sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Primeira coisa que eu me lembro

Solange
Nem de perto
Nem de longe
Luzia me dá luz
O que a Luzia levou atrás da horta
Michel me lembra de uma marca de biscoito
Mechel Mabel
Não é biscoito
Em show total
De um Chico gênio
Beatriz ou Biatriz é uma bela atriz
Pamela é uma panela
Talita está ali ou não está ali
Natalia na Itália
Nadia no dia
Magali Maurício de Sousa
Amanda ama muito
Natalie é uma música
Natacha ou no prego
Não importa se pe Natalia ou Natacha é o mesmo significado
É interessante alguém chamar Natalia Natacha
Com todo carinho

Luís Antonio Padovani
6/1/2012

Fala a verdade

De tanto se fala de epiléptico, mas se esqueceram que muitos dos grandes pesadores foram epilépticos e que foram decisivos para a mudança do pensamento e do comportamento humano e que até hoje os seus pensamentos são ensinados nas faculdades e perpetuado mundo a fora.
Nada de mais ter ataque epiléptico é perfeitamente possível compartilhar a amizade como é feito com diabéticos, hipertensão, colesterol alto, tiroíde e outras que tais.
O problema é tomar cerveja, veja só um absurdo desse tipo eu prefiro ficar surdo a ouvir uma bobabem dessa.
É melhor não escutar é muito bom mesmo que for besteira
Duas perguntas que eu não entendo as respostas:
Remédios servem para que?
Desde quando um líquido faz o caracter de uma pessoa?
Para não ficar longa a conversa eu vou citar alguns nomes para refrescar a memória de alguém Van Gogh, Gustave Flaubet, Dostoievski, Sócrates, Julio Cesar, Alexandre, o grande, Buda, Maomé, Napoleão, Lênin, Machado de Assis, D. Pedro I, Ludwig Van Beethoven, Handel,, Nicola Paganini, Berlioz, Tgaikovki, Geoge Gershwin, Rchard Burton, Michel Wilding, Margaux Herming, Lord Bbyon, Dante, Charles Dickens, Leon Tolstoi, Edgar Allan Poe, Agatta Christie, Trumem Capote, Lewis Carol, Santa Tereza de Jesus, Martin Lutero e Joana D' arc.
Personagens que ficarm na história da arte, do pensamento humano, e da história universal e principalmente um que teve trinta e cinco filhos com trinta cinco anos de existência que foi fundamental para a história e liberdade brasileira, bom para quem ainda não descobriu vou dizer D. Pedro I para o Brasil e D. Pedro IV para Portugal Pedro de Alcântara Francisco Antonio João Carlos Xavier de Paula Miquel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascal Cipriano Serafin de Bragança Bourbon.
É, pois o preconceito deveria começar eliminado na escola quando foram ensinados e esses personagens falassem aos alunos o que eles foram e que eles eram epilépticos e que esse fato não impossibilitou ser o que eles são.

Luís Antonio Padovani
6/1/2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sem comparação

O idi e o ota é a dupla inseparável
É como a unha e a carne
Não tem com separar
Fazer o quê
Por mais que eu fale, não adianta
E quando reclamam
Do que eu falo
O idi e o ota é como a tampa e a panela
Um conjunto perfeito
Que vida de idi e de ota
Como é triste é a realidade
A pior pobreza é a de espírito
A pobreza de dinheiro da-se um jeito
Mas a do espírito não tem dinheiro que resolva.

Luís Antonio Padovani
5/1/2012

Letra unidas

Como eu digo é a aquela coisa
No alfabeto tem uma frase
O u v o w
Só não vê que não quer
Só não vê quem é analfabeto
Está no alfabeto para todo mundo ver
Está mais na cara do que umbigo de vedete
Ou ainda as letras de uma marca de carro
Volkswagen
Que se colocado um em cima e o outro em baixo forma um morcego estilizado
Para quem não quer acreditar jé só unir o de cima com o de baixo com um arco nas laterais que está tudo certo.

Luís Antonio Padovani
5/1/2012
Publicada no livro "Onde mora o seu preconceito"
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim, São Paulo
Página 74
Ano da publicação 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Embora

Golda Meir
Deixa-me ir
Que eu vou-me já
Que eu vou-me embora
Como diria Juca Chaves
Deixa-me ver o meu e-mail
Deixa-me ver o meu correio eletrônico
Eu não entendo essa história de falar estrangeiro se no português tem o correspondente e se não tiver se der na minha pode deixar que eu crio
Se é uma coisa que eu sei fazer é criar
Eu não sei ficar sem criar
Eu não vejo problema nenhum nisso
Se não existe, passa a existir
Isso não tem problema nenhum
Essa é a chave da questão.

Luís Antonio Padovani
4/1/2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A lógica da vida

A vida é assim mesmo
É a arte do encontro
Embora haja tantos desencontros pela vida
Como diria o poetinha
A vida nos mostra isso o tempo todo, todos os dias com clareza
Maria Regina, mãe solteira gosta de passear como o seu filho Joaquim
Aos sábados vai a praça principal
Anda por um lado
Anda por outro
Compra coisa aqui
Compra coisa ali
Não compra
Assim vai, assim vem
Até no momento que encontra com Dia
Dias e dias se passaram
E deixou no passado os dias que trabalhavam juntos
Dia ficava na dele
Maria Regina não gostava muito da ideia
Fazia complô contra ele
Criou uma peça de teatro junto com Malandrinho
Para criticar Dia
Muito embora Dia tenha explicado exautivamente o seu problema
Mas nem com reza brava queria entender
Dessa forma cada um ficava no seu canto
A peça girava em torno de uma feirante
Mas o desenrolar da peça não importa, o que imprta é que Maria Regina ficou na mesma situação de Dia
E eles se voltaram a se encontrar para trabalhar juntos em Capra
De novo não entenderam
A mesma situação se repetiu
Com uma diferença o cargo de Dia volta a existir e o dela não existe mais
Maria Regina gostava de colocar o bedelho no trabalho de Dia
Malandrinho continuava no mesmo lugar do primeito encontro
Então Maria Regina e Eleonor faziam a nova dupla
Maria Regina que caçoava o trabalho de Dia n praça pois significavaqie Dia não tinha qualificação para tal empreendimento que exercia na praça com seu expositor junto com o seu amigo Linha Dura também artista
Maria Regina dizia que Dia era comprometido e Eleonor dizia que era antissocial porque não gostava da mesma coisa
Bem é a vida
Maria Regina não entende uma coisa
Que embora pareça simples é complicado
Conviver com as diferenças dos outros
É como eu digo não é fácil não

Luís Antonio Padovani
30/6/2011

Publicado no livro "Onde mora o seu preconceito"
Páginas 75, 76
Editora Gráfica Azul
Cidade Moji Mirim S.P.
Ano da publicação 2012


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

desesperador

Todo intelectual é um imbecil


Todo intelectualoide quer ser um intelectual


É uma coisa espantosa


Todo intelectual faz texto


Todo intelectualoide decora texto


E decorar texto qualquer um decora texto


Basta saber ler e escrever


O código do alfabeto é decorado


Ou ainda falar algum idioma


O idioma se aprende de forma repetitiva


Ou ainda entender algum idioma


O braile ou a libra fazem isso


E pronto decora texto


Portanto para decorar texto é preciso tão-somente saber decodificar um idioma


Para ser intelectual é preciso muito mais que isso


É preciso colocar o texto em uma ordem lógica para todos entendam


É preciso saber o que escreve


É preciso ter um ideia daquilo que escreve


É preciso saber interpretar o que escreve


Para ser um intelectual não é preciso saber decorar texto


É preciso saber a estrutura do texto e do idioma
E quando escrever é preciso dar a impressão que saber escrever é natural
Parecer que é tudo muito fácil

Luís Antonio Padovani
2/1/2012