis morar em Siamental
Em Benevides retornou e na cidade Legalina fazia cursinho Prevê Objetivo
Quando estava na sala de aula dele surgiram de repente três garotas e uma delas pediu para que ele fizesse uma poesia para elas, e isso foi feito
Na cidade natal de sua mãe praticou tênis de quadra e aprendeu datilografia
Uriâs Xamã Thor nunca quis morar em Siamental
Sempre queria voltar para Benevides onde passava as sua férias escolares, e jogava futebol  com seus amigos
Siamental, uma cidade de alcoólatras  e maconheiros onde só vinga quem é viciado Uriâs Xamã Thor queria voltar para Benevides
Fazer cursinho na cidade vizinha de Legalina, onde também fez teatro com um professor de física, onde foi intimado a fazer poesia para três colegas de ônibus, e assim ele fez
Prestar vestibular para ITE, no curso de economia
Não foi aprovado
Voltou para Siamental
Fez  curso de computador em Algomaz, cidade vizinha a Siamental
Tentou sem êxito  fazer amizades ao se matricular na Academia Stética, onde praticava ginástica aeróbica e musculação
Neste local havia uma garota que quando o via fazer musculação procurava ficar sempre a sua frente para se exibir e os colegas da academia sempre dizia a ele que ela estava a fazer corte.
Ele sabia que era mentira, pois nas andanças pelas danceterias à noite sempre a encontrava nos braços de outro
Neste local não obteve atenção
Tinha sempre um rapaz a ironizá-lo por ele chegar sempre em ultimo lugar na corrida do Bairro da Santa Cruz
Um fulano dessa academia sempre o perturbava ao dizer que a vontade dele era sempre pisar em cima de Thor
Sempre um atleta quando morava à Rua Paissandu, corria pelas ruas da cidade até chegar ao Horto Florestal, onde dava vinte voltas em torno do campo de futebol, e para completar fazia quatrocentos abdominais
Um alguém um dia o desafiou para jogar xadrez, cuja partida foi vencida por Uriâs, por esse resultado deixou irado o oponente
Uma sociedade de deficientes intelectuais, visuais e auditivos
Mesmo que os problemas de Uriâs fosse visível
Siamental não via
Não tomava nenhuma providência
Deixava piorar
O seu pai já morto
O seu irmão, a sua Irmã, a sua mãe, nada fazia
A sua mãe o arrastava para a missa São José com todos os problemas que ele tinha no pé direito]A irmã Polliana Queila  Thor sempre dizia que ele tinha varizes
O problema na verdade era um pé desabado, assim disse o médico vascular Quirino Xerxes
mangueira de água
Torceu o pé e ficou com o problema muito tempo
Quando Uriâs trabalhava na escola Geraldo Philomeno ao ir ao trabalho em frente a Escola Pedro Ferreira Alves virou o pé e ficou com fratura exposta no tornozelo esquerdo
Por mais que fosse comunicar a diretora da escola, os responsáveis pelo Recursos Humanos e a diretora do departamento, nada era feito
Era tratado pior do que um cachorro pulguento, sarnento e sem dono
Quando à Praça Rui Barbaso Benjamim com um chaco o ameaçou e disse
Não venha mais aqui na Praça
Uriâs o tomou da mão
Benjamim ficou irritado Zaym Calebo Quinn o levou em uma sauna mista na cidade de Ourina, onde ambos fez sexo com a mesma mulher, no mesmo instante
Tentou aprende musica com o maestro Dimitri Uziel
Uziel o ignorou
Frequêntava a biblioteca municipal, onde era descriminado por Zaira Eloa Xiomara
Levava com ele uma fruta apanhada de uma árvore de sua casa
Ele era posto de lado
Experiências boas ele teve em Benevides e a cidade vizinha à Siamental
A sua irmã sempre cantava a ele ninguém me ama, ninguém me quer, e dizia a ele é triste dormir e acordar sozinho
Por vezes ela falava que ela pagava dez reais para o vigia de Rua Itororó
Uma vida que não ensinaram a ele amar, mais sim odiar.
Parte II
Outras aventuras de Uriâs

Uriâs no trabalho
Uma vida cheia de preconceitos
No Jardim Planalto, quando ele trabalhou de inspetor-de-alunos seus colegas de trabalho deixavam-no isolado
Volta e meia Niara, evangélica, passava o dia a falar mal do marido Emaã
Reclamava que ele bebia muito, não saia do bar
Reclamava da árvore da escola que produzia folhas, ela não gostava, pois ela tinha que varre-las
Niara Plana Enaã sempre dizia a Uriâs que ia falar para o diretor escolar Rudá Jandir Acir que Thor não cantava o hino da cidade, obrigatório pela lei municipal
Na condução dirigida pelos motoristas da prefeitura, Uriâs Xamã Thor
A inspetor-de-alunos Viagama Ala Pira, de estatura baixa andava de um lado para outro, da Vam, ou do micro ônibus, ou ônibus, seja qual fosse à condução, sempre dava um jeito de assoprar nas costas de Uriâs pensava ela que ele dormia Viagana levava para o conhecimento do seu diretor tudo que Thor fazia
Ela dava biscoitos recheados para as crianças ficarem quietas quando elas iam assistir DVD nas salas dos professores, pois ela não conseguia manter disciplina
Rudá sempre dava advertência para Uriâs por ele não ficar na hora do seu almoço na escola Adib Chaib, pois ele gostava de dar uma volta no bairro, que tinha uma fama de violento
As notas de aproveitamento eram sempre baixas
Thor entregava as correspondências da escola para os responsáveis dos alunos casa em casa pedido do diretor
Na hora do recreio ele estava sempre ausente
Rudá foi avisado que Uriâs tinha feridas nas pernas
Ele o chamou
Pediu para vê-las, em seguida deu advertência.
Quando Taicamina Uncalida Pasquim ia casar com Hum De Calha Rudá perguntou a Thor se ele desejaria casar com ela
Como Uriâs já sabia do fato ele disse que ela não era o tipo dela, e assim ele se lembrou de sua juventude.
Taicamina reuniu-se com Thor e disse  a ele que não escritor
Todo o dia Rudá dizia a Uriâs porque ele não trabalhava com a diretora do Bairro Linda Chaib Higina Pasti Real

 Por mais que Uriâs Xamã dizia Rudá, ficava incrédulo 
Na banca espírita localizada na Praça Rui Barbosa em frente ao banco do Brasil havia um enfermeiro, que ajudava Mandaga para vender os livros
Ele odiava Uriâs e nunca o levava a serio, mesmo quando ele estava mal das pernas
Unifeso sempre repetia o mesmo bordão a Uriâs
Você lembra quando a bola de futebol era de capotão
Uriâs procurava ajuda na banca de Sebos de Primata Era Concorde, mas sempre era dito a ele que Concorde tinha três reais no caixa da banca quando começou o negocio
Alguros dormia no comercio, pois o dinheiro era curto
Qualquer que fosse o problema de Uriâs ele era deixado de escanteio
A banca localizada na Avenida Adib Chaib
Uriâs deixou a escola Adib Chaib para trabalhar na escola CEMAI, a pedido do departamento de cultura, pela professora Austera Pedalha Vaz Cunha
Lá o ambiente era inóspito
Como Uriâs estudava jornalismo na PUC de Leardeado ele sempre procurava uma atividade para não dormir
Pela manhã e pela tarde Uriâs ia ao bosque anexo da escola para jogar para fora do recinto os galhos que caiam
Mas ele era tido como preguiçoso mesmo assim
Duas vezes por semana a professora de educação física Inai Melo Temerio Fati, dava aula cedo para pessoas da terceira idade
Como Uriâs conhece o povo de Siamental, ele ia ao bosque no momento da aula para não problemas a ele
Quando o Brasil jogou a copa do mundo da África do Sul todos os funcionários eram dispensados mais cedo
 A servente escolar Emilia Lays Piero Dias aproveitou um desses dias e disse a vice diretora Utalina Franca Medonha, se ela convidaria  Thor para ver o jogo em sua casa, ela disse que convidaria se tomasse bebida alcoólica
Quando o CEMAI saiu do Jardim Paulista e lá foi denominado Edina Favoro Choqueta II, Uriâs foi convidado pela diretora a se retirar de lá e ir ao departamento e assim ele foi
Lá ele foi trabalhar no setor de transportes
Arrumou todos os arquivos mortos (urbano rural e universitário)
Procurava um processo
Procurava outro, mas Arlinda Ruanda Garcia Teodorim Capim sempre o amolava e dizia a ele porque não ia comer a comida da escola Pedro Ferreira Alves ao invés de trazer marmita
Todos os dias era a mesma história
Linda perguntava a todos os colegas se a comida da escola era gostosa
A resposta era sempre positiva
Quando de repente a comida de Thor começou a fazer mal a ele
Para não passar Uriâs começou comer da escola
Linda sempre elogiava Flacomino pelo seu perfume
Quando mudou o prefeito e Thor estava de férias
Quando ele voltou Linda disse ele procurar uma escola que no transporte ele não tinha mais alguém para protegê-lo, mesmo ele sendo readaptado na função de arquivista
Em sua casa Zoé Filipa Hadassa Thor estava muito doente e Uriâs com o pé em recuperação pelo atropelamento que sofrera
Por causa da situação de Zoé as cuidadoras e a enfermeira que se revezavam para tratar de Zoé não podiam ver Thor por o pé em casa que dizia
Você vai à fisioterapia hoje?
È que eu tenho que ir para a minha casa
E a resposta era sempre sim.

Luís Antonio Padovani
07/03/2015
Segunda parte feita em 18/04/2015