quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A palavra pode matar ou não

Essa vida é cômica
Eu acho
Eu acho o que
Eu não perdi nada para ser encontrado
Alias achados e perdidos é uma piada
Certos estão os portugueses ao dizerem perdidos e achados
Primeiro se perde
Depois se encontra
Acho é um pedação de madeira
O certo é eu penso, eu imagino, eu esto em dúvida, penso eu, desconfio que ou de que, tenho uma vaga lembrança e algo mais.
Achados e perdidos deveria ser mudado para perdidos e encontrados
É pelo menos é mias racional
Nada achar
Fica um som totalmente esquisito
Fica estranho
Acho é madeira
Coisas da língua, paciência
Enmorestar um sentido para dar ideia de um outro é o caso de embarcação
Embarcação é para barco originalmente
E atualmente usa-se para ônibus, avião trem, metro e demais transposte
Coisas da semiótica
Faz parte da evolução da língua
A lúngua portuguesa é viva e está em constante mudança
A tendência sempre é melhorar para melhor
Se bem que às vezes muda para pior
Éuma questão de tentativa
E quando se tenta o que é certo ou errado
Sem tentar jamais vai saber se vai dar certo ou errado, ou se fica esquisito
Mas que eu penso que eu acho é esquisito é
É muito esquisito estranho eu acho realmente
Eu penso é muito bom
Perdidos e encontrados é um ideia a ser pensada
E é mais interessante
É o mais correto
Primeiro eu perco
Depois eu encontro
Ora, pois, pois.
A língua portuguesa não difícil
A língua portuguesa portanto é uma língua lógica
Basta portanto, seguir a lógica dela e pronto
A língua portuguesa não um bicho de sete cabeças
Muito menos um monstro
O diabo não é tão feio quanto pintam
É uma questão de lógica
Que tem haver com a história
Muito do português é uma questão puramente histórica
Fora a ideologia que tem nas palavras
Mas a ideologia na palavra existe em todas as linguas
O ideograma dos orientais como diz o ideograma é uma ideologia
Dá uma ideia
Quer mais lógico que isso, vero.
Uma palavra não é construída por um acaso
Ela tem um propósito
Ela tem uma ideologia
Ela tem um significado
Nada é por acaso
Tudo tem um propósito como eu sempre eu digo
A palavra é algo mágico
Eu não sei qual é efeito que vaid aquilo que eu vou escrever
Mas se eu ficar preocupado com isso eu não escrevo mais nada.

Luís Antonio Padovani
8/2/2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Fragmento de uma sociedade

È pau mandado
É telguiado
Ele só fala monossilabos
Não sabe nada
Vai procurar a sua turma
Vai ver se eu estou na esquina
Vira-se que não é quadrado
persona non grata
Fumar beber e
Bundão, não sabe nada e
Você é um excluído
Ninmguém me ama
Ninguém me quer
Ninguém me chama de meu bem
É um louco
Todo mundo é igual
Porque você não calça tênis
Porque você não usa calça jeans
Porque você não usa camiseta
Porque você quer ser diferente
Eu não acredito em você
A sua mãe foi minha professora
A sua mãe falou
A voz do povo é a voz de Deus
Porque você quer ser diferente
É fingimento dele
Ele é mentiroso
Eu o sustento
Ele é um egoísta
Ele só pensa nele
Ele não pensa em mim
Ele nunca teve namorada
Ele vai ficar sozinho
Eu não vou te ajudar
Niguém gosta de você
O Pedro trtabalha na rede Globo
A Maria trabalha na assembleia em São Paulo
Maria se formou advogada
A Maria passou em primeiro lugar no exame da OAB
A Maria é estudioso
Você não quer saber de nada
O Joaquim não consegue passar no exame da OAB porque ele é um vagabundo, ele não quer estudar
Você não quer trabalhar
Você não quer fazer faculdade
De preferência pedagogia, letras ou magistério.
Essas são as alternativas que nós te damos
Fora essa área ninguém vai te dar emprego
A tua mãe é professora
Você não assiste novela?
Você não assiste big brother
Você é antissocial
Vira-se que não é quadrado
Rapadura é doce, mas não é mole
Que moleza
Empurra bêbado na decida
Você é quem decide
Ou faz que nós mandamos, ou não tem emprego.
Você não gosta de mulher
Você nunca namorou
Você já fez cinco contra um
Cinco contra um é covardia
É de dia é de noite
Essa conversa é usual
Da um sono
Da vontade de ir embora
Da vontade de matar um
Mas fica só na vontade
Se eu fizer qualquer uma das alternativas acima citadas o que eu vou ganhar
O que eu vou perder
Principalmente o que eu vou ganhar
Principalmente o que eu vou perder
Sei lá
Entre perda e ganhos
É preciso fazer um balanço
Que lucro eu vou ter
Que prejuízo eu vou ter
Se no haver ter mais do que no dever
Tudo bem
Se for ao contrario nada feito
Tudo tem que ser bem pensado
Eu tenho o siso é para isso
Você não toma café
Você não come arroz e feijão
São alimentos completos
É mistura mais rica que existe
O café é a bebida brasileira
O café nos Estados Unidos
O café na França
O café na Inglaterra
O café no etecetera é muito caro
As mulheres nos paises mulçumanos são reprimidas
Ela não tem direito a nada
Você é machista
Eu não gosto de você
Você é um ignorante
Eu tenho que pilotar tudo
Porque você não vive de escritor
Porque você não vai embora daqui
Gardenol, edhanol, trinoride ou comital ele
Seja qual for ele não importa é remédio para louco
Essa fala é de doutor
Para que doutor eu não sei
De nada vale todo o conhecimento
Se quando entrou na faculdade era de um jeito e quando ficou doutora nada mudou
Tudo ficou do mesmo jeito
O caminho ficou na mesma direção
A caminha nada adiantou
Só levou mudança no conteúdo, mas o comportamento deixou muito a desejar
è assim que é a vida
A família é de autodidata
Olhar no próprio umbigo
Ou como dizia Sócrates
Copnheça te a ti mesmo
É a vida
É assim mesmo que é a vida
Acrdita no conhecimento acadêmico
E entrte nós onde se encontra o conhecimento acadêmico
Não é no livro?
Pois é no livro que o autodidata se forma.

Luís Antonio Padovani
14/10/2011


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Conhecimento total

Não faz sentido eu escreverm e guardar nos meus arquivos
Isso não dá leitor
Isso não faz sentido
Isso empoeira
O que faz sentido é escrever e publicar
Porque uma obra tem que ficar pública para todos conhecer
É o mínimo que espera de uma obra de um escritor

Luís Antonio Padovani
2/10/2011

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Uma face

Eu não gosta de negrinho
Eu gosto de negrinha
Eu não sei se alguém vai me entender
Em todos os casos se alguém entender vai dizer
Ah eu sei
Com uma cara de intelectual
Que nem sempre é intelectual
Sabe se lá se alguém vai entender
De qualquer modo
Eu não gosto de negrinho
Eu gosto da negrinha
Eu não sei se isso vai me dar algum problema
Se for dar problema eu não estou preocupado
Eu gosto da negrinha
Eu não gosto do negrinho
Tudo é uma questão de interpretação
Essa é a minha opinião.

Luís Antonio Padovani
5/2/2012

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Dentista

Tiradentes
Arranca dentes
Dentista assim eu não quero
Eu quero um dentista que resolva o meu problema
Que me trate
Que deixa os meus dentes zero bala
A tecnologia está para fazer isso
Tiradentes
Arranca dentes
Sem nenhuma possibilidade de ser
Da mesma maneira é o médico
Ele tem que medir a minha saúde, e não o co
O paciente é indefeso, passivo
A medicina é antes de tudo preventiva, e não outra coisa qualquer.

Luís Antonio Padovani
4/2/2012

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

De qualquer jeito

Eu não sei se vai por inércia ou por osmose
Só sei de uma coisa
Só sei que vai
Não imprta o jeito
O que importa é ir
Para onde vai não me interessa
O que é importante é ir
Se for biologia ou física
Nada disso me interessa
O realmente importa é ir.

Luís Antonio Padovani
3/1/2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Tudo de bom para você

Carta
Lemos
Poeta
Bomtempo
Bonjiovane
Quer chova
Quer faça sol
Quer na televisão
Quer no jornal
Quer na revista
Quer na internet
Não importa onde
Profissionais de alto gabarito
Todos os dias entam em nossas residências
Sempre na mesma hora
Trazendo-nos mil informações
Fornecendo-nos reciclagens constantes
Profissionais de comunicações
Que no seu cotidiano nos prestam grande serviço
Muito obrigado por tudo
Perdoa-me pela molecagem
No entanto é o meu jeito
Prestas homenagens a esses sujeitos
Que se sujeitam a tudo pela boa notícia
Que em seus nomes despertam imagens
Carta
Lemos
Bom jovem
Tragam-nos cultura
Para melhor viver

Luís Antonio Padovani
20/1/2004